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Eu sei que isso é um suicídio moral, profissional, pessoal, etc, etc, da minha parte. Mas, enfim, que graça teria a vida sem algumas perturbações diferenciadas, não é mesmo? Pessoas diferenciadas sofrem diferenciadamente. Ó! Risos. Me conforto. Alguém precisa fazê-lo, não? Deixa então eu aproveitar que ninguém está me lendo e fazer o que me cabe. ;)

Bom, estou me referindo ao papel de malucos que nos impõem. Imagina… Falar que ideologia de gênero, a nova onda de liberdade e sabedoria do momento, é algo negativo, já é o suficientemente ridículo. Dizer que mata, então… “Fanatismo mode on. Cortem-lhe a cabeça!!” Mas a realidade – e cada vez mais nosso mundo esquece o que seja isso – é bem simples: sim, essa história de que não há “homem”, nem “mulher”, que tudo “isso” é meramente um papel construído socialmente, é meramente trágico, para não mencionarmos o “assassino”.

Acima um documentário da CBC, a “Rede Globo” do Canadá, sobre a história do menino criado como menina sob orientação de um psicólogo entusiasta da ideologia de gênero. Vou repetir: vídeo da CBC. Você sabe o que é a CBC? É a TV que boicota *todas* as ações do movimento pró-vida no Canadá – e não podemos dizer exatamente isso sobre a Globo, acreditem, comparada com a CBC, a Globo é uma Rede Vida (hey, wait!!).

É sobre David Reimer, o menino que eu tinha em mente quando me referi à vítima da ideologia de gênero no post sobre a Revista Crescer. Está em inglês, mas basta você clicar em CC, o primeiro botão à direita, e terás a possibilidade de ter a transcrição das falas. Depois basta selecionar a opção de traduzir para português a transcrição e… Pronto! Se você não entende inglês, problema resolvido.

Mas, se você não pode ver vídeo onde estás, leia então uma notícia sobre esse caso:

http://genesiscontradarwin.blogspot.com.br/2011/01/gemeo-criado-como-menina-suicida-se.html

Tenho a impressão de ter lido mais casos assim no site da agência noticiosa ACI Digital. Fiz uma busca rápida por lá e não encontrei! Talvez você tenha mais sorte.

A Associação Mulheres pela Vida e a Associação Nacional em Defesa do Nascituro, convocaram pró-vidas de todo o Brasil para uma manifestação em Brasília no próximo dia 9 de maio, para expressar seu apoio aos deputados que vêm lutando contra o aborto no Congresso Nacional e para pedir o mais rápido possível a aprovação do Estatuto do Nascituro (PL478/2007), um projeto de lei que defende a vida do não-nascido.

Saiba mais em ACI Digital: Manifestação pró-vida em Brasília pedirá pela pronta aprovação do estatuto do nascituro

Maio


Tudo passa pela cruz

É maio em minha vida, a começar com o dia de São José Operário até sete dias após a data da Senhora Auxiliadora, em cujo dia eu vim ao mundo que por tantas vezes já me viu na iminência de uma despedida derradeira.

Mês do héroi brasileiro, Ayrton Senna! E das mães, especialmente da melhor mãe do mundo, a minha. E este é, de alguma forma, o último maio da minha vida, embora venham outros – e desejo profundamente que eles venham, mais que nunca.

A todos os amigos que marcaram os maios de minha vida, muito obrigado. Espero eu um dia também poder contribuir com momentos importantes na vida de cada um! Sei que me esforço pouco nesse sentido. Mas posso melhorar. Não reparem minha lentidão para a cumplicidade… Não só ao fraterno amor, mas em tudo arrasto-me tanto até poder significar um pouco mais. Minha culpa. Feliz culpa que me torna tão lento para o amor e tão cercado por ele, nele imerso.

Que este possa ser um mês abençoado para todos nós. Ao trabalho, caríssimos! Ao trabalho.

“Por acreditar nesse amor dadivoso, eu tenho esperança no mundo.” – Pe. Marcelo Rossi

Padre Marcelo Rossi deixou o culto ao corpo para ser padre quando viu Ayrton Senna agradecendo a Deus por uma vitória. Qual é a desse padre? Perguntavam para ele. Sua resposta: não julgue agora, veja os frutos futuramente.

O fruto, todos sabemos, é o Santuário Theotokos (Mãe de Deus), o maior templo católico da América Latina, com capacidade para 100 mil pessoas. O lugar é mantido com as vendas do livro Ágape – que não é lá um livro muito profundo, mas esá erguendo um santuário ao culto mariano, ponto.

Ele deu uma entrevista para o Fantástico, ontem, domingo 29 de abril, no quadro O que vi da vida. Achei muito bonita e enriquecedora, especialmente para aqueles padres que atuam na mídia seja para cantar ou proferir opiniões técnicas. Marcelo Mendonça Rossi completa 15 anos de exposição midiática nacional. Sempre gostei dele. Mas confesso que minhas expectativas eram bem irreais, risos.

Praticando o irrealismo ainda: espero que futuros Marcelo Rossi, melhorados, sempre melhorados, surjam após a entrevista ao Fantástico. Quem sabe?

Me julguem: eu vou às livrarias e tiro fotos das capas de livros que gosto, das fotos de revista que gosto e das matérias que me chamam atenção em publicações que não vou comprar. Isso é pirataria? Bom, acreditem, é o menor dos meus crimes. Mas essa parte deixa pra quando eu virar um ícone qualquer. Os crimes ficam sempre melhor nas histórias dos ícones! Prometo não decepcioná-los.

