
Olha, não é novidade: a bandeira feminista é que as mulheres sejam (os piores tipo de) homens com alguns direitos a mais, como matar sem punição, por exemplo (é o caso do aborto). Quem não sabe disso vai ficar chocado com a notícia a seguir que de tão esdrúxula e ofensiva parece ficção… Mas, infelizmente, é real.
Especialista em ética da Inglaterra quer que mulheres abandonem maternidade e usem úteros artificiais. Sim, lembra aqueles filmes de terror, de ficção científica sobre o fim da humanidade… Crianças sendo geradas por ectogênesis (úteros artificiais). Tudo isso porque, segundo a feminista Dra. Anna Smajdor, “a gravidez é uma condição que provoca dor e sofrimento, e que afeta somente as mulheres. O fato de que os homens não precisam passar pela gravidez para ter um filho com ligações genéticas, ao passo que as mulheres precisam, é uma desigualdade natural”, ela conta num artigo que apareceu recentemente na revista Cambridge Quarterly of Healthcare Ethics.
Admirável mundo novo! Por que para essas feminazis acabar com as diferenças entre homens e mulheres é acabar com as mulheres? Se elas se importam tanto assim com as mulheres, a “lógica” daninha seria acabar com os homens e fazer todos terem úteros e se comportarem como mulheres, ou não? Como posso eu defender tanto a mulher ao ponto de querer que ela seja um… Um… Um homem?!
O feminismo é o machismo mais nojento de todos. É assassino, nazista, desumano sem igual. Só não vê quem não quer… Vamos então, no futuro, sermos filhos de chocadeiras? Todo mundo feito em laboratório, é isso mesmo que esta louca defende em nome da ética?!
Aprendi que o método desse pessoal é chocar-nos com as metas finais deles para que assim possam nos amortecer com as metas secundárias deles… É o que eles vêm fazendo o tempo todo.
Para ler mais, visite o blog do ativista pró-vida e pró-família, forçado ao autoexílio, Julio Severo.













E Huxley já alertava sobre isso nos anos 30…
Quanto mais o mundo avança, mais fica parecido com o “Admirável Mundo Novo”. Acho que já podemos dizer que este livro não é mais ficção.
E tem gente achando que isso é avanço.. Deus nos livre!
Como eu já disse ao Cajaíba, cadê aquela história de que o bebê (ou tumor), sem a mãe (ou hospedeira) não é nada?? De que o bebê PERTENCE ao corpo da mãe??
Olha, sinceramente, acho que vou me mudar para qualquer ilha que não esteja mapeada e voltar a viver livre dessas “modernidades”…