
Aborto não é crime contra a vida. O absurdo é proposto pelos movimentos financiados pela Fundação Ford, McArthur e demais organizações internacionais que há décadas tentam fazer com que o Brasil “avance” à caminho da legalização do aborto. Por mais de 20 anos eles tentaram aprovar o projeto de lei PL 1.135/91 na Câmara Federal e perderam. O projeto foi sepultado, ano passado, pela militância pró-vida com a participação da cantora Elba Ramalho.

A clamorosa derrota do PL 1.135/91 começou no dia 07 de maio de 2008, quando a Comissão de Seguridade Social e Família, na incrível votação de 33 a 0, decidiu pela sua improcedência. Com o término da legislatura, o PL foi a arquivo. Esgotado o prazo para que pudesse ser recuperado, morreu definitivamente em 2011
Antes da derrota a indústria do aborto já reconhecia ser impossível usar o Congresso Nacional para aprovar a legalização. Não é novidade! Por vias democráticas nunca qualquer país legalizou o aborto. Bem pagos para fazer do crime um direito, os funcionários da causa abortista resolveram copiar seus patrões e decidiram que o aborto seria legalizado via Supremo Tribunal Federal (STF). E o Brasil, pela primeira vez, ouviu falar em embriões humanos congelados.
Não era aborto, diziam. Eram embriões congelados que após três anos não serviam pra nada e seriam descartados. Ora, é claro que seriam descartados: não existe no Brasil uma lei sobre a reprodução assistida. Cada clínica de horrores dessas faz o que quer, inclusive estupros – você lembra de Abdelmassih, né? Mas é claro, o problema não seria a inexistência de uma legislação que bote ordem no chiqueiro, como seria óbvio pensar. O problema seria o desperdício desses embriões que poderiam muito bem ser destruídos para salvar vidas.
Né?
Um plano diabólico. Se se pode destruir embriões humanos mantidos em geladeiras de laboratórios, porque não se poderia destruir o embrião humano no útero? São os mesmos residentes, só muda o endereço. Estava claro que o STF iria declarar a constitucionalidade disso mesmo indo contra a legislação brasileira… E no dia após a decisão favorável à destruição de embriões já se poderia iniciar uma campanha pela legalização do aborto, afinal, houve ministro afirmando do alto de seu poder criador e redentor que pessoa humana é só aquela nascida com vida.
Os funcionários do aborto chegaram perto. Mas mesmo os ministros não se envolveram na questão como as fundações internacionais gostariam! E o aborto não ganhou o foco nas discussões e continuou crime. Bem pagos, os abortistas tentaram de novo e dessa vez propuseram a legalização do aborto de anencéfalos via STF. Mas aí nasceu a menina Marcela de Jesus e nunca mais o Supremo julgou o assunto – este ano parece que vai.
Um serviço terceirizado de mais de 20 anos e sem NENHUM avanço na era Lula. Agora, com Dilma, a coisa vai, eles esperam e veem na Reforma do Código Penal uma oportunidade a mais.
E chegamos aos nossos dias e ao recorte lá em cima onde se registra a proposta de legalizar o aborto nos casos de anencefalia (que, veja só, agora já dizem ser caso de aborto… mas até ano passado era “adiantamento do parto” – um avanço, eu diria!), em casos de “técnica de reprodução assistida” não consentida (ué… mas eram só embriões de laboratório… agora já é aborto legalizado?), no caso de bebê com síndrome de down (que na sugestão dos funcionários do aborto vem com o nome piedoso de “incuráveis anomalias que inviabilizem a vida independente”).
E não acabou aí. A última sugestão e a mais vil de todas… O caso: POR VONTADE DA GESTANTE. Enfim, a sinceridade! É que não interessa aos funcionários da indústria do aborto saber se o feto é anencéfalo, saber se tem síndrome de down, se foi por reprodução assistida não consentida… O que interessa é que o aborto seja legalizado em qualquer circunstância, desde que a gestante queira, bastando para isso uma ajuda do médico que deverá constatar – não se sabe como, quando, nem de que forma… apenas se sugere que o médico “constate” – que a gestante COM VONTADE DE ABORTAR não apresente condições psicológicas de arcar com a maternidade.
