O vídeo mostra que no Uruguai o aborto está legalizado, mas por lá os médicos resistem a fazer o “procedimento”. Para resolver o problema sugere-se penalizar os médicos pró-vidas. Depois da reportagem segue um comentário de Rachel Sheherazade.
Arquivo da categoria ‘Aborto’
Médicos punidos por não fazer aborto
Publicado em Aborto, tagged Aborto, Rachel Sheherazade em abril 1, 2013 | Deixar um comentário »
Três corações e uma causa pró-aborto
Publicado em Aborto, tagged Anisia, Camilo em março 27, 2013 | Deixar um comentário »

Legalizar o aborto é o sentimento mais forte que a rivalidade entre suas instituições
Esta é a história de Anisia e Camilo. Dois jovens apaixonados por uma mesma causa: a legalização do aborto no Brasil. Eles se conheceram há muito tempo e logo à primeira vista sabiam que juntos poderiam mudar a vida de muitas outras pessoas que jamais nascerão se forem conceptos de uma gravidez indesejada – sim, estamos falando de aborto.
Mas, como em toda boa história de amor, o casal de pombinhos abortistas tinha um problema familiar. Sim, as instituições às quais eles pertenciam eram rivais! Tamanha tragédia poderia separá-los para sempre se não fosse o bondoso pai de Camilo, o senhor Patriarca.
Antigo admirador da causa pró-aborto, Patriarca abençoou os jovens secretamente! Ou nem tão secretamente assim… Depende da idade mental de cada um, mas vamos nos deter à mentalidade de uma criança de 5 anos e acreditar que foi tudo muito secreto. O importante é sabermos que os jovens foram abençoados pelo pai de Camilo que a ele protegeu e instruiu com muito amor para que fosse bem sucedido naquela que também era a causa de seu pai.
Um polêmico triângulo amoroso estava formado. À Anisia caberia a defesa pública do direito ao aborto. A Camilo, o dever de abrir caminho para sua amada, contar seus feitos em livros e reuniões diversas, e o mais importante: o dever de jamais constrangê-la ou enfrentar os argumentos abortistas dela – que também eram os dele posto que tinham tudo em comum.
O tempo passou e era chegada a hora que parecia anunciar a concretização do sonho tão esperado. No salão principal do grande conselho do Reino da Saúde, um baile de máscaras seria realizado! Convidada, Anisia ficou eufórica, sabia que aquele dia seria histórico. Mas algo a incomodova!
E se ao dançar sua máscara caísse? Não, jamais poderia Anisia aceitar um convite que lhe fosse causa de embaraço. Quantos convites de bailes de máscaras recusou por saber que não era boa em dançar e ao mesmo tempo manter a máscara colada ao rosto… Ela pensou rápido. “Camilo!” E lembrou-se das promessas de amor que tanto bem lhe faziam. “Eu escrevo artigos nos livros do meu amado e meu amado me promoverá…”
Anisia escreveu a seu amado e pediu ajuda. Prontamente ele atendeu, embora sem saber como poderia ser útil. “Mas como segurar a sua máscara sem deixar cair a minha?” Fale com seu pai, teria sido a resposta. Camilo obedeceu! No dia do baile ele faria o que era esperado. Dançaria conforme a música e ao se aproximar de Anisia, seguraria sua máscara, afastando-lhe de qualquer perigo.
Foi um espetáculo! Um baile feliz com gentes de todos os sotaques… E a maioria dos presentes aplaudiu a dança de Anisia e Camilo, que assim projetaram a causa de seus sonhos para todo o Reino. Parecia um final feliz.
Mas a história continua…
Camilianos defendem padre convidado pelo CFM
Publicado em Aborto, tagged Aborto, Camilianos em março 27, 2013 | Deixar um comentário »
Publico a nota que recebi supostamente em nome do Pe. Leo Pessini, provincial da Província Camiliana Brasileira. Na nota ele afirma que o Pe. Christian participou da mesa redonda do Conselho Federal de Medicina, CFM, defendendo a posição da Igreja Católica Apostólica Romana. Segue.
