Atualização: Pessoal, agradeço pelos comentários, em especial os comentários das pessoas que discordam da minha “indisposição” relativa ao Gabriel Chalita. Aviso que não publico os comentários porque não tenho como administrar as discussões sobre o assunto – ainda mais quando os comentaristas escolhem por assunto uma pessoa e não a questão, a situação em si -, só por isso mesmo.
Não me ofende a má educação de alguns. Cada um fala a partir do nível de amor que dispõe. Eu entendo que se eu também tivesse sido pouco amado nesta vida – e o que me ocorreu, por misericórdia de Deus, é que fui e sou mais amado que mereço -, por certo estaria me comportando à semelhança de uns e outros que não se tornarão conhecidos por meio deste espaço, sinto muito. =)
Fico surpreso como facilmente se leva a sério demais um blog e um blogueiro ao ponto de se prestar a fazer ameaças e chantagens para que se retire post publicado. Ei, que isso? Vamos ter senso de ridículo. Registro de IP taí pra isso, né? Mas sem rancores que no momento eu tou sem tempo de verdade! =D
No mais: nada tenho contra a Canção Nova, seus sócios, seus consagrados, seus amigos, seus gatos, cachorros, papagaios, tartarugas… Eu sequer tenho tempo pra ser contra qualquer um desses! Não critico gente, mas decisões e escolhas públicas que prejudicam a Cultura da Vida. E também não critico por criticar, mas para ajudar quem desejando fazer o mesmo, se vê impossibilitado. Sim, sou a voz do povo. Risos. E sobre o Chalita, especificamente, o que dizer? Somente uma coisa: eu juro que não penso nele quando canto “a quase ninguém” naquela parte da canção do Lulu Santos: “não desejamos mal… a quase… nin-guém…” Quero mais que ele seja bem feliz e, se eleito, que faça uma boa administração! Agora eu, como todo mundo que tem um mínimo de bom senso, jamais votaria nele nas atuais condições de vassalagem a abortistas declarados. Que adianta se dizer pró-vida nessas condições? Foge da minha compreensão.
No mais, comentaristas revoltados, deixem disso pois eu sequer publico comentários. Olhem o coração! Vale mesmo a pena me desejar tanto mal só porque eu conto o que eu penso? Que bobagem. Não gastem tempo com isso… Gastem tempo sendo felizes. Quanto mais gente feliz no mundo, menos gente com desejo de vingança e com mau gosto para escolher banheiras.
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O que o deputado Gabriel Chalita e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, estão fazendo na Canção Nova?
23/07/2012 por Everth Queiroz Oliveira
Antes de qualquer coisa, é bom adiantar que este blog não é contrário ao apostolado desenvolvido pela comunidade Canção Nova. As postagens que já fizemos sobre as recentes manifestações de respeito à sacralidade na Liturgia são prova disso. Recentemente, inclusive, Cachoeira Paulista acolheu a Santa Missa na Forma Extraordinária do Rito Romano, atitude digna de numerosos elogios.
Só que o problema da vez é político, novamente. Ano passado, após forte protesto vindo do que Edinho Silva (PT-SP) chamou de “setores mais conservadores da Igreja”, o programa “Justiça e Paz”, que seria apresentado pelo político petista, foi tirado do ar. Junto com o deputado, quem deixou a grade de programação da TV Canção Nova foi o deputado Gabriel Chalita, do PMDB – e esta, nas atuais condições, deve ser considerada outra grande vitória alcançada graças à reação dos católicos “conservadores”. A atitude tomada pelos dirigentes da comunidade carismática tinha uma intenção clara: afastar apresentadores que estivessem envolvidos com a política eleitoral. Tanto é verdade que não só Edinho e Chalita foram embora, como os deputados Eros Biondini e Myriam Rios.
Acontece que a saída do deputado Gabriel Chalita foi também – como já dito – uma grande vitória. E por quê? Porque, nas eleições presidenciais de 2010, Chalita fez aliança política com o partido que mais trabalhou para legalizar o aborto em nosso país – o Partido dos Trabalhadores. Durante toda a campanha, afirmou que estes católicos que condenavam a candidata Marta Suplicy ou a até então presidenciável Dilma, por serem favoráveis ao gayzismo e ao aborto, não passavam de mentirosos, cidadãos dispostos a disseminar o que ele chamou de “boataria”. E mesmo sendo amplamente documentados todos os “boatos” defendidos pelos “conservadores caluniadores”, o discurso do político paulista não teve mudança. Mais: recentemente, depois de já eleito deputado federal, Chalita defendeu publicamente o reconhecimento civil das uniões homossexuais – assunto que também já abordamos aqui. Mais uma vez, desafiou descaradamente a doutrina católica, ignorando uma declaração fundamental da Congregação para a Doutrina da Fé, “dando de ombros” para a palavra da Igreja, palavra do até então cardeal Joseph Ratzinger – hoje Papa Bento XVI.
Bom, este homem, que, apesar dos fatos já explanados, “enche a boca” para dizer nos meios de comunicação que é “católico”, foi afastado da TV Canção Nova. Mas, aparentemente, seus laços de amizade com a comunidade carismática não foram totalmente desfeitos. Pelo menos, é esta a mensagem que passa a foto abaixo, tirada durante o Acampamento PHN, que aconteceu neste fim de semana, em Cachoeira Paulista.

O candidato à Prefeitura da cidade de São Paulo aparece, na imagem, ao lado de alguns membros da comunidade Canção Nova, durante o que parece ser um momento de oração. E, ao lado do cantor Dunga, uma personagem nova: o ministro da Saúde do governo Dilma, Alexandre Padilha, o mesmo que já fez a proposta – nojenta – de credenciar mais 30 centros para o aborto “legal” no Brasil, até o final deste ano.
A pergunta é: o que estes dois senhores – um “católico” amante das honrarias do mundo e um mundano amante dos ensejos feministas – estão fazendo no palco do Rincão da Canção Nova? Qual é o real sentido desta palhaçada?
Comemoramos muito a saída de Edinho Silva e de Gabriel Chalita da programação desta TV católica. E não nos calaremos diante desta que pode ser uma nova tentativa de infiltrar nessa comunidade – que tem um belo trabalho de evangelização – as sementes do socialismo, do petismo abortista e do laicismo agressivo, inimigos da religião católica. Por isso, os católicos do Brasil exigem satisfações… Os amigos da Canção Nova pedem – com urgência – uma explicação.












