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Posts com Tag ‘CNBB’

por Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Excelentíssimos e Eminentíssimos Senhores

Dom José Belisário da Silva

Presidente da CNBB em exercício

Dom Sergio Arthur Braschi

Vice-Presidente da CNBB em exercício

Dom Leonardo Ulrich Steiner

Secretário Geral da CNBB

1.                  Diante da “Nota sobre uniões estáveis de pessoas do mesmo sexo”[1], publicada em 16 de maio de 2013, uno-me a Vossas Excelências Reverendíssimas no repúdio à Resolução n.º 175/2013 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispõe sobre a “habilitação, celebração de casamento civil, ou de conversão de união estável em casamento, entre pessoas de mesmo sexo”. Sem dúvida, como bem recordou a Nota, “a diferença sexual é originária e não mero produto de uma opção cultural”. A resolução do CNJ é mais um dos frutos da perniciosa ideologia de gênero, que tende a destruir a família natural.

2.                            No entanto, segundo meu parecer, a Nota poderia ter sido mais precisa do ponto de vista terminológico, a fim de evitar ambiguidades e perplexidades nos leitores. Permitam-me Vossas Excelências Reverendíssimas que lhes exponha humildemente minhas observações ao texto.

3.                    Logo no primeiro parágrafo, diz a Nota: “Desejamos também recordar nossa rejeição à grave discriminação contra pessoas devido à sua orientação sexual”. A Santa Sé tem evitado sistematicamente usar o termo “orientação sexual”, tão caro à ideologia de gênero. Com efeito, o homossexualismo – dado o seu caráter antinatural – não é uma “orientação”, mas uma desorientação sexual. Quanto à discriminação contra as pessoas homossexuais, o Catecismo da Igreja Católica condena-a, mas acrescenta um importante adjetivo, que não foi reproduzido na Nota: “Evitar-se-á para com eles [os homossexuais] todo sinal de discriminação injusta” (Catecismo, n. 2358). Ao usar ao adjetivo “injusta”, o Catecismo dá a entender que existem discriminações justas para com os homossexuais. E de fato há. Uma delas é a proibição de se aproximarem da Sagrada Comunhão (o que vale para qualquer pessoa em pecado grave). Outra delas é o impedimento de ingressarem em Seminários ou Institutos Religiosos. Um terceiro exemplo seria o de uma mãe de família que demite a babá que cuida de seus filhos, ao constatar que ela é lésbica… Considerar que toda discriminação aos homossexuais é injusta seria dar direitos ao vício contra a natureza.

4.                        A Nota, com razão, condena a equiparação das uniões de pessoas do mesmo sexo ao casamento ou à família. No entanto, parece admitir que tais uniões pudessem gozar de algum direito civil, excluída tal equiparação: “Certos direitos são garantidos às pessoas comprometidas por tais uniões, como já é previsto no caso da união civil”. Ora, o Magistério da Igreja tem condenado não só a equiparação de tais uniões ao matrimônio, mas qualquer reconhecimento jurídico de tais uniões:

Em relação aos recentes intentos legislativos de equiparar família e uniões de fato, inclusive homossexuais (convém levar em conta que seu reconhecimento jurídico é o primeiro passo rumo à equiparação), é preciso recordar aos parlamentares a sua grave responsabilidades de opor-se a isto…[2]

Em presença do reconhecimento legal das uniões homossexuais ou da equiparação legal das mesmas ao matrimônio, com acesso aos direitos próprios deste último, é um dever opor-se-lhe de modo claro e incisivo. [3]

Se todos os fiéis são obrigados a opor-se ao reconhecimento legal das uniões homossexuais, os políticos católicos são-no de modo especial, na linha da responsabilidade que lhes é própria[4].

5.                     No caso em tela, teria sido oportuno ressaltar – como aliás já fez a CNBB em outra ocasião – que a Igreja se opõe não só ao matrimônio, mas também ao simples reconhecimento da “união estável” de pessoas do mesmo sexo, especialmente quando isso se fez não por lei, mas por uma decisão arbitrária do Supremo Tribunal Federal (ADI 4277; ADPF 132) que atribuiu a si o papel de legislador, invadindo competência do Congresso Nacional.

6.                     Por fim – isto é apenas uma sugestão – seria conveniente sugerir ao Congresso Nacional que, por meio de um decreto legislativo, sustasse as arbitrárias decisões do STJ e do CNJ que extrapolaram sua competência e impuseram ao povo um novo “modelo” de família e matrimônio.