***
NOTA DE ESCLARECIMENTO
São Paulo, 27/03/2013
Prezado (a) Sr (a)
Saúde e paz!
Respondo e-mail de sua autoria, relacionado ao posicionamento do Pe. Christian de Paul de Barchifontaine, sobre a descriminalização do aborto no Brasil.
A verdade a ser dita é que, o Pe. Christian participou da mesa redonda do Conselho Federal de Medicina, CFM, defendendo a posição da Igreja Católica Apostólica Romana.
Houveram no passado, meados da década de 90, algumas denúncias, por interpretação errada da mídia, relacionadas ao posicionamento do Pe. Christian, totalmente esclarecidas pelas autoridades eclesiásticas.
A Província Camiliana Brasileira é parte da Igreja, comunga da doutrina ética cristã de defesa da vida. Em nenhuma instância é a favor da prática do aborto.
O referido religioso, Pe. Christian não tem feito nenhum pronunciamento público a favor da legalização do aborto, portanto, se o Sr.(a) está inconformado com essa questão, envie ao CFM, http://www.cfm.org.br, (que é a instância que está levando essa questão à diante) seu repúdio e, divulgue esta nota de esclarecimento em nome da verdade.
Respeitosamente, desejo-lhe uma Feliz Páscoa.
Pe. Leo Pessini
Provincial
Província Camiliana Brasileira
Ministério da Saúde e mortes por aborto provocado
Publicado em Aborto, tagged abortos provocados, ministério da saúde em março 25, 2013 | Deixar um comentário »
Recebi do André Said um vídeo de 48 segundos que explica como qualquer pessoa pode checar qual é, afinal, o número que o Ministério da Saúde dispõe sobre a mortalidade de mulheres brasileiras em decorrência de abortos provocados. Bem fácil!
Padre camiliano colabora com documento pró-aborto do Conselho Federal de Medicina
Publicado em Aborto em março 22, 2013 | 6 Comentários »

Com o demônio não se brinca, padre
Um dos destaques da programação nesta quarta-feira é a mesa redonda “Aborto e desigualdade social”. Coordenada pelo presidente do CFM, Roberto d’Avila, contará com a participação da professora Débora Diniz, da Universidade de Brasília (UnB). Além dela, contribuirão o professor Christian de Paul de Barchifontaine, reitor do Centro Universitário São Camilo; o promotor de Justiça Diaulas da Costa Ribeiro e o secretário-geral do CFM, Henrique Batista e Silva, coordenador do grupo técnico criado para avaliar o tema. – Belém sedia debates polêmicos no I Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina 2013
Christian de Paul de Barchifontaine é o padre camiliano que SEMPRE está nos eventos onde a ANIS – ONG pró-legalização-do-aborto da antropóloga Debora Diniz – está (e, sim, como podem ler acima, a ANIS estava muito bem representada no encontro do CFM no qual saiu o tal apoio ao aborto). Agora me expliquem que medicina é essa do Conselho Federal de Medicina que para tratar de assuntos referentes a aborto forma um “grupo técnico” no qual somente e unicamente militantes pró-aborto foram convidados?!
Exatamente! O Diaulas pra quem não sabe é o jurista que autoriza que rapazes com paralisia cerebral tenham relações sexuais com prostitutas, é ele também conhecido por defender eutanásia e, advinhem, aborto. Não por acaso o último link é para uma matéria da revista Época escrita pela editora pró-legalização-do-aborto, Elaine Brum.
