Viktor Frankl: o sentido da vida está lá fora, nunca no interesse de si próprio!
Quanto tempo você levará para entender que é melhor, é sempre melhor, contar com incontáveis número de pessoas? Parece óbvio dizendo assim. Mas no dia a dia não nos damos conta desta lógica e procuramos contar com os contáveis. Nos esforçamos para alcançar e cooperar com os contáveis. Com quem conhecemos, com quem sabemos, com quem temos, enfim, algo a esperar, algo em comum. E isso é bom!
Mas não é melhor ainda contar com os incontáveis? Se são mais, se são inúmeros… Imagine as possibilidades!
Eles estão por aí aguardando uma oportunidade. O estranho logo em frente, os desconhecidos da sua idade, da sua rotina, dos mesmos espaços que você… Não haveria nada em comum entre vocês? O marketing discorda, os mapeamentos de saúde pública discordam, as empresas de opinião discordam, o pessoal do RH discorda…
Desculpe, mas a resposta é que há, sim.
Ainda assim, quem contará com “estranhos”, esses incontáveis estranhos?
Talvez aquele que se fizer… Incontável! Pois se há algo que nos humaniza a todos é a nossa capacidade de sermos 1 e sermos 1.000. De estarmos sempre com o futuro em nosso horizonte e sermos afim com o que, positivamente, não se pode contar.











