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Posts com Tag ‘anencéfalos’

Ministro Ricardo Lewandowski STF (Foto: Nelson Jr./SCO/STF)

Ricardo Lewandowski
Votou contra a liberação do aborto de feto anencéfalo
“Uma decisão judicial isentando de sanção o aborto de fetos anencéfalos, ao arrepio da legislação existente, além de discutível do ponto de vista científico, abriria as portas para a interrupção de gestações de inúmeros embriões que sofrem ou viriam sofrer outras doenças genéticas ou adquiridas que de algum modo levariam ao encurtamento de sua vida intra ou extra-uterina.” 

Até ontem, quarta-feira, seis ministros do STF votaram no julgamento sobre aborto de anencéfalos. O “placar” está, momentaneamente, 5×1 para o aborto. No G1 é possível conhecer os votos dos ministros.

Hoje, o julgamento será retomado por volta das 14h e, então, votarão os ministros Ayres Britto, Celso de Mello, Gilmar Mendes e Cezar Peluso.

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Foto/Biné Morais

O ato pró-vida que fizemos aqui em São Luís, na quinta-feira santa, abrindo o tríduo pascal, virou notícia no jornal O Estado do Maranhão e no Jornal Pequeno, os mais lidos da capital. Aproveito para agradecer o protagonismo das mulheres que ajudaram muito para que tudo desse certo: obrigado Deanne, Débora, Virginia e Jaqueline!

Para quem se animar em fazer alguma coisa: ainda dá tempo. O julgamento sobre aborto de bebês anencéfalos será quarta-feira, 11. Dá para mobilizar alguns amigos da sua cidade e fazer o assunto ter repercussão local. Não se preocupe se no começo não te derem muita bola, se você não conseguir confirmar a presença de uma multidão ou ainda se você não tive o apoio de pessoas muito importantes.

Apenas vá em frente, faça sua parte.

Clique nas notícias, a seguir, para ampliar e ler

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Mais de uma dezena de deputados federais de partidos políticos diferentes, protocolaram no dia 10 de dezembro, na Procuradoria Geral da República, uma representação ao Procurador Geral do Ministério Público Federal, Dr. Antonio Fernando de Souza, solicitando que sejam adotadas medidas legais cabíveis no sentido de afastar o Ministro Marco Aurélio de Melo do julgamento da ADPF 54 em curso no STF.

Tal representação foi amparada na Lei Orgânica da Magistratura Nacional e em diversas entrevistas concedidas pelo Ministro em diversos jornais do país, incluindo a revista Veja, onde o relator da ADPF 54 informa esperar que o resultado do julgamento será “acachapante” de 11 a zero a favor do aborto dos anencéfalos e que está convencido de seu posicionamento a favor do aborto.

Na matéria da revista Veja o magistrado afirma ainda que:” depois que o Supremo bater o martelo não adianta recorrer ao Santo Padre”, praticando verdadeiro tripúdio quanto a participação da Igreja Católica no processo, convidada pelo mesmo a participar em audiência pública.

A representação destaca a importância constitucional do Ministério Público como parte na ADPF 54 e fiscal do cumprimento da lei , afirmando que o órgão tem no mínimo o dever de arguir exceção de suspeição do Ministro Marco Aurélio , além de requisitar ao CNJ instauração de processo administrativo disciplinar contra o referido ministro.

Caso o Procurador Geral acate os pedidos contidos na representação o presidente do Supremo deve convocar todos os ministros para julgamento da Exceção de Suspeição que pode afastar definitivamente o ministro do julgamento da causa , dada a nulidade de uma sentença com seu voto devido ao prejulgamento da causa já efetivado , assim como o demonstrado interesse na procedência do pedido , tudo antes do julgamento final.

A imprensa não tem demonstrado grande interesse em publicar tal fato jornalístico , por razões desconhecidas , razão pela qual impõe-se uma verdadeira mobilização social para que o povo brasileiro saiba cobrar do Ministério Público o exercício de sua função constitucional com presteza e eficiência.

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Prof. Hermes Rodrigues Nery, de gravata azul, durante 1º Encontro de Legisladores em Defesa da Vida

Em todo o Brasil, o PHS tem sido um partido comprometido com a causa da vida, cujo presidente nacional é o deputado Miguel Martini (MG), um dos parlamentares mais engajados na luta contra o aborto. Lamento que o nosso companheiro Tin Gomes não tenha levado em conta o ideário do PHS (comprometido com a doutrina social da Igreja Católica) e dado a um ministro declaradamente abortista esse título de cidadania“. – Hermes Rodrigues, vereador do PHS de São Bento do Sapucaí (SP).

Via blog do Eliomar de Lima:

O professor Hermes Rodrigues Nery, vereador eleito da cidade de São Bento do Sapucaí (SP), deixou Fortaleza nessa terça-feira, após participar de ato pró-vida, em protesto organizado pelo Movimento Brasil Sem Aborto. O ato ocorreu na Câmara Municipal de Fortaleza, ocasião em que recebia o título de cidadão fortalezense o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, relator de proposta que quer aborto para crianças anencéfalas e que tramita no STF.

O vereador é do PHS, mesmo partido do presidente da Câmara, Tin Gomes, que concedeu o título de cidadania para o ministro.