Sim, é o clube dos abortistinhas se fazendo de experts para os médicos do CFM. E eles acreditaram? Como é isso? Quem são esses médicos que aceitam ser “orientados” por um “grupo técnico” totalmente alinhado com uma ideologia que transforma a vida humana em mero acordo social (só é humano quem o grupo decidir que seja)? Isso é ridículo. Como é que um Conselho Federal de MEDICINA se submete a essa pouca vergonha? Ora, nenhum dos peritos em aborto citado na matéria do próprio CFM é médico. NENHUM! São todos muito bem remunerados por velhíssimas conhecidas organizações internacionais que se intrometem nos assuntos do Brasil: Ford, Rockfeller e MacArthur.
Meu Deus do céu!! Para quem achava que eu estava maluco por desconfiar do bem intencionado presidente do CFM, o cardiologista Roberto Luiz D´Ávila… Chupem essa manga! É óbvio que o homem que faz o trâmite com os abortistas da ONG e seus militantes sabe exatamente o que está fazendo. Ele está militando pela causa abortista e jamais tratando dos interesses da medicina.
E sobre o padre camiliano? Vamos lá. Peguem seu saquinhos de vômito… Este homem que atualmente é o REITOR do Centro Universitário São Camilo – um centro de ensino CATÓLICO -, o PADRE Dr. Christian de Paul de Barchifontaine é um velho conhecido do movimento pró-vida, mas infelizmente não é conhecido por defender a vida humana. Deixo que ele mesmo se apresente aos novatos… Eis a seguir o que o padre camiliano do “grupo técnico” – sobre aborto – do CFM diz sobre o assunto já em 1996 para a abortada Revista Manchete:
“Em São Paulo, o professor de Bioética, Christian De Paul De Barchifontaine, faz uma análise das diferentes escolas que discutem o início da vida e questiona a chamada teoria concepcionista, que situa a vida no momento exato da concepção e é defendida pela Igreja: ‘Nesse caso, o que dizer dos abortos espontâneos? É um desperdício da natureza?’. O comentário não seria muito natural se, entre suas múltiplas atividades (enfermeiro e diretor de Faculdade), o Dr. Barchifontaine não fosse também o padre Christian, que não esconde a contrariedade sobre a posição de sua Igreja: ‘O que ela deveria fazer era promover mais a educação, admitir e transmitir as informações sobre os métodos anticoncepcionais. A ciência existe para melhorar a qualidade de vida das pessoas e a Igreja tem que caminhar com estas evoluções’. Na questão do aborto, padre Christian é francamente feminista: ‘Quem conhece o sofrimento pelo qual passa uma mulher que aborta? Qual é o ombro ao qual ela pode recorrer? A sociedade culpa e marginaliza a mulher, mas, até onde sei, são necessárias duas pessoas para se fazer um filho’”.
Como é que fica isso? Um padre católico CONTRÁRIO A DEFESA DA VIDA defendida pela Igreja e integrante de “grupo técnico” que consegue fazer com que o CFM apoie o aborto? Por favor, alguém me diga se é possível entrar em contato com Província Camiliana Brasileira no que diz respeito à presença deste seu ilustre filho em tal “grupo técnico” do CFM. Alguém poderia nos responder isso por estes emails?
provincial@camilianos.org.br
diretoria@saocamilosede.org.br
imprensa@camilianos.org.br
Será?
Infelizmente é uma triste verdade: sem a Igreja Católica os abortistas não conseguem legalizar o aborto no Brasil. E se eles estão avançando é porque contam com o auxílio de sacerdotes católicos, infelizmente. Não é de hoje… Não é de hoje… Quando é mesmo que isso vai acabar?
Mas por que 12 semanas, CFM?
Publicado em Aborto, tagged 12 semanas, Aborto, CFM, Elard Koch em março 21, 2013 | Deixar um comentário »
O doutor em Ciências Biomédicas, Elard Koch, que é uma falácia da legalização do aborto como instrumento de redução da mortalidade materna
Conselho Federal de Medicina (CFM), por que o aborto não deveria ser crime até as 12 primeiras semanas de gestação, hein? Por que esse limite de até 12 semanas? O que acontece até as 12 semanas no ventre materno que poderia autorizar um médico a oferecer a uma mãe o processo cirurgico – e arriscado – do aborto?
