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Posts de agosto \31\UTC 2012

Ramalhete Livre

Atualização:Abaixo-assinado em defesa da liberdade de expressão

Apoio a liberdade de expressão do colunista Carlos Ramalhete e também curti a página http://www.facebook.com/Ramalhetelivre

O colunista está sendo perseguido por causa de um artigo no qual explica que uma criança não pode ter por pais outras pessoas senão um homem e uma mulher, apenas. Isso foi o suficiente para que dissessem que ele é contra a adoção, contra crianças, contra homem e contra mulher. Risos. Pois sim. Você sabe como funcionam essas coisas.

Então, curta a fanpage Ramalhete Livre: http://www.facebook.com/Ramalhetelivre

ATUALIZAÇÃO: Carlos Ramalhete acaba de publicar uma nota em sua página no Facebook!!!

NOTA

Com referência ao artigo “Perversão da adoção”, publicado no dia 30 de
agosto, quinta-feira, em minha coluna, no jornal Gazeta do Povo,
esclareço o seguinte:

1) Escrevi em defesa da adoção e contra a sua perversão e lamento que
isso tenha sido mal interpretado por grupos de interesse.

2) A adoção é um ato de amor, que merece o apoio de toda a sociedade.

3) Repudio, contudo, como sua perversão, a entrega definitiva de uma
criança a quaisquer comunidades de vida que não uma família.

4) Mais ainda, repudio forçar uma criança à linha de frente da
tentativa em curso de desconstrução da família, inscrevendo em seu
documento de identidade uma impossibilidade biológica.

Agradeço o apoio e solidariedade das centenas de leitores que se
manifestaram junto a mim e junto ao prestigiado jornal Gazeta do Povo.

Minha página, no Facebook, continua aberta para toda manifestação respeitosa.

Carlos Ramalhete

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O maior brasileiro de todos os tempos pode ser uma princesa! Isabel, a redentora dos escravos, levou o público ao delírio na noite de mais uma elimintatória do programa exibido pelo SBT. Ela contou com 65% dos votos e foi classificada para a semifinal quando então saberemos quem os brasileiros elegerão como o maior personagem da história!

É claro, é só um programa. Mas é maravilhoso ver as pessoas saberem que o Brasil já foi governado por uma mulher antes e que ela foi a responsável pela abolição da escravatura, a abolição incruenta, sem o genocídio que o senhor de escravos, Zumbi dos Palmares, se prestaria promover.

Já valeu demais! A publiciade que a Princesa Isabel ganhou nesses últimos dias foi impressionante. Parece que os céus cooperam com nossa empreitada de devolver esta brasileira a seu país e levá-la aos altares desta nação. Eu acredito!

Santa Isabel do Brasil, rogai por nós.

***

SBT explica para milhões de brasileiros quem foi a Princesa Isabel.

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Esta Princesa quer o seu voto!

É hoje o dia que vamos escolher a Princesa Isabel como o maior brasileiro de todos os tempos! Pode ser? Pode sim! Para participar, basta clicar no botão “votar” ou enviar o SMS. Vote e rapasse o link para seus contatos: http://www.sbt.com.br/omaiorbrasileiro/candidatos (vi no blog do premiado Edson Carlos de Oliveira)

E como tá a beatificação da Princesa? Tá que tá! Já tem até advogado do diabo, risos. Mas ainda tá tudo no comecinho… Você está rezando? Tem que rezar. Inevitavelmente ela será canonizada. Superabundam os registros de virtudes católicas nessa mulher. Sem falar na cultura que a chama de “redentora” e que ainda é muito bem preservada em várias comunidades quilombolas.

Mas, vocês sabem… Nenhum devoto da Princesa está na máquina de propaganda dos nossos dias e isso vai dificultar. Normal. Nem por isso vamos ser menos felizes. Se a mulher é santa, e ela é, contemos com sua intercessão.

 

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Abra as comportas, deixe a informação fluir

Pe. Paulo Ricardo nos presenteou ontem com o documento A Nova Estratégia Mundial do Aborto. Em resumo, o documento explica quais são as três formas de avanço da cultura da morte e idenfitica que o Brasil chegou à terceira fase da estratégia que antecede a legalização do aborto: a redução de danos e os serviços de aborto seguro. Além disso o documento expõe as origens da nova política do governo brasileiro para implantar o aborto no país.