7.                   Com a reverência devida aos Sucessores dos Apóstolos, peço que Vossas Excelências Reverendíssimas redijam e publiquem uma nova Nota que esclareça os pontos acima apontados.

Desde já agradeço e despeço-me pedindo suas bênçãos.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Presidente do Pró-Vida de Anápolis

(http://naomatar.blogspot.com.br/)

“Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto”


[2] CONSELHO PONTIFÍCIO PARA A FAMÍLIA. Família, matrimônio e “uniões de fato”, 21 nov. 200, n. 16. O destaque é meu.

[3] CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ, Considerações sobre os projetos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais, 3 jun. 2003, n. 5.

[4] CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ, Considerações sobre os projetos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais, 3 jun. 2003, n. 10.

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CNBB, MEC e aborto

Os autores da prova e os responsáveis por ela cometeram, no mínimo, os crimes de incitação ao crime e apologia do crime, previstos no Código Penal. Tirando os casos permitidos por lei, o aborto é crime no Brasil” – Felipe Zanchet Magalhães, advogado da CNBB.

Na Folha de S. Paulo, 15 de novembro:

Advogados da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) avaliam que uma questão do último Enade, exame oficial do Ministério da Educação para universitários, fez apologia ao aborto. A entidade católica estuda ir à Justiça contra o MEC.

A pergunta, de número quatro, fazia parte dos conteúdos de história do Exame Nacional de Estudantes, aplicado no domingo passado em todo o país. O enunciado explicava que os países da União Européia estão reunindo suas “melhores leis a favor das mulheres”. Em seguida, perguntava que temas deveriam estar presentes na legislação, de modo a assegurar a “inclusão social das cidadãs”.

De acordo com o gabarito oficial do Inep (instituto ligado ao Ministério da Educação), acertou quem marcou a letra A: “aborto e violência doméstica”.

(…)

No próximo dia 28, esses professores se reunirão no Ministério da Educação para discutir a prova, em especial a questão referente ao aborto. Até lá, eles não se manifestarão sobre o questionamento do advogado da CNBB.

“Nossas orientações gerais foram dentro dos grandes princípios éticos, sem nenhum tipo de agenda ideológica”, diz a professora Solange Ketzer, da PUC do Rio Grande do Sul.
Perto de 450 mil estudantes participaram do último Enade.

***

Diz-se que o governo nada tem a ver com a elaboração da prova, elaborada pela Cespe e Cesgranrio. Dia 28? Vamos aguardar e ver quantos ministros pró-aborto existem nesse governo…

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A CNBB, em parceria com a Pontifícia Academia para a Vida (PAV), realizará em novembro, dias 25 e 28, em Itaici, município de Indaiatuba (SP) o Congresso Internacional “Pessoa-Cultura da Vida e Cultura da Morte”.

Informações pelo telefone (61) 3443-4999, pelo e-mail congressopav@cnbb.org.br e pelo site http://www.cnbb.org.br/ns/modules/mastop_publish/?tac=710

Sucesso!

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A protegida de Dubê

Um, dois, ela vai te pegar… Três, quatro, dentro do seu quarto…. Cinco, seis, pegue um crucifixo …Sete, oito, fique acordada…Nove, dez, não durma outra vez…

O pesadelo não acabou. Enquanto Ceene Bebê, a gêmea boa, gastava suas forças em defesa da vida, na histórica batalha contra os deuses do Supremo Tribunal Federal, a sombra do inominável deitava-se sobre a cama da heroína pró-vida.

Há cinco meses o reinado do mal mostrava sinais de perturbação diante da luz de uma campanha da fraternidade contra o aborto, ameaçada desde seu nascedouro. Estavam nus aqueles que empossaram Ceenebe Dubê, a gêmea má, no trono usurpado de Ceene Bebê.

Bispos, padres, leigos e suas pastorais da perfídia tiveram que se explicar à suave Bebê, acordada às pressas de um sono induzido. Eles foram contrariados, advertidos e alguns aparentemente ameaçados com o afastamento – tardio – de seus postos, como no caso da Articuladora Nacional da Pastoral da Mulher Marginalizada (PMM), Bernadete Aparecida Ferreira.

Fato: Bernadete tem amigos entre os bispos, como Dom Demétrio Valentini, e defende que o aborto é uma questão de direito das prostitutas… Nas palavras de Bernadete, que não é a santa: “Mulheres que se prostituem de vez em quando precisam fazer aborto, a despeito dos inúmeros métodos contraceptivos que poderiam escolher”.