Certamente o CFM não pode dizer que até 12 semanas o bebê não está vivo. E mesmo que não estivesse, quando é a semana, o dia, a hora, o minuto mesmo em que o bebê passaria a ter vida para que então fosse protegido?
Apesar de não explicar qualquer coisa sobre isso o Conselho está causando alvoroço com a notícia de seu apoio ao Novo Código Penal, num gesto que o Conselho nomeia como apoio à autonomia da mulher e apoio à ampliação dos excludentes de ilicitudes penais em caso de interrupção da gestação.
Em resumo: apoio ao aborto desde que somente até as 12 primeiras semanas de gravidez quando o bebê já tem inclusive um coração. Deplorável a instrumentalização do CFM pelos grupos abortistas de sempre. Minha curiosidade é saber a qual desses grupos pertence o atual presidente do CFM, o cardiologista Roberto Luiz d´Ávila. R$1,00 pra quem me disser pois já fiz a pesquisa mais demorada do mundo e não encontrei absolutamente nada, exceto o de sempre: ele sempre está presente nas iniciativas de reformar a ética do Conselho… Ou para bons entendedores, ele está presente em todas as ações de sequestro do Conselho. É assim a nossa democracia onde os reais valores do povo não têm vez.
Leia tudo sobre CFM e aborto nos blogs do William Murat. Jorge Ferraz e do Jônatas Lima.
Quando o aborto se aproxima do tráfico
Publicado em Aborto em janeiro 28, 2013 | 1 Comentário »
Misoprostol: abortivo de traficante agora tem cartilha para uso feita pelo Ministério da Saúde
Vendedor – Você tem que ficar de preferência o período da tarde todinho em jejum. [...] Aplica lá dentrão mesmo!
Mulher – É, mas como eu vou aplicar isso? Que eu lá sei como é?
Vendedor – Tem que ser com o dedo, empurrando lá debaixo do útero o negócio, jovem!
Mulher – [Riso] Mas eu quero saber como?
Vendedor – Quer que eu aplico para você?
Mulher – Quem? Você?
Vendedor – É [...]. Aplico com meu… você sabe, com o dedo ou com meu negócio. [...]
Mulher – Ah! Do jeito que funcionar.
Vendedor – Posso aplicar com o meu pau, não posso? [...] Aí eu te levo para um motelzinho ali. Te dou um trato legal, depois eu aplico ele (Processo Judicial, 2006).
Eis o submundo do negócio chamado aborto, essa prática mercantil que agora contará com um aliado especial: o Ministério da Saúde. Ele vai combater o tráfico de misoprostol, a droga abortiva que se encontra facilmente por aí… Só que não!!! O Ministério da Saúde agirá em situação análoga a de um traficante, só que de um jeito mais limpinho, sem termos chulos, dedos e viscosidades. Porque afinal é o que interessa para os abortistas do Ministério da Saúde, né? Que o aborto seja algo limpinho e sem constrangimentos para a mulher, como se isso mudasse a realidade do aborto: sempre um risco de morte para a mulher e morte certa para a criança.
É o que denunciou o movimento Brasil sem Aborto na nota Ministério da Saúde orienta como fazer aborto usando Cytotec. Os abortistas brasileiros estão tão à vontade no Governo que nem se importam de escancarar seus intentos: para “monstrualizar” as mulheres e torná-las “coisas” como no império romano, eles vão distribuir 268.108 exemplares da cartilha “Protocolo Misoprostol” (foto acima), mais conhecido pela marca Cytotec, droga cuja comercialização é proibida no Brasil.