O que pode ser feito? Vou lembrar você: rezar, estudar e agir em defesa da vida

Keep calm! Sem revoltinha, sem o ímpeto de contar tudo pro seu pároco, pro seu bispo, pro seu grupo, pra Igreja toda porque, afinal, crianças estão morrendo. Não funciona. Somos os prisioneiros de Azkaban! ;-) Mas não precisamos parecer que somos… Aí que está! Bota sua melhor cara, enxuga as lágrimas e haja naturalmente, formando seu grupo de trabalho, chamando os amigos para um cafézinho, uma cervejinha e aí você vai falando.

O legal, que é o caminho que eu optei, é estar nas redes sociais. Vai falando do assunto como quem não quer nada… Ou como quem quer mesmo, dependendo do seu nível de “não tenho receio nenhum de ser alguém desacreditado”. ;-) Em Azkaban agimos com estratégia. Qual seja: liberar o assunto, deixar rolar, abrir as comportas. E o que acontece? As pessoas vão saber, vão se interessar e vão decidir de que lado querem estar. Em 99,9% das vezes elas decidem estar do lado certo da história e abraçam a causa pró-vida.

É um trabalho de formiguinha mesmo… Bem, para a maioria, obviamente! E haverá sempre uma minoria fazendo o trabalho mais pesado.  Pode ser você! Mas isso não é uma escolha pessoal. Apenas acontece. Abra as comportas, deixa o assunto circular e as coisas acontecem.

Quando assumimos a defesa da vida humana, do direito de nascer, nenhuma ação é insignificante! As coisas acontecem… É tudo o que eu posso dizer.

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Assine agora o manifesto pelo imediato sobrestamento (interrupção do curto processo de análise) do projeto nº 236/2012, o projeto do Novo Código Penal! O manifesto, proposto pelo Instituto Brasileiro de Ciências Criminais,   pede ampla consulta à Nação, à comunidade científica e aos operadores jurídicos, que não foram de forma alguma contemplados pela comissão que tão apressadamente quer ver a aprovação da lei.

Na história legislativa brasileira, desde o tempo do Império, com os projetos Vasconcellos e Clemente Pereira (04 e 16 de maio de 1827) até a aprovação do projeto definitivo (22.10.1830) e a sanção do Código Criminal pelo Imperador D. Pedro I, em 16 de dezembro de 1830, passando pelos regimes autoritários do Estado Novo e dos governos militares, nenhum projeto de reforma do Código Penal teve tramitação com a urgência-urgentíssima igual a do Anteprojeto do Novo Código Penal.

Assine clicando no link do  Instituto Brasileiro de Ciências Criminais. Na página do Instituto, vá até o final e informe seu nome, email e profissão nos campos devidos. Depois é só clicar no botão vermelho, “enviar”.

O caso é muito grave. Com exceção de algumas audiências públicas, durante o período de redação parcial de dispositivos, pautadas pelo interesse de grupos de pressão e promovidas pelo serviço de apoio e assessoria de imprensa do Senado Federal, o projeto não teve o seu texto final e a concepção geral da reforma submetidos à análise da sociedade e em especial da comunidade científica especializada.

Magistrados, membros do Ministério Público, advogados, delegados de polícia, professores em Direito Penal e ciências afins e operadores jurídicos de um modo geral não tiveram oportunidade e tempo para opinar sobre uma proposta de crimes e penas dirigida para milhões de brasileiros.

Há ausência de um método científico no projeto! No lugar disso somente um aglomerado de disposições sistematicamente desordenadas, muitas vezes com a formulação dos tipos penais piorada. Entre seus muitos vícios está a falta de proporcionalidade entre crimes e penas. Basta o seguinte exemplo: o art. 394 prevê o crime de deixar de prestar assistência ou socorro, quando possível fazê-lo, sem risco pessoal, a qualquer animal que esteja em grave e iminente perigo, ou não pedir, nesses casos, o socorro da autoridade pública, sancionado com a prisão de um a quatro anos. E a omissão de socorro à criança abandonada ou extraviada ou à pessoa inválida ou ferida (…) é punida com a prisão de um a seis meses ou multa.

