Celina Borges e André Valadão cantaram o tema gospel de Antonio Anastasia, governador de Minas, em 2010. Ooooh! Vitóriaaa! Recebaaa!
Eu só vi hoje! Se todos já conheciam esse vídeo, me perdoem. Foi da campanha passada do então candidato ao governo de Minas Gerais, Anastasia! No vídeo, com pegada de música gospel, cantam a católica, Celina Borges, e o batista, André Valadão. Ambos mineiros! Minas é linda, né? Eu tenho esse amor platônico por Minas Gerais… Não sei a razão. Já estive lá e fui muito bem recebido pelo Cajabis, meu amigo (o LG também me recebeu muito bem lá, também é meu amigo, mas não é mineiro! É manézinho da ilha, ó-lhó-lhó! – de Floripa, para os não iniciados).

Eu e o Cajabis, em 2010, num encontro em BH!
Bom, tudo de Minas é bom. Até unir Celina e o Valadão Junior em campanha para Anastasia.
Embora o Cajabis vá ficar furioso com isso que eu falei, mas não tou nem aí pra ele… MAS o assunto mesmo que eu queria tratar é política. Ó, a gente já sabe os outros caminhos de fazer história. A gente tá nesses caminhos, né não? Lutando pela defesa da vida, por mais amor, saúde e sorte! Mas, minha gente, senta aí… Quero apresentar pra vocês um amigo cinquentão:

21° Concílio Ecumênico, o famoso Vaticano II, foi assim!
Na verdade ele completa 50 anos em 11 outubro e tamos junto, vamos dar um abração, botar o papo em dia, aquela coisa de amigo. Daí, o que interessa pra esse post de política é dizer que o Vaticano II mandou a gente – os leigos… Sim, eu sou leigo! Se alguém ainda achava que eu era padre, ei, foi mal… Você achou muito errado, rapaz! Vou até casar! Pois sim! Risos. Este ano! (O Jorge Ferraz também… Mas você não soube disso aqui, ok? Eu em novembro e ele em setembro!)- bom, onde eu estava?
Certo! Política. O Vaticano II é o Concílio que dá um plus no “protagonismo leigo”. Eu aprendi a não gostar disso porque a TL sequestrou o negócio e… Rapaz! Deu no que deu e o PT taí que não me deixa mentir. Mas como as coisas estão mudando outra vez, tá na hora da gente se voltar pra essa história de “protagonismo leigo” e assumir o desafio de fazer política. Assumir até mesmo, e especialmente, em primeira pessoa. Quanto mais jovem, melhor!
Eu estou fazendo minha parte. Lendo tudo de comunicação e política… É o mínimo, claro. Mas é assim mesmo! Sou dos bastidores, dos que estão em tudo e por nada são contidos, e aquela coisa toda que só os fortes entenderão (sem discriminação, ok?). Bom, não tem sido nenhum sacrifício! Eu já gostava dessa parte, embora mais por curiosidade, sem muita pretensão.
Então minha ideia aqui é te perguntar: e tu? Que estás fazendo nesse sentido? Se não estás, tudo bem. Estuda essa necessidade e contribua depois. Candidate-se! =) Sabia que tem gente que se candidata só pra poder divulgar uma ideia? Entende o que tou falando, né? Pois é. Não precisa ser candidato pra vencer logo de primeira. Mas tens que ter consciência logo de primeira! Consciência da cultura da vida, obviamente. Consciência do “protagonismo leigo” (o de verdade…), consciência de que “é própria e peculiar dos leigos a característica secular“.
E o que fazer? Gente, não é difícil. Ok, depende! Risos. Mas dá pra fazer. Pelo que eu sei tem que procurar um partido… Mas no mais é fazer comunidade. É conhecer a sua comunidade. Ver os problemas e tal. Mas, mais que isso, poder oferecer ideias! As pessoas estão sem ideias… Já reparou? Tão sem ideias… Tão sabendo de nada… Só sabem criticar, criticar, criticar. E crítica pela crítica é besteira.
Nós fomos a geração que aprendeu a não gostar de política. Tanta crítica, tanta crítica, tanta crítica… Isso de política não podia ser bom! Mas agora que já vimos no que deu nosso desinteresse, é hora de mudar. Não é possível que na sua cidade, especialmente se você não é de capital, não é possível que você com tanto conhecimento não possa ajudar… E não é questão de ter um plano de poder. É ter um plano de serviço. Um plano de amor mesmo.
Lembrei de Chesterton! Ele dizia que as grandes cidades não são amadas por serem grandes… Mas são grandes por serem amadas. Algo assim. Gosto muito dessa frase. Chesterton, na real, tem muito o que nos ensinar sobre política.
É isso. Um post singelo. A pedidos! Hehehe! Sou ruim com esse negócio de política, viu? Mas vou tentar. Pegando carona no jingle gospel aí de cima… “O que precisa fazer será feitooooo!” Risos. Vamos com Deus, minha gente. Vamos com Deus!

Aí o Cajabis de novo! 2011, mais recente. Com o Pe. Shenan Boquet. Ê Cajabis, tô te esperando em novembro. Leva uns pães de queijo aí! Me gusta!