Sim, é isso mesmo: vão ensinar a fazer o aborto por conta própria. E isso não é nenhuma novidade! Eles fizeram isso em vários países da América Latina e deu certo. Lembrando que certo, pra essa gente, é errado… É tipo a família Addams… Os sentidos são todos invertidos. Fato é que com o aborto medicamentoso – jamais limpinho, sem sangue, sem risco… tem tudo isso sim, mas é mais “fácil” de morrer fazer sozinho… -, usando o Cytotec elimina-se todo o imaginário (bem real!) de clínicas de horror que atrapalha o avanço da propaganda pró-aborto e supostamente se “empodera” as mulheres que se tornam “protagonistas” dos próprios abortos.
Doentio. Coisa de bandido, sequestrador, caloteiro, marginal, corrupto, mercenário, explorador… TRAFICANTE! Como é que o Governo brasileiro vai ensinar a usar um medicamento PROIBIDO? É isso que se entende por “política de redução de danos”? Vão dizer como obter os melhores resultados da droga? É lamentável, para dizer o mínimo que nos permita não ceder à histeria.
O que é mais sádico disso tudo é que os estudos sobre o misoprostol (Cytotec) aparecem em artigo da inominável antropóloga feminista justamente associado ao nojento tráfico que compromete a vida das mulheres brasileiras, como o desmontra o “diálogo” que abriu o post e que fez parte de uma investigação sobre a venda do abortivo. E é desse submundo que o Ministério da Saúde deseja oferecer uma boa solução às mulheres… Em vez de combater os traficantes, agem à semelhança de sócios deles!
O que há com o Brasil? Enquanto choramos a morte de tantos jovens em Santa Maria (RS), vem essa novidade da cartilha paga com nosso dinheiro que indica a dose e modo de uso para “indução do parto com feto vivo”, uma utilização não aceita pela FDA (Food and Drug Administration) americana, e para a qual existem alternativas. Os próprios fabricantes do misoprostol alertam para o risco de ruptura uterina quando ele é usado como “indutor” do parto…
Quantas vidas perderemos se um horror desse for adiante.
“Redução de danos” garantiu descriminalização do aborto no Uruguai
Publicado em Aborto em outubro 18, 2012 | 1 Comentário »
Uruguaios em marcha, em Montevidéu, contra legalização do aborto não conseguiram impedir a lei assassina
Só em Cuba e na Guiana o aborto é legal sem restrições, na América Latina. Agora, infelizmente, o Uruguai, país em que o aborto era crime “em qualquer circunstância” (desde 1938) se rendeu ao lobby das organizações internacionais e, ontem, quarta-feira, o senado uruguaio aprovou de forma definitiva uma lei que “descriminaliza” o aborto durante as primeiras 12 semanas de gestação e sob certas condições, como noticiou o portal G1:
Se a mulher desejar prosseguir com o aborto mesmo assim, poderá realizá-lo imediatamente em centros públicos ou privados de saúde. Abortos que não sigam esses procedimentos continuarão sendo ilegais. Também é permitido o aborto em casos de riscos à saúde da mulher, de estupros ou de má-formação fetal que seja incompatível com a vida extrauterina, até 14 semanas de gestação.
O sucesso contra a hegemonia do país de 3,3 milhões de habitantes não aconteceu da noite para o dia. As organizações internacionais comprometidas com a redução populacional tentam desde 1978 aprovar o aborto no país! Foram 12 tentativas frustradas.
A última, em 2008, quando até mesmo um esquerdista como o presidente Tabaré Vazquez se opôs à legalização do aborto por ser médico e vetou o projeto de lei. O atual presidente, José Mujica, já anunciou que não vetará a descriminalização do aborto aprovada por 17 votos de 31 parlamentares.
Agora a questão: como as organizações internacionais conseguiram essa vitória após tantos anos? Entre outras coisas, certamente pela generalização do uso do abortivo Misoprostol incentivado pela política de “redução de danos” implantada pelo Ministério da Saúde Pública (MSP) do Uruguai com a Resolução 369, em agosto de 2004.