É um verdadeiro absurdo denunciado inclusive pelo presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ophir Cavalcanti. Veja o que ele disse no dia 21 de agosto ao portal G1:

“O prazo que está se instituindo é muito exíguo. É um prazo curto, que impossibilita uma contribuição maior. Fazemos aqui um apelo ao Senado para que nos deixe um prazo maior para que possamos colaborar.”

O parecer final da comissão de senadores que avalia o projeto deve ser entregue entre 28 de setembro e 4 de outubro. Caso o tempo não seja suficiente para realizar todos os debates, o prazo pode ser prorrogado até quatro vezes, conforme prevê o Regimento Interno do Senado.

“Solicito a Vossa Excelência que, no anteprojeto do novo Código Penal, não descriminalize nem crie novas exceções para o aborto e eutanásia. O direito constitucional à vida deve ser respeitado.” -OU- “Como cidadão, manifesto minha desaprovação à tentativa de descriminalizar o aborto e a eutanásia na reforma do Código Penal. Os nascituros e os doentes devem ser respeitados.” -OU- “Peço que, na reforma do Código Penal, seja mantida a incriminação do aborto em todos os casos e não seja descriminalizada a eutanásia. A vida é um valor fundamental.”

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É irreal esperar que os senadores consigam analisar em poucas semanas o texto que a comissão de juristas levou sete meses para elaborar

Copiado na íntegra do editorial de domingo, 27, do  jornal Gazeta do Povo

O projeto de reforma do Código Penal elaborado por uma comissão de juristas a pedido do Senado Federal já está em tramitação no Congresso Nacional. Agora sob a rubrica do Projeto de Lei do Senado 236/2012, o novo Código Penal está sendo analisado por uma comissão especial de senadores, que, a pedido do presidente da Casa, José Sarney, terá de correr: as primeiras reuniões foram realizadas em 14 de agosto, o prazo para a apresentação de emendas termina no próximo dia 5 de setembro e o parecer final precisa estar pronto entre 28 de setembro e 4 de outubro.

Dar tão pouco tempo para a apreciação do novo Código Penal antes que ele vá ao plenário do Senado beira à insanidade. É irreal esperar que os senadores consigam analisar em poucas semanas o texto que a comissão de juristas levou sete meses para elaborar, especialmente considerando que vários artigos do texto legal tratam de controvérsias que a sociedade brasileira vem debatendo por décadas. O próprio relator da comissão especial, senador Pedro Taques (PDT-MT), admite que o prazo é curto. A quem interessa a velocidade recorde na tramitação dessa reforma?

A resposta pode ser encontrada na análise dos temas mais polêmicos contemplados pelo novo Código Penal. Um texto dominado pelo espírito politicamente correto, que prevê, por exemplo, a descriminalização do plantio, da compra e do porte de qualquer droga, desde que seja para consumo próprio (embora, de forma contraditória, ainda puna o vendedor do entorpecente). Ou que revela um profundo desprezo pela vida humana quando, na prática, legaliza o aborto cometido até a 12.ª semana de gestação – exigindo apenas um atestado médico-psicológico baseado em critérios puramente subjetivos – enquanto manda para a cadeia por até quatro anos o cidadão que abandonar um animal.

Além disso, alguns trechos do novo Código Penal parecem ter sido feitos sob medida para beneficiar certos grupos prestigiados pelo governo atual: o artigo relativo ao crime de terrorismo surpreendentemente afirma que as práticas descritas (como sequestros, incêndios e depredações) não serão consideradas crime quando forem executadas por movimentos sociais e reivindicatórios. A conclusão é a de que, quanto menos tempo tais propostas permanecerem em discussão, menor a possibilidade de que a sociedade civil tome conhecimento delas e possa manifestar seu desagrado. Levar o projeto ao plenário o quanto antes, com o mínimo possível de emendas, é a prioridade de entidades como grupos de pressão – especialmente os ligados à legalização do aborto e do consumo de drogas – e movimentos sociais que ganhariam carta branca para cometer barbaridades, desde que a finalidade reivindicatória fique explícita, em uma confirmação da noção de que os fins justificam os meios.

Nessa missão de passar ao largo dos anseios da sociedade brasileira, tais grupos ainda contam com outro aliado: o período eleitoral, que desvia as atenções dos cidadãos para as campanhas municipais enquanto, em Brasília, reuniões e audiências da comissão especial ganham pouca atenção. Esta Gazeta do Povo já havia alertado, neste mesmo espaço, para o perigo de que projetos essenciais para o país fossem aprovados de forma apressada e irrefletida justamente nessa época, sem o envolvimento maciço da população. O prazo dado à comissão especial do Senado confirma os temores expressos anteriormente.

