
“Não é o que sou por dentro e sim o que eu faço que me define”
Sim, é o melhor filme do ano, sem dúvidas. Eu assisti na segunda-feira, na última sessão. Olha… Tem que ser forte pra não chorar várias vezes! O filme inteiro remete a situações muitíssimo afins com cada um de nós que aqui chegamos por vários caminhos e que de uma forma ou outra estamos inseridos nesta guerra cultural. Eu quis escrever sobre, mas tive receio de parecer ridículo… É só um filme e provavelmente só teve “sentidos outros” pra mim mesmo.
Mas não! Não é que mais gente entendeu e entendeu até muito melhor que eu? Risos. Sim. E gostaria que todos lessem… Mas só depois de ver o filme! Vale muito a pena… Ainda pego as frases. São muitas. Encorajadoras. E o filme é de muitas reviravoltas, suspense, ação nem se fala… Vale por tudo. E, especialmente, pelo enredo! O que não é algo comum em filmes de heróis a julgar pelas últimas estreias todas muito mais ou menos.
Para ler o artigo sobre Batman que eu li é só clicar e ir no blog do pessoal da UNB: Batman, o contra-revolucionário
Um trecho…
As lições de determinação, firmeza, lealdade e honra de “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” são inspiradoras para os poucos que ainda ousam resistir a esse mundo em colapso. E, certamente, a lição mais importante é: combater o espírito revolucionário é uma tarefa à qual devem se dedicar todos os que optaram pelos valores tradicionais. Nunca é demais lembrar que, em uma situação de guerra – exatamente o que estamos vivendo –, só há dois caminhos a se trilhar: o de vítimas indefesas ou de combatentes resolutos. Os valores que nos deram a vida que temos merecem que nos dediquemos à sua preservação, ainda que isso custe nossas próprias vidas. Não é uma decisão fácil, mas é inelutavelmente necessária. Não devemos fazê-lo apenas por nós mesmos: devemos fazê-lo por aqueles que deram seu sangue para que cheguemos até aqui, honrando sua memória e sua luta, e por aqueles que ainda virão, de modo que o mundo que herdem de nós seja menos perigoso, menos venenoso e mais afastado de diabólicos anseios revolucionários.
É um ótimo artigo. Mas, como falei, é melhor ler só DEPOIS de ver o filme… Se você de fato não for ver, então leia… Você vai querer ver. Mas aí já vai perder muito da graça de descobrir os segredos de Batman com o filme rodando…












Eu tb gostei. Lembrou-me a Revolução Francesa. A falta de valores sólidos (que somente a nobreza tem), que transforma o ser humano em bruto, dependendo das circunstâncias. Poucos se mantêm retos, a maioria sucumbe. A entrada triunfal da Polícia foi a melhor parte. Eu só quis chorar qdo o mordomo chorou, mas eu sou sentimental… às vezes. No mais, o melhor filme dos últimos tempos, talvez de décadas! Certamente da série.
Wagner, muito obrigado pela divulgação da análise do filme!
Abraços,
Felipe Melo