Veja bem! O aborto no Uruguai era crime em qualquer circunstância mesmo em 2004 quando a tal política de redução de danos começou a funcionar pra valer. Então como o próprio Governo promovia o aborto se era ilegal? Pois sim… É como estão querendo fazer no Brasil. Lá também vieram com essa de que “abortar é crime, mas orientar a gestante a fazer o aborto, não”. Assim a tal política de redução de danos permitia o tratamento pré e pós-aborto, mas o ato do aborto propriamente dito ficava numa espécie de “caixa negra”, oculto das discussões…
E nessa história o Misoprostrol foi a ferramenta principal mas não a única! A outra via, fundamental, foi a censura aos médicos pró-vida. Sim, pois é claro que os médicos sérios, mesmo quando conformados à tal política de redução de danos, iriam denunciar a mãe que deliberadamente estava provocando um aborto em si mesma.
O que fizeram? Articularam para que a Faculdade de Medicina, o Conselho Arbitral do Sindicato Médico do Uruguai e o Tribunal de Ética da Federação Médica do Interior emitiseem uma declaração conjunta afirmando que “o sigilo médico não é uma opção, mas uma obrigação para os médicos e a equipe de saúde”, acrescentando que “o médico é obrigado a não revelar e muito menos denunciar situações que possam
expor um/a paciente a um processo penal ou que lhe causem prejuízos de qualquer natureza”.
Pasme: essa mordaça com aparência de “ética médica” já existe no Brasil e foi publicada não por iniciativa de alguma Faculdade Médica, nem por iniciativa de um Sindicato Médico ou um Tribunal de Ética… No Brasil onde a Fundação Ford atende por nome de “Secretaria de Políticas para as Mulheres”, foi o próprio Governo que tomou a iniciativa de amordaçar seus médicos para evitar futuros problemas com a implantação da política de redução de danos.
Isso se deu por meio da “Norma técnica de atenção humanizada ao abortamento”, publicada pelo Ministério da Saúde em 2005. Pois sim… Os médicos brasileiros não podem denunciar crimes de aborto, sob pena de um processo civil, criminal e ético-profissional, assim o quer a tal norma técnica que apesar de não ser lei, costuma ser tratada como se assim o fosse. E olha que ainda nem estamos com a tal “política de redução de danos” tão avançada como já estava no Uruguai.
É importante sabermos dessas coisas para não ficarmos com aquela cara de “olha, legalizaram no Uruguai, são outros tempos mesmo!” Como se tudo acontecesse de forma voluntária. Como se de repente a população uruguaia tivesse chegado ao consenso de que, sim, é hora de legalizar o aborto… Isso não existe.
Primeiro os abortistas sequestram as instituições “científicas” e passam a corrompê-las, a colocá-las para trabalhar em prol da agenda deles. Depois forçam a aceitação da população à nova cultura. Manipulam pesquisas e exageram números. Principalmente manipulam as palavras! “Não é legalização do aborto… É redução de danos!” =P E assim tornam a sociedade apática às mudanças para as quais eles são pagos para implementar.
Pronto. Conseguiram no Uruguai embora não sem muitas restrições… Mas já conseguiram dar um grande passo. E no Brasil, onde a resistência pró-vida é maior, eles vieram com tudo! De modo especial com a reforma do Código Penal, uma forma mais ágil de avançar na causa sem precisar de tantos subterfúgios trabalhosos.
Bom, guarde esse post, por gentileza, e ofereça ao primeiro tolo que vier lhe falar sobre “redução de danos” e de como isso não tem nada a ver com descriminalizar o aborto…
A única redução de danos possível é não permitir abortos! Prevenir danos no aborto é não fazer aborto.
Apenas 7 dias para análise do novo Código Penal
Publicado em Aborto em agosto 9, 2012 | Deixar um comentário »
Mas que tal? ACI Digital informa que na primeira reunião da comissão que analisa a reforma do Código Penal brasileiro, os senadores membros receberam um prazo de apenas 7 dias para apresentar seus pareceres ao relator do projeto, senador Pedro Taques (PDT-MT). Para quem não sabe, o senador em questão é homem “de inteira confiança” da senadora Marta Suplicy (PT-SP).