O senador Pedro Taques, citando o Regimento Interno do Senado, já admitiu a possibilidade de que os prazos da comissão sejam prorrogados. Esta seria uma solução sábia para permitir não apenas que a sociedade seja mais informada a respeito dos trechos mais polêmicos da proposta de Código Penal, mas também para que os próprios senadores possam analisar com calma um texto que exigiu um longo período de trabalho dos juristas; assim, os parlamentares poderão propor emendas que alinhem a necessária reforma das leis penais com uma visão mais centrada na dignidade do ser humano, em vez de ceder ao politicamente correto.

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Internet no Brasil

Por curiosidade, alguns dados do Media Book 2012, pesquisa do IBOPE que reúne em suas páginas informações de audiência de TV aberta, TV por assinatura, rádio, internet, jornal, revista e investimento publicitário de 13 países da América Latina.

Internet no Brasil! Os dados do IBOPE são estes:

A) 79.942.258 de brasileiros têm acesso à internet no país.
B) 63.465.825 possuem acesso à internet no trabalho e em casa.
C) 60.009.811 possuem acesso à internet em casa.
D) 47.500.040 acessaram a internet ao menos uma vez ao mês no trabalho e em casa.
E) 39.046.754 acessaram a internet ao menos uma vez ao mês em casa.

São os dados mais recentes! Que dizem ainda serem os homems a maioria na internet, 52%. As mulheres, 48%, portanto. Referente às classes sociais, fica assim a participação de cada uma na internet:

1) Classe AB – 54%
2) Classe C – 41%
3) Classe DE – 4%

E o que os brasileiros mais fazem na intente? Óbvio. Participam de redes sociais! ;) E o que menos fazemos é acessar sites de governos, ONGs, sites educacionais, e de finanças. Pois é… Vai rindo. Mas tá todo mundo nas redes sociais.

Acho legal saber também quem são os maiores anunciantes da internet:

Netshoes
Submarino
Saraiva
Fast Shop
Carrefour
Di Santinni
Shoptime
ClickOn
Bondfaro
Passarela

Então, interessante, não? Eu achei. E pra finalizar, um outro assunto, mas que é legal saber… Segundo o IBOPE, as revistas mais lidas do Brasil, pela ordem: VEJA,  CARAS, ÉPOCA, ISTOÉ e CONTIGO. Pois é, ninguém lê Carta Capital. Risos.

Pra ver a pesquisa toda, é aqui: http://www4.ibope.com.br/ibope_media/2012/mediabook/pt/content/Media_book_2012_portugues_final.pdf

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Cristãos na política

Celina Borges e André Valadão cantaram o tema gospel de Antonio Anastasia, governador de Minas, em 2010. Ooooh! Vitóriaaa! Recebaaa!

Eu só vi hoje! Se todos já conheciam esse vídeo, me perdoem.  Foi da campanha passada do então candidato ao governo de Minas Gerais, Anastasia! No vídeo, com pegada de música gospel, cantam a católica, Celina Borges, e o batista, André Valadão. Ambos mineiros! Minas é linda, né? Eu tenho esse amor platônico por Minas Gerais… Não sei a razão. Já estive lá e fui muito bem recebido pelo Cajabis, meu amigo (o LG também me recebeu muito bem lá, também é meu amigo, mas não é mineiro! É manézinho da ilha, ó-lhó-lhó! – de Floripa, para os não iniciados).


Eu e o Cajabis, em 2010, num encontro em BH!

Bom, tudo de Minas é bom. Até unir Celina e o Valadão Junior em campanha para Anastasia. ;) Embora o Cajabis vá ficar furioso com isso que eu falei, mas não tou nem aí pra ele… MAS o assunto mesmo que eu queria tratar é política. Ó, a gente já sabe os outros caminhos de fazer história. A gente tá nesses caminhos, né não? Lutando pela defesa da vida, por mais amor, saúde e sorte! Mas, minha gente, senta aí… Quero apresentar pra vocês um amigo cinquentão:


21° Concílio Ecumênico, o famoso Vaticano II, foi assim!