Sim, é um absurdo. Mas, de todo mal se pode tirar um bem maior…
Veja: se estão propondo que é necessário e urgente reformar o Código Penal para que aborto NÃO SEJA CRIME… Então o que se depreende disso? Pense rápido.
Que aborto é sim, CRIME, em qualquer circunstância tratada pelo Código Penal. Mas isso é óbvio! Se é Código Penal, então trata de crimes. Alguém já viu um código penal para dar direitos? Em outras palavras os próprios abortistas confessam, sem querer, que, no Brasil, INEXISTE circunstância em que aborto seja direito. É sempre crime, mesmo no caso de risco à vida da mulher, mesmo no caso de estupro.
Por que é então que se fala em “aborto legal nos casos previstos em lei”??
Se já é legal, então por que os pró-aborto querem “legalizar” mesmo nos casos já previstos em lei? Pois nas sugestões deles consta que NÃO É CRIME aborto em casos de estupro ou de risco de morte para a mãe. Por que essa preocupação?
É porque o Código Penal nunca disse que aborto deixa de ser crime em alguma hipótese, mas sempre fala que deixa der ser punível em determinadas situações. Assim como não é punível o roubo entre pais e filhos. Mas é crime!
Num mundo ideal os terceirizados da Fundação Ford e McArthur estão apostando todas as fichas num avanço que, se perderem, pode ser o maior retrocesso da vida deles. Se perderem, claro… Porque, num mundo ideal, a não aprovação dessas sugestões macabras de aborto POR VONTADE DA GESTANTE acaba apenas reforçando o verdadeiro sentido do Código Penal brasileiro: aborto é, em qualquer circunstância, crime.
E sendo assim, os serviços de “aborto legalizado” – um absurdo sem qualquer sustentação jurídica! – estariam com os dias contados. Isso num mundo ideal… Porque neste mundo aqui, infelizmente, as coisas dependem muito de vontade política. E mesmo que o aborto não seja legalizado com a reforma do Código, tudo fica como está. O mesmo engodo de sempre.
Em resumo é isso. Você que está chegando agora, seja bem-vindo! As boas notícias são que os abortistas estão envelhecendo e morrendo – alguns se convertendo e mudando de vida! -; a medicina evoluindo cada vez mais e provando que todo ser humano é sim pessoa; e que o Papa é Bento XVI e está voltando ao Brasil ano que vem.
Aperte o cinto. Temos muito o que viver.
***
Folha de S. Paulo: Proposta quer liberar aborto a mulher sem ‘condição psicológica’
Veja: O AI-5 dos Abortistas














Que medo do caramba! Pensei que “enquanto você (eu) dormia” alguém havia simplesmente colocado para valer o negócio. Que susto me destes!
Faça-me um favor apenas, tens como me dizer quem é Santa Gianna Beretta?
Um abraço!
William, não aprovaram qualquer reforma no Código, como você percebeu. Risos. Sobre Santa Gianna, em resumo: ela foi uma médica católica italiana que tinha fibroma no útero e engravidou. Os médicos insistiram que ela abortasse. Ela não aceitou e morreu para dar a vida à sua filha. Ela é padroeira do meu blog porque a beatificação dela se deu por causa de um milagre no Maranhão, meu estado. O milagre da canonização também aconteceu no Brasil, em São Paulo. Enfim. Santa Gianna é um ícone pró-vida. E um ícone pró-vida especial para o Brasil, dado que seus milagres foram aqui.
MANDEM CELEBRAR MISSAS : ESTA TURMA DE ABORTO PRECISA TER RESPOSTAS MAIS FORTES ….. DO PROPRIO DEUS !