Ao que interessa! Comprei a revista Crescer, da editora Globo. Sim, essa eu comprei! Até porque iria falar mal – como vou fazer em instantes -, então achei por bem garantir minha idoneidade ao menos para esse fim. Na verdade eu não sabia que iria ter motivos para fala mal da revista. Inclusive eu comprei a edição de abril por causa do susto que levei. “Que máximo! Uma revista da editora Globo que foge dos valores editorais tipo vamos destruir as famílias agora mesmo!!” Sim. Eu já conhecia Crescer e devo ser honesto: é maravilhosa EM PARTE.

Uma revista que sabe contar histórias e noticiar ao mesmo tempo sobre o universo tão incial da vida familiar. Eu diria que Crescer é a Superinteressante dos menos egocêntricos e narcisistas nesses dias que ainda pensam em ter uma família e querem aprender o que puderem para fazer isso da melhor forma possível. Sem falar da diagramação e do que eu chamo “jogos de comunicação” – quero descobrir se alguém já escreveu sobre isso! -, e etc. Eu curto Crescer – falo isso com a autoridade de quem já leu quatro edições e só.

Vamos lá à parte crítica. Foi a chamada de capa “Meninos e Meninas – Faz diferença na hora de educar? A resposta é sim! Descubra por que é preciso criá-los de formas diferentes para terem oportunidades iguais! E saiba como fazer isso em sua casa” que me enloqueceu e me fez pensar que a revista tinha, enfim, abondonado o flerte contravalores que faz parte de toda linha editorial da Globo – e de todas as grandes editoras do país, sejamos realistas.

Fiquei tão feliz! Crescer falando NA CAPA que meninos devem ser educados como meninos e meninas como meninas. Uau! E toda ideologia de gênero a que recorrem os comunicadores dessa editora? E toda cultura de contra-valores? E etc, etc, etc? Meu Deus, eu quero trabalhar nessa revista! Sim, sou um idiota. Desculpem-me antecipar o meu segredo.

Revista comprada, hora do susto. Quis saber se não dá PROCON isso! Por que, não é possível! A capa prometia uma coisa completamente diferente e a matéria em si traz tudo o que eu já esperaria da Crescer caso ela não tivesse *mentido* pra mim antes da compra. Toda matéria fazendo uma propaganda descarada da ideologia de gênero, avisando aos pais que menino se vestir de menina e vice-versa é algo muito bom e defensável se essa for a onda da criança.

Houve um desfile interminável de fontes as mais “especializadas” ridicularizando os “estereótipos” masculinos e femininos, mostrando como são homofóbicos e preonceituosos os casais que criam seus filhos trancafiando meninos no universo masculino e meninas no universo feminino. Céus! Quantos hospícios intelectuais mantidos com dinheiro público… Gente que estuda com nosso dinheiro para abrir a boca e dizer ao jornalista que o grande lance é “transitar” entre esses universos e que impedir um menino de brincar de boneca é ensiná-lo que tudo que é feminino é inferior.

Como assim o fato de eu não me vestir de mulher demonstra como eu considero o que seja referência ao universo feminino como algo inferior? Então as mulheres se sentiriam mais livres, felizes e menos oprimidas se os homens usassem batom, saias, calcinhas? Me desculpe, mas uma revista que ouve – e endossa – um intelectual desses não pode ser levada muito a sério.

Eu me preocupo… Sempre que vou a uma grande livraria saio transtornado. Está tudo tomado. Todas as linhas editoriais são, na verdade, uma só. Pode falar de carro, de beleza, de animal, de viagens e especialmente de notícias… Qualquer revista que você lê das grandes editoras vai falar como preconceituosos são os seus leitores cristãos.

Mas Crescer foi muito ordinária. Colocar na capa uma coisa e falar de outra completamente o avesso deveria ser crime de malcaratismo, na minha opinião.

Lamentável. Não vou escrever à revista, nem promover um mega boicote aos patrocinadores, ou qualquer coisa do tipo – e não, não espero trabalhar lá, risos. Me contento em contar da minha angústia sincera para que você saiba que isso é possível, que mais pessoas sabem, como você, que estamos sendo ameaçados por um monte de malucos.

Minha angústia: ver nossa cultura e tudo o que somos ser desconstruída assim tão escrachadamente ao ponto de termos que ser ensinados a ser gente transitável, fronteiriça, humanos nem masculinos nem femininos – e se optarmos, nem mesmo humanos.

Fico me perguntando se os jornalistas de Crescer leram sobre depoimentos de pais que viram seus filhos cometerem suicídio depois de se descobrirem meras experiências “fronteiriças e de transição”, experimentos de “gênero”. Meninos criados como meninas e meninas como meninos, experimentos criminosos! Não houve uma linha sequer na revista sobre isso. Só mencionam a frustração de um casal que teve que interromper a “brincadeira” de criar o filho como “menine” – nem menino, nem menina, muito pelo contrário -, quando ele completou 5 anos e entrou na escola…

Enfim. Construir a cultura da vida vai custar muito a cada um de nós ainda.

O arcade do Caine

O garoto de nove anos cobra 1 dólar por 4 jogadas e 2 dólares por um “fun pass”, que dá direito a 500 jogadas em um dos cinco brinquedos de papelão disponíveis. Já ganhou mais de 200 mil dólares em doações. Que tal? Vi aqui. Pequeno grande homem! Inspirem-se.

Amanhã (25) diversas associações pró-vida do Brasil realizarão uma grande manifestação, em Brasília, pedindo ao Congresso Nacional que sepulte a decisão do STF que extrapolou suas funções e invadiu o campo do Poder Legislativo ao legalizar aborto de bebês com anencefalia. A manifestação acontecerá diante do Congresso Nacional e pedirá também a rápida aprovação do Estatuto do Nascituro, um projeto de lei que defende a vida do não-nascido.

Saiba mais no site da agência ACI Digital.

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