Na verdade ele completa 50 anos em 11 outubro e tamos junto, vamos dar um abração, botar o papo em dia, aquela coisa de amigo. Daí, o que interessa pra esse post de política é dizer que o Vaticano II mandou a gente – os leigos… Sim, eu sou leigo! Se alguém ainda achava que eu era padre, ei, foi mal… Você achou muito errado, rapaz! Vou até casar! Pois sim! Risos. Este ano! (O Jorge Ferraz também… Mas você não soube disso aqui, ok? Eu em novembro e ele em setembro!)- bom, onde eu estava?

Certo! Política. O Vaticano II é o Concílio que dá um plus no “protagonismo leigo”. Eu aprendi a não gostar disso porque a TL sequestrou o negócio e… Rapaz! Deu no que deu e o PT taí que não me deixa mentir. Mas como as coisas estão mudando outra vez, tá na hora da gente se voltar pra essa história de “protagonismo leigo” e assumir o desafio de fazer política. Assumir até mesmo, e especialmente, em primeira pessoa. Quanto mais jovem, melhor!

Eu estou fazendo minha parte. Lendo tudo de comunicação e política… É o mínimo, claro. Mas é assim mesmo! Sou dos bastidores, dos que estão em tudo e por nada são contidos, e aquela coisa toda que só os fortes entenderão (sem discriminação, ok?). Bom, não tem sido nenhum sacrifício! Eu já gostava dessa parte, embora mais por curiosidade, sem muita pretensão.

Então minha ideia aqui é te perguntar: e tu? Que estás fazendo nesse sentido? Se não estás, tudo bem. Estuda essa necessidade e contribua depois. Candidate-se! =) Sabia que tem gente que se candidata só pra poder divulgar uma ideia? Entende o que tou falando, né? Pois é. Não precisa ser candidato pra vencer logo de primeira. Mas tens que ter consciência logo de primeira! Consciência da cultura da vida, obviamente. Consciência do “protagonismo leigo” (o de verdade…), consciência de que “é própria e peculiar dos leigos a característica secular“.

E o que fazer? Gente, não é difícil. Ok, depende! Risos. Mas dá pra fazer. Pelo que eu sei tem que procurar um partido… Mas no mais é fazer comunidade. É conhecer a sua comunidade. Ver os problemas e tal. Mas, mais que isso, poder oferecer ideias! As pessoas estão sem ideias… Já reparou? Tão sem ideias… Tão sabendo de nada… Só sabem criticar, criticar, criticar. E crítica pela crítica é besteira.

Nós fomos a geração que aprendeu a não gostar de política. Tanta crítica, tanta crítica, tanta crítica… Isso de política não podia ser bom! Mas agora que já vimos no que deu nosso desinteresse, é hora de mudar. Não é possível que na sua cidade, especialmente se você não é de capital, não é possível que você com tanto conhecimento não possa ajudar… E não é questão de ter um plano de poder. É ter um plano de serviço. Um plano de amor mesmo. ;)

Lembrei de Chesterton! Ele dizia que as grandes cidades não são amadas por serem grandes… Mas são grandes por serem amadas. Algo assim. Gosto muito dessa frase. Chesterton, na real, tem muito o que nos ensinar sobre política.

É isso. Um post singelo. A pedidos! Hehehe! Sou ruim com esse negócio de política, viu? Mas vou tentar. Pegando carona no jingle gospel aí de cima… “O que precisa fazer será feitooooo!” Risos. Vamos com Deus, minha gente. Vamos com Deus!


Aí o Cajabis de novo! 2011, mais recente. Com o Pe. Shenan Boquet. Ê Cajabis, tô te esperando em novembro. Leva uns pães de queijo aí! Me gusta! ;)

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Onde o aborto é legalizado a consciência é punida. Simples assim! Aconteceu mais uma vez… Agora com o Dr. Thomas Sardella, especialista em Ciências Biológicas, licenciado na Universidade de Roma – Tor Vergata. Ele perdeu o emprego na Universidade de Glasgow (Reino Unido), como assistente de pesquisa, depois de negar-se a participar de um estudo que usava células de uma criança abortada.