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O jornal O Povo deu nota positiva sobre o assunto: Questão Humana

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Soube por fonte anônima que o ministro Marco Aurélio substituirá o presidente Lula na missa de Natal da primeira comunidade católica que o convidar (pois é… a ministra Dilma lançou moda!). O ministro gostaria de cantar o Salmo. Resta torcer para que não haja ninguém do PHS por perto. Risos.

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Amor-doação

Marcelo Pires, o pai da Givonna, menina que tinha anencefalia (e que chorava, segurava o dedo dos que dela se achegavam, e acelerava o coração quando próxima estava da mãe dela…), agora tem um blog no qual defende com palavras o que já defendia com o próprio testemunho: o direito à vida do nascituro, a criança por nascer.

Estão no site anencefalia.com.br, recém-lançado, os registros do Marcelo. Por lá também falam outros pais em nome da dignidade da vida dos filhos que perderam, mas que nunca deixaram de ser filhos.

Faz um bem ouvir os corações de Cacilda, Paulo, Janaina, Ana Lúcia, Mônica. Pais como o Marcelo que viveram os desafios da paternidade, do amor-doação, de uma forma inesperada: acolhendo e amando seus pequeninos que, é verdade, necessitavam de cuidados especiais por terem anencefalia.

O site brasileiro é uma ferramenta, mas também um local de encontros, para apoiar as famílias que passam pela situação de acolher um filho com anencefalia. É sem dúvidas um gesto útil para repercutir o que os brasileiros sustentam: o aborto não faz ninguém mais humano. O amor é que faz.

Você que acredita na vida, que acredita no amor, visite http://www.anencefalia.com.br e divulgue as histórias, as informações do site.

Obrigado.

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Crianças-diamante:
Um diamante chamado Marcela

Um diamante chamado Giovanna

Um diamante chamado Jimena

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por Rodrigo Pedroso*

Apenas um único Ministro, dos onze que compõem o Supremo Tribunal Federal (STF), ficou para assistir a primeira audiência pública do processo da ADPF 54, ação que reclama o direito de abortar as crianças anencéfalas, com suposto fundamento na Constituição Federal.

Por que os Ministros não ficaram para assistir a audiência? Simplesmente porque já têm definidos os seus votos. Essas audiências públicas não se dirigem aos Ministros, que já formaram opinião sobre o assunto, mas à mídia e, por meio dela, à opinião pública.

Essas audiências públicas são uma farsa para legitimar a usurpação, pelo Supremo Tribunal Federal, dos poderes constituinte e legislativo. O STF não julga questões de fato, apenas questões de direito. Não precisa ser um grande jurista, qualquer advogado de porta de cadeia sabe disso. Por isso não têm sentido a convocação de audiências públicas para discutir aspectos “religiosos”, “científicos”, “filosóficos” ou o raio que os parta.

O que o Supremo tem que decidir é se existe algum preceito fundamental na Constituição que autorize alguém a abortar uma criança com anencefalia. É óbvio que não tem. Por isso, a ADPF 54 já devia ter sido extinta há anos, por falta de amparo constitucional. As audiências públicas servem para legitimar a usurpação, por parte do Supremo Tribunal Federal, do poder constituinte reformador.

No caso da ADPF 54 ser julgada procedente, o STF vai alterar o sentido do texto constitucional e ainda vai dizer que o fez “com amplo respaldo democrático da sociedade civil, que foi ouvida em sucessivas audiências públicas”.

A imagem que certos integrantes do STF querem passar não é apenas a de intérpretes autorizados da Constituição, mas a de intérpretes da vontade popular e dos anseios da “sociedade civil organizada”, substituindo-se ao próprio Congresso Nacional como representantes do “povo soberano”, titular do poder constituinte. É a adesão formal e explícita à politização do Judiciário e ao ativismo judicial, com gravíssima violação da separação constitucional dos poderes.

Para entender o perigo isso representa para as instituições democráticas, basta lembrar de outro órgão do Estado que, no decorrer da história brasileira, reivindicou para si o status de falar e agir em nome do povo soberano. Em 1889, o golpe militar que depôs o Imperador foi justificado pela frase do General Benjamin Constant: “O Exército é o povo fardado”. Desde então, a república brasileira viveu sob a tutela das Forças Armadas, como poder moderador exercido de fato. O chamado “partido fardado”, em 1964, “se investiu no exercício do poder constituinte” e passou a baixar sucessivos atos institucionais. O preâmbulo do Ato Institucional n. 1 bem que poderia ser utilizado pelo Ministro Marco Aurélio, para a redação de seu voto:

“(…) Fica, assim, bem claro que a revolução não procura legitimar-se através do Congresso. Este é que recebe neste Ato Institucional, resultante do exercício do poder constituinte, inerente a tôdas as revoluções, a sua legitimação.”

Será que viveremos agora sob a tutela dos “homens da capa preta”, os quais não receberam mandato popular? “A pior ditadura que pode existir é o despotismo do Judiciário. Contra ele, não há a quem recorrer” (Rui Barbosa).

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Rodrigo Pedroso é jurista, OAB/SP 195.886.

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A seleção do trecho do preâmbulo do Ato Institucional n. 1 foi minha.

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