
Abra as comportas, deixe a informação fluir
Pe. Paulo Ricardo nos presenteou ontem com o documento A Nova Estratégia Mundial do Aborto. Em resumo, o documento explica quais são as três formas de avanço da cultura da morte e idenfitica que o Brasil chegou à terceira fase da estratégia que antecede a legalização do aborto: a redução de danos e os serviços de aborto seguro. Além disso o documento expõe as origens da nova política do governo brasileiro para implantar o aborto no país.
O que pode ser feito? Vou lembrar você: rezar, estudar e agir em defesa da vida
Keep calm! Sem revoltinha, sem o ímpeto de contar tudo pro seu pároco, pro seu bispo, pro seu grupo, pra Igreja toda porque, afinal, crianças estão morrendo. Não funciona. Somos os prisioneiros de Azkaban!
Mas não precisamos parecer que somos… Aí que está! Bota sua melhor cara, enxuga as lágrimas e haja naturalmente, formando seu grupo de trabalho, chamando os amigos para um cafézinho, uma cervejinha e aí você vai falando.
O legal, que é o caminho que eu optei, é estar nas redes sociais. Vai falando do assunto como quem não quer nada… Ou como quem quer mesmo, dependendo do seu nível de “não tenho receio nenhum de ser alguém desacreditado”.
Em Azkaban agimos com estratégia. Qual seja: liberar o assunto, deixar rolar, abrir as comportas. E o que acontece? As pessoas vão saber, vão se interessar e vão decidir de que lado querem estar. Em 99,9% das vezes elas decidem estar do lado certo da história e abraçam a causa pró-vida.
É um trabalho de formiguinha mesmo… Bem, para a maioria, obviamente! E haverá sempre uma minoria fazendo o trabalho mais pesado. Pode ser você! Mas isso não é uma escolha pessoal. Apenas acontece. Abra as comportas, deixa o assunto circular e as coisas acontecem.
Quando assumimos a defesa da vida humana, do direito de nascer, nenhuma ação é insignificante! As coisas acontecem… É tudo o que eu posso dizer.












Sabe, Wagner, dia desses eu fiquei muito feliz com meu trabalho de formiguinha. Um amigo meu, contra o aborto “maaaass”, “desistiu” do aborto em caso de estupro pelo simples fato d´eu ter lhe apresentado as histórias da Rebecca Kiessling e da Irene van der Wende. Glória a Deus!
E eu tenho um outro amigo meu que quase não dá as caras, mas desconfio seriamente que ele lê tudo que eu posto sobre o assunto.
Enfim, nunca sabemos onde nossas palavras podem cair!
Que bom saber disso Karina! Olha, não sabemos o bem que fazemos quando fazemos o bem… Eu costumo dizer – pra mim mesmo, risos – que nossas ações são orgânicas. Que há um “funcionamento” sobrenatural no que fazemos! O orgânico é sobrenatural. Então tem que funcionar! É a ordem sobrenatural das coisas. Risos. A gente fica impressionado com o trabalho dos abortistas, com a rede que eles montaram mesmo sendo poucos. É um esforço humano imenso o deles! Tem o apoio do capeta, claro. Mas eu desconfio que as ações do capeta aconteçam mais no natural que no sobrenatural… Pra começar ele só pode agir nas emoções e no que já está disponível. Enfim: por isso os abortistas têm que trabalhar como loucos. E nós temos que trabalhar como sãos!
Amanhã vou assistir Blood Money. Faz uns 2 anos que quero ver esse documentário e sabe o que Deus fez? Mobilizou um padre italiano, fez ele vir pro Brasil, só pra passar esse vídeo pra mim. Risos. Ok! Essa é a minha versão. Deus pode ter outra. O importante é que vou ver.
Fico pensando… Meu Deus, se eu fosse santo quanto mais coisas seriam possíveis a esta causa de defesa da vida. Infelizmente sou eu o problema desta causa. Mas tou tentando mudar!