Deus o ajude. Sabemos que não é só uma questão de perder o emprego, mas de ver sua própria vocação para as Ciências Biológicas ridicularizada. É muito humilhante. Não é uma questão de trabalhar em outro lugar, é uma questão de ter sua profissão confundida com um ato criminoso, ainda que “aceitável” para a demência de nossos dias.

Taí… Assim será o Brasil pós-reforma do Código Penal? Se permitirmos, sim.

Notícia de ACI Digital: Pesquisador perde emprego por negar-se a investigar células de bebês assassinados em abortos

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Um cartaz do capeta!

Um padre simpatizante do PT condenou o cartaz pró-vida que jovens do Paraná levaram até a V Caminhada da Família em Londrina. Que tal? O cartaz é este aí, um horror, uma provocação sem medida, um atentado a moral e aos bons costumes, coisa do capeta: “Sou Católico – Não voto em partido abortista!”

No blog Porta Fidei, onde peguei a imagem e onde li sobre a V Caminhada, Renan Cunha resume o que foi o evento:

Sobre a marcha, achei muito válida. Mas a população precisa se organizar mais, sobretudo, o grupo pró-vida. Precisamos trabalhar a consciência dos católicos para que se expressem claramente contra o aborto e contra as demais campanhas que ofendem a dignidade da família, p. ex., as propostas a respeito do “casamento” gay. Principalmente, precisamos, urgentemente, esclarecer a mentalidade dos padres para que falem em suas homilias sobre a importância da vida e dessa luta contra a cultura da morte. E é claro, muita oração, pois sem ela, todo nosso trabalho é descartável.

Na verdade, Renan, o que tem que ser trabalhado é o clero mesmo. Infelizmente é essa nossa urgência. Você citou, no seu blog, que nem se tratava de uma caminhada exatamente pró-vida, mas genericamente – como gosta um certo clero – uma caminhada da família, o que já é muito bom dado às circunstâncias, né? E que nessa caminhada uns poucos jovens ousados levantaram um banner pró-vida, o que foi suficiente para que a mídia divulgasse o evento como uma “marcha contra o aborto”.

Veja como a cultura reage a certo clero mal formado (vamos dar o benefício da dúvida… “mal formado” é sempre melhor que “mau caráter”, né?)… Até a mídia secular sabe, porque entende de cultura – você sabe que o jornalismo tem um contrato cultural com seu público, e que pra isso tem que entender muito bem da cultura nacional, é claro, e contrariá-la o mínimo possível se quiser vender notícia -, então, até a mídia sabe a importância do discurso pró-vida que o clero mau caráter mal formado não sabe, né?

Temos um certo “problema” no catolicismo. Diferente dos protestantes, nós católicos somos como um exército que só se movimenta com ordens dos generais – é fato: os protestantes são, cada um, seu próprio general e isso chega a ser vantajoso ao menos em questões de atitude, de reação cidadã, como demonstram tantos exemplos… Bom, eu me pergunto onde está o Concílio Vaticano II na mentalidade de um “povo de Deus” que se acha inválido para tudo até que um sacerdote lhes diga para o que tal povo é válido… Quando convém, é claro, o povo escuta e age. Especialmente se for para fazer nada e permanecer imóvel! Risos.

Eu não acho isso bom. Já me disseram que isso é ótimo desde que o “povo de Deus” tenha bons padres… Bom, enfim! “Clericalismo do bem” também não me apetece… Mas talvez eu esteja em algum momento ruim ao achar péssimo que as pessoas não possam usar o próprio cérebro. O que eu acho, no entanto, tem pouca importância, sou o primeiro a admitir! ;-)

Então, Renan, é assim que a banda toca… O Vaticano II que – ainda bem! – tanto insiste no protagonismo leigo só é lembrado, neste quesito, quando convém ao clericalismo vigente no Brasil. Um horror… Fico imaginando esses garotos do banner pró-vida, coitados, se sentindo repreendidos por serem meramente católicos. Se estivessem com um banner enorme do Che Guevara correriam sério risco de serem homenageados, hein? Risos.

Mas é isso, rapaz. Somos todos quais prisioneiros de Azkaban! ;) Mas não nos vangloriemos… Nem somos os primeiros e nem somos sequer como a poeira dos pés de tantos mártires “fundamentalistas” que entopem nossos altares. Somos quem podemos ser. Sonhos que podemos ter! ;)

Pra você, Renan, e para os garotos do banner…

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