Fin, fa, fum… Sentindo cheiro de queimado, Dubê apressou-se. Bernadete deveria ser afastada após o final de seu mandato… Mas logo a Berná? Não, não, mil vezes não. Bernadete que defende a legalização do aborto em pastoral ligada à CNBB não sairia dessa história assim…

Saiu. Era preciso substituí-la por alguém afinado com a CNBB. A afinada nova Articuladora Nacional da PMM chama-se Márcia Elizabeth dos Santos.

Saiu? Por onde andará Bernadete que esteve à frente da articulação de uma pastoral católica apoiada por ONGs feministas pró-aborto e que no ano passado juntou-se a movimentos sociais em manifestação abortista ligada à CNBB?

Atualmente Bernadate é articuladora PMM da região norte. Em outras palavras: passa bem, obrigado. Dubê ama, Dubê cuida!

E a propósito… Por que será que Bernadete foi a católica convidada para gravar uma participação no DVD da Campanha da Fraternidade 2008?

Mistérios…

***

Leia mais no blog do William Murat: Escândalo Interminável.

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Não é uma organização católica e não fala pela Igreja Católica.”Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em nota publicada dia 03 de março de 2008 sobre ONG abortista.

As abortistas que manipulam pesquisas, também conhecidas por Caóticas pelo Direito de Delirar (CDD), foram enquadradas pela CNBB em nota divulgada no começo da semana em que o STF decide (ou não) pela legalização do aborto no Brasil.

A nota é fruto da mobilização dos católicos que não fizeram pacto de silêncio e motivaram a CNBB a manifestar repúdio à franquia “Catholic For Free Choice”, representadas no Brasil pela sigla CDD.

Leia a nota da CNBB na íntegra.

É um passo feliz para a CNBB e um salto gigantesco de prestígio ao apostolado católico na internet 2.0.

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CDD em Charges:

Quem são elas?

Cartaz pró-aborto

Fantasia das Abortistas

Risco do Aborto

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Ah! O Possível e O Extraordinário completou 100 mil visitas em março. ;)

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(…)

“Denunciamos a tentativa de descriminalizar e legalizar o aborto na América Latina.

Denunciamos a fraude no campo científico, a manipulação da linguagem e as autorizações estatais que permitem em nossos países a fabricação e a distribuição de fármacos, ácidos para matar seres humanos, desde suas primeiras horas de vida, como ocorre com a pílula do dia seguinte e o dispositivo intra-uterino, DIU.

Denunciamos os programas estatais para liberar o aborto por via indireta, como as normas técnicas do Ministério da Saúde que autorizam o aborto por mera declaração da interessada.

Denunciamos a implantação de uma educação sexual escolar hedonista, dissociadas ao amor e centralizada na genitalidade, promovendo uma ideologia de gêneros e impondo o homossexualismo às crianças e jovens.

Denunciamos as tentativas de implantar a eutanásia no País por meio de resoluções dos conselhos profissionais.”

Declaração de Aparecida em Defesa da Vida, 9 de fevereiro de 2008

A íntegra da carta do Congresso está disponível no site de notícias da Canção Nova.

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A propósito: o segredo para a unidade do movimento pró-vida chama-se coerência.

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“No entanto, depois da controvérsia, os bispos do Brasil parecem estar apoiando a campanha pró-vida deste ano com um vigor incomum. Em anos recentes, eles pareceram muito relutantes de abrir a boca contra as políticas pró-aborto e pró-homossexualismo do governo socialista de Lula, com poucas exceções notáveis.” – Life Site News, 8 de fevereiro de 2008.

A reportagem de Matthew Cullinan Hoffman analisa o posicionamento da CNBB em defesa da vida humana e mostra também como o governo Lula esforça-se para não entrar em atrito com a Igreja em ano de Campanha da Fraternidade pró-vida (e em ano de eleições).

A tradução para o português está no blog do Júlio Severo.

Em tempo! Os links para os textos do blog do Júlio estão no símbolo “#” ao final de cada texto. Descobri! ;)

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“Cada pessoa humana é portadora da mesma dignidade que caracteriza a família humana”.D. Demétrio Valentini, Bispo de Jales (SP), Presidente do Serviço Pastoral dos Migrantes (SPM).