Qual é o filme? O ILUSIONISTA!!! Risos. Mas, ora, minha gente… Alguém tem dúvidas que a ideia do relator de oferecer apenas 7 dias para análise dos demais senadores é uma estratégia para apressar a aprovação de um texto que entre outras coisas, legaliza a prostituição, despenaliza o aborto e aprova as uniões homossexuais?
Sobre este assunto ACI Digital entrevistou o advogado Paulo Fernando Melo da Costa especialista em Processo Legislativo e Regimento Interno da Câmara dos Deputados. Must read! Leia com vontade aqui: Comissão tem prazo irreal para revisar controvertido anteprojeto do novo Código Penal
Ajude a tirar do ar site que vende medicamento abortivo no Brasil!
Publicado em Aborto em agosto 7, 2012 | 10 Comentários »
Copiei do blog do Jorge Ferraz
Existe muito lixo na internet, é fato. Com relação àquilo que é meramente baboseira a gente não pode fazer muita coisa; mas quando a internet está sendo utilizada para a prática de crimes é nosso dever fazer alguma coisa. Mais ainda quando o crime em questão é uma coisa grave como o assassinato de um ser humano indefeso. As pessoas que querem cometer o crime do aborto no Brasil conseguem, com muita facilidade, encontrar – da tranqüilidade da própria casa! – quem esteja disposto a lhes fornecer os meios necessários para o extermínio do seu filho indesejado.
Esta chamada eu vi no Facebook. Lamentavelmente a prática não é desconhecida para ninguém e este Citotec-Cytotec.com infelizmente não é o único meio de se conseguir realizar um aborto no Brasil, mas quando o crime está acontecendo em plena luz do dia e diante dos nossos olhos temos a obrigação moral de fazer alguma coisa. A impunidade generalizada não nos exime de protestar contra o caso concreto, da mesma forma que não podemos deixar de socorrer uma vítima de um acidente ocorrido diante de nós por conta do fato de que acidentes acontecem o tempo todo em diversos lugares e a gente não consegue ajudar a todo mundo. Ninguém consegue resolver todos os problemas do mundo, é óbvio, e nem somos chamados a isto. Ao contrário, todo mundo deve se esforçar, sim, por resolver os problemas concretos com os quais se depara vida afora. Dizer diferente isto é não ter a menor noção de responsabilidade moral.
A Safernet Brasil é uma instituição criada para combater crimes virtuais. E, no Brasil, é crime o aborto e é crime também a venda de medicamentos abortivos (Código Penal, art. 273, § 1º-B, que veta a comercialização de medicamentos sem licença da Anvisa ou de procedência duvidosa). Vender Cytotec é crime no Brasil. O referido site está, portanto, cometendo ostensivamente um crime escandaloso que não se pode deixar impune.
Peço a todos os que passarem por aqui que gastem dois minutos do seu tempo para denunciar este site à Safernet. O procedimento é simples:
- Cliquem neste link;
- Escolham “Apologia e Incitação a crimes contra a Vida”;
- Na caixa “Página da Internet”, colem o link http://www.citotec-cytotec.com/;
- Escrevam, se quiserem, algum breve comentário na outra caixa;
- Cliquem no botão “Denunciar”, e pronto.
Será gerada uma chave para acompanhamento da denúncia; a minha foi a 9c3c16a6b711bcdeca14de67b31bbd20. Guardem-na para posterior consulta ou, melhor ainda, publiquem-na aqui para que a gente possa acompanhar o andamento da denúncia. É rápido, é fácil e é eficaz. Não deixe de exercer este pequeno ato concreto de cidadania. Diga não à impunidade. Faça a sua parte por um Brasil melhor.












