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Arquivo para 12 março, 2012

A Canção Nova fez a cobertura da primeira audiência pública sobre a reforma do Código Penal, em São Paulo. Dentre os entrevistados está o professor Hermes Rodrigues Nery, Coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté. Ele denuncia que a ONU pretende elevar o aborto à condição de “direito humano” e explica que o verdadeiro direito humano, o principal dentre todos, é o direito à vida. Eu concordo.

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Coração de discípulo

A minha vida é do Mestre
Meu coração é do meu Mestre
O meu caminho é do Mestre
Minha esperança é meu Mestre

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Ele está de volta: temido, perseguido e criminalizado, o “panfleto” que quase custou a eleição da primeira presidente pró-aborto do Brasil será novamente distribuído

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a devolução do documento da CNBB Sul-1 (São Paulo), apelidado maldosamente de “panfletos”. E agora? “A ideia é distribuir o folheto, possivelmente com um adendo mostrando sua legitimidade. O PT e a presidente Dilma Rousseff sempre vão dizer que são contra o aborto. Porém, o ato da nomeação da ministra Eleonora Menicucci [Mulheres, a favor da descriminalização do aborto] tem o significado contrário ao que dizem”, disse dom Luiz Bergonzini, bispo emérito de Guarulhos, à Folha de S. Paulo, em matéria publicada neste final de semana e reproduzida no blog Fratres in Unum.

Dom Bergonzini também nos brinda com uma análise muito importante sobre a estratégia do PT de utilizar a “Igreja” Universal para levar a legalização do aborto ao discurso evangélico – como se os evangélicos achassem a Universal o máximo… que erro de cálculo mais sem noção do Governo… ou não… vai $aber -. Ele explica essa e outras no artigo: O demônio fechou o quadrado: Dilma Rousseff, PT, Eleonora Menicucci e Edir Macedo

Todos pela vida e com o apoio e chancela da CNBB (Sul 1, São Paulo) e do TSE. Que bom né?

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Mulheres pró-vida em audiência pública: “Senadoras, vocês não representam as mulheres do Brasil!”

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ACI Digital: Anteprojeto de lei favorecendo o aborto e a eutanásia é aprovado por comissão de juristas em Brasília
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O encontro está marcado: daqui a mais ou menos tempo, a primeira mulher pró-aborto a governar o Brasil irá se encontrar publicamente com a verdade macabra que por ora lhe traz inimizades, tira-lhe votos e apoio político, como bem explicou Eliane Cantanhêde, na Folha de S. Paulo. O recado ela já deu ao nomear pessoalmente a militante extremista pró-aborto, Eleonora Menicucci, para a Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República e, por meio de seu Governo, escolher juristas que militam pela legalização do aborto para integrarem a comissão de reforma do Código Penal, como a promotora Luiza Nagib Eluf e do professor Luiz Flávio Gomes.

Antes de 2014, Dilma precisa resolver esse “problema” para não correr riscos como os da eleição de 2010, quando o tema aborto quase lhe custou tudo, não fosse a interferência de “religiosos” bem pagos para pôr panos quentes na questão. E na semana passada, a pressa em legalizar o aborto apareceu outra vez com a aprovação da proposta de uma ampliação da impunidade para o crime de aborto e de eutanásia no anteprojeto de reforma do Código Penal, durante audiência pública, em Brasília.

Proposta aprovada apesar do povo brasileiro que, por meio do Alô Senado, manifestou-se majoritariamente contrário à legalização, como informou o próprio site do Senado:
“O Alô Senado registrou um aumento significativo, nesta quarta-feira (7), do volume de manifestações sobre a descriminalização do aborto e da eutanásia. Os cidadãos se manifestaram, em sua maioria, contrários à liberação do aborto e da eutanásia. Para estes, o povo brasileiro é a favor da vida e, segundo eles, esta proposta desrespeita o posicionamento da sociedade.”

A Agência Senado e o jornal O Globo repercutiram a manifestação pró-vida ao registrarem, durante a audiência pública sobre a reforma do Código Penal, a participação de mulheres que cuidam de grávidas, em Brasília, e que são contrárias à instrumentalização da reforma para pavimentar o caminho para a legalização total do aborto.

O assunto mobilizou o cardeal arcebispo de São Paulo, Dom Odilo P. Scherer, que escreveu ao Estadão:
Se há um problema de saúde pública a ser encarado, a solução não deveria ser a instrumentalização dessa tragédia humana para promover a legalização do aborto. Dar roupagem legal à tragédia curaria a dor e faria sossegar a consciência? Questão de saúde pública deve ser enfrentada com políticas voltadas para a melhoria da saúde e das condições de vida, e não para a promoção da morte seletiva.

A posição do cardeal contrasta com a posição do secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, para o qual não seria o momento de discutirmos sobre a legalização do aborto. Infelizmente o secretário geral parece não entender a gravidade do problema apresentado de forma clara pelo arcebispo de São Paulo. Mas é possível dialogar com Dom Leonardo Steiner, como explica Jorge Ferraz em seu blog:

“Se agora – quando as discussões estão iniciando – não é o momento de se manifestar, quando é que vai ser, Excelência? Quando a hegemonia de pensamento for construída na base da repetição unânime do pensamento abortista sem que os seus adversários se apresentem porque Vossa Excelência “entende” (!) que não deve se manifestar agora? Quando é que a gente deve se manifestar, Dom Steiner? Depois que o aborto for aprovado? Depois que o caminho para a sua aprovação no Congresso já estiver todo pavimentado pelos subseqüentes pareceres favoráveis (um já foi dado!) apresentados exatamente nestes “momentos” em que Vossa Excelência prefere que fiquemos calados?”