O aborto é uma violência contra a mulher. Apesar disso, D. Demérito Valentini não condena o aborto e afirma que “posições radicais e fechadas” sobre o assunto, podem comprometer a Campanha da Fraternidade Pró-Vida.

D. Pedro Luiz Stringhini, Bispo presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, afirma que “é provavél” que manifestações pró-descriminalização do aborto sejam promovidas por pessoas ligadas à Comissão.

Não se trata de nenhuma surpresa. Em setembro de 2007 a Pastoral do Migrante organizou manifestação pública (um projeto da CNBB) com apoio e participação de organizações pró-aborto. Veja as fotos aqui.

Blog Contra o Aborto, William Murat:

  • Até que ponto desceremos?
  • “Quem se declara a favor da descriminalização do aborto não deve nem mesmo receber cargo em secretaria de qualquer paróquia; muito menos ter cargo relevante em nível nacional em pastoral da CNBB”.

  • O “humanismo” torto de Bernadette Aparecida Ferreira
  • “Para a Igreja, ambos devem sobreviver. Para a Igreja, não há diferença de dignidade entre mãe e filho. Para a Sra. Bernadete, há. Para a Igreja, uma das formas de lutar contra o aborto é pressionar os governos a que criem mais e melhores políticas públicas que valorizem a maternidade e que ajudem os pais a criar seus filhos”.

    ***

    Conheça as gêmeas: Bebê e Dubê.

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    O silêncio estrondoso

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    “Há em Jerusalém, junto à porta das Ovelhas, um tanque, chamado em hebraico Betesda, que tem cinco pórticos. Nestes pórticos jazia um grande número de enfermos, de cegos, de coxos e de paralíticos, que esperavam o movimento da água. Pois de tempos em tempos um anjo do Senhor descia ao tanque e a água se punha em movimento. E o primeiro que entrasse no tanque, depois da agitação da água, ficava curado de qualquer doença que tivesse”. (São João 5,2-4)

    Conheci o Anjo de Betesda pessoalmente numa manhã de galhos secos, sobre uma fonte vazia, onde tremulava meu reflexo. Um minuto de silêncio. Três pombos buscavam abrigo nas asas do visitante. Eu também. Por três vezes, eu diria.

    Silêncio. Sua mão em minha direção. Preciptei-me. As mãos de Betesda não curam, dizia ao reflexo no vazio.

    Silêncio. É a lição do Verbo encarnado. A Palavra infante. Muda.

    Silêncio. Ensinava o anjo. O teu silêncio te aliviará.

    Silenciai-nos, Senhor. Ata-nos três vezes mais.

    ***

    “A Igreja é o povo unido ao Bispo, o rebanho agarrado a seu Pastor. O Bispo está na Igreja e a Igreja no Bispo!” São Cipriano de Catargo

    A comunhão com o bispo é inerente à identidade Cristã. Tem sido assim há mais de dois mil anos.

    Também é verdade que bispos fracos são, frequentemente, causa de graves crises eclesiásticas. Na Idade Média, por exemplo, aconteceu que abadias e ordens religiosas fragmentaram a autoridade do bispo, limitando-a cada vez mais a Santa Sé.

    A indolência feriu os bispos e toda Igreja sofreu. Muitos tornaram-se “bispos fantasmas”. Ostentavam um título e frequentavam a luxúria e outros lugares.

    Houve um tempo em que o clero não era supervisionado, o ensino das escolas não era monitorado. Na época do Concílio de Trento, em meados do século 16, nenhum bispo morou em Milão num intervalo de cem anos.

    Tamanha negligência contribuiu para o florescimento de todo tipo de anomalia, incluindo aí questionáveis pedidos de indulgências, que pavimentaram o caminho para a Reforma Protestante.

    Trento deu vida nova à missão do bispo, restabeleceu a autoridade do bispo e deixou claro que o bispo tem plena autoridade sobre sua diocese.

    Os bispos estavam obrigados a ordenar, pessoalmente, todo clero de suas dioceses.

    Então veio a Contra-Reforma, um dos períodos mais gloriosos e produtivos da história da Igreja.

    A autoridade dos bispos não é uma força antagônica à liberdade do povo de Deus. Ao contrário: é uma garantia de direção e salvaguarda que permite aos fiéis o contato com a pregação dos Apóstolos e com os tesouros do cristianismo.

    O que fizemos, Senhor? Que fizemos?

    ***
    Texto sobre Tradição e autoridade: adaptação do livro All The Pope’s Men, John L. Allen, Jr.

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