O tempo está passando. O que é possível fazer? Entrar, urgentemente, em contato com os senadores do seu estado e, principalmente, com os senadores da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que são aqueles que poderão vetar o texto pró-aborto e pró-eutanásia da reforma do Código Penal, cuja lista segue ao fim do post.

Além disso importa informar as pessoas, de forma especial as lideranças que você conhece. Pode parecer incrível, mas há muita gente que não sabe a respeito da reforma do Código Penal e muito menos que estão querendo legalizar o aborto por meio dela – ok, eles dizem “ampliar os casos de aborto legal”, mas de fato o que querem é a legalização, uma vez que o texto “reformado” do Código garante que o aborto seja feito sem ser crime quando tão simplesmente a mãe argumentar desconforto psicológico… Ora… Isso é o mesmo que legalizar o aborto em qualquer momento da gestação à pedido da mulher, é o chamado “abortion on demand”, comum nos EUA, no Canadá e todos os países onde o aborto é *legalizado*.

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Senadores da Comissão de Constituição e Justiça
Peça que eles vetem o texto da reforma do Código Penal que descriminaliza o aborto. Saiba mais!

EUNÍCIO OLIVEIRA (PMDB/CEARÁ)
TELEFONES: (61) 3303-6245
FAX: (61) 3303-6253
eunicio.oliveira@senador.gov.br

JOSÉ PIMENTEL (PT/CEARÁ)
TELEFONES: (61) 3303-6390/6391
FAX: 3303-6394
gab.josepimentel@senado.gov.br

PEDRO TAQUES (PDT/MATO GROSSO)
TELEFONES: (61) 3303-6550 e 3303-6551
FAX: (61) 3303-6554
pedrotaques@senador.gov.br

JORGE VIANA (PT/ACRE)
TELEFONES: (61) 3303-6366 e 3303-6367
FAX: (61) 3303-6374
jorgeviana.acre@senador.gov.br

ANTONIO CARLOS VALADARES (PSB/SERGIPE)
TELEFONES: (61) 3303-2201 e 3303-2206
FAX: (61) 3303-1786
antoniocarlosvaladares@senador.gov.br

INÁCIO ARRUDA (PCdoB/CEARÁ)
TELEFONES: (61) 3303-5791 e 3303-5793
FAX: (61) 3303-5798
inacioarruda@senador.gov.br

PEDRO SIMON (PMDB/RIO GRANDE DO SUL)
TELEFONES: (61) 3303-3232
FAX: (61) 3303-1304
simon@senador.gov.br

ROMERO JUCÁ (PMDB/RORAIMA)
TELEFONES: (61)3303-2111 e 3303-2117
FAX: (61) 3303-1653
romero.juca@senador.gov.br

VITAL DO RÊGO (PMDB/PARAÍBA)
TELEFONES: (61) 3303-6747
FAX: (61) 3303-6753
vital.rego@senador.gov.br

RENAN CALHEIROS (PMDB/ALAGOAS)
TELEFONES: (61) 3303-2261 e 3303-2263
FAX: (61) 3303-1695
renan.calheiros@senador.gov.br

LUIZ HENRIQUE (PMDB/SANTA CATARINA)
TELEFONES: (61) 3303-6446 e 3303-6447
FAX: (61) 3303-6454
luizhenrique@senador.gov.br

FRANCISCO DORNELLES (PP/RIO DE JANEIRO)
TELEFONES: (61)-3303-4229
FAX: (61) 3303-2896
francisco.dornelles@senador.gov.br

SÉRGIO PETECÃO (PSD/ACRE)
TELEFONES: (61) 3303-6706 e 3303-6713
FAX: (61) 3303-6714
sergiopetecao@senador.gov.br

AÉCIO NEVES (PSDB/MINAS GERAIS)
TELEFONES: (61) 3303-6049 e 3303-6050
FAX: (61) 3303-6051
aecio.neves@senador.gov.br

ALOYSIO NUNES FERREIRA (PSDB/SÃO PAULO)
TELEFONES: (61) 3303-6063 e 3303-6064
FAX: (61) 3303-6071
aloysionunes.ferreira@senador.gov.br

ALVARO DIAS (PSDB/PARANÁ)
TELEFONES: (61) 3303-4059 e 3303-4060
FAX: (61) 3303-2941
alvarodias@senador.gov.br

DEMÓSTENES TORRES (DEM/GOIÁS)
TELEFONES: (61) 3303-2091 e 3303-2099
FAX: (61) 3303-2964
demostenes.torres@senador.gov.br

ARMANDO MONTEIRO (PTB/PERNAMBUCO)
TELEFONES: (61) 3303-6124 e 3303-6125
FAX: (61) 3303-6132
armando.monteiro@senador.gov.br

GIM ARGELLO (PTB/DISTRITO FEDERAL)
TELEFONES: (61) 3303-1161 e 3303-1547
FAX: (61) 3303-1650
gim.argello@senador.gov.br

MAGNO MALTA (PR/ESPÍRITO SANTO)
TELEFONES: (61) 3303-4161 e 3303-5867
FAX: (61) 3303-1656
magnomalta@senador.gov.br

RANDOLFE RODRIGUES (PSOL/AMAPÁ)
TELEFONES: (61) 3303-6568
FAX: (61) 3303-6574
randolfe.rodrigues@senador.gov.br

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