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Posts de outubro \31\UTC 2011

Como usar as redes sociais em defesa da vida? A jornalista catarinense, Fabíola Goulart, apresentará videoconferência com soluções a respeito dessa questão, amanhã, 1º de novembro, às 20h (horário de Brasília), a convite do II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida.

Coordenadora arquidiocesana do serviço de comunicação da Renovação Carismática Católica (RCC) de Florianópolis, e responsável pelo núcleo de jornalismo da RCC no estado de Santa Catarina, a jornalista deve sua própria vida a um comprometimento corajoso de sua mãe: conduzida a um abortadouro, a mãe da jornalista resistiu às pressões e escolheu pela vida de Fabíola Goulart, cuja história pessoal emociona e gera conversões de ideias e pensamentos nos encontros nos quais ela confere palestras.

Fabíola Goulart faz curso de extensão em teologia no Instituto Teológico de Santa Catarina (ITESC), onde ministrou oficina sobre redes sociais para sacerdotes e seminaristas, durante a “Semana Teológica – Comunicação: teologia e pastoral” e representou a arquidiocese de Florianópolis nos últimos Seminários de Novas Mídias promovidos pela CNBB Regional Sul 4.

Redes Sociais e Defesa da Vida será transmitida pela ACI Digital e pelo canal de videoconferências do II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida: www.livestream.com/congressoprovida

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Inscreva-se hoje mesmo no II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida: www.congressoprovida.com.br/inscricoes

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A gravação pode ser assistida aqui: http://www.livestream.com/congressoprovida

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Excelente! E eu tive uma surpresa com o desenrolar do tema: a morte encefálica, afinal, nem é a polêmica mais preocupante. Uma razão bem simples… Poucas pessoas realmente têm morte encefálica. A opinião pública é que confunde toda lesão cerebral dom morte encefálica – e não tem nada a ver. Estado vegetativo, por exemplo, não é jamais morte encefálica. Então essas histórias belíssimas de pessoas que despertam de um longo coma nada tem a ver com voltar, realmente, à vida, com exceção do sentido social dessa expressão.

O que preocupa mesmo é o pragmatismo como alguns diagnosticam a morte cardiorespiratória de todo dia. Pelo que entendi é mais negócio matar a pessoa dando logo o diagnóstico de parada cardiorespiratória irreversível e ir logo tirando os órgãos mesmo que a pessoa “apenas” esteja com o coração parado. Olha… É complicado.

Estou digitando toda a videoconferência e pretendo, nesta semana ainda, até terça-feira no máximo, colocar tudo o que o Pe. Hélio nos informou. A videoconferência começou pra valer às 15h15 depois de ajustes técnicos. Faz parte! Foi a primeira videoconferência, afinal. O público, formado por até 34 pessoas, foi bem participativo e tirou várias dúvidas com o padre.

O videoconferencista chamou atenção para a ideologia que querem incutir nos profissionais da saúde, especialmente: uma inversão na função do médico que, de profissional desejo da cura de seu paciente, torna-se um alguém que, muitas vezes, torce pela morte do paciente para que outros, “mais vivos”, possam se beneficiar.

Bom, tem bastante coisa para falar… Pe. Hélio comentou, inclusive, sobre a Academia Pontifícia para a Vida. Em outro post vamos partilhar tudo.

Há mais videoconferências em vista. Uma delas, inclusive, com uma Procuradora Geral de Justiça. Pois é! Legal, não? Vamos ver no que vai dar tudo isso.

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Damose da fa. Semo romani!” (Vamos em frente. Somos romanos!) – beato Papa João Paulo II, em Romanesco, lembrando sua condição romana, como a de seus paroquianos.

Pela primeira vez na sua história, ou pelo menos pela primeira vez no tempo em que eu acompanho a agência ACI Digital, o site de notícias católicas irá repercutir uma transmissão de videoconferência ao vivo. Trata-se de um marco na história da interatividade com o público brasileiro e na compreensão do que seja, afinal, a cultura digital na qual estamos, todos nós, imersos.

Explico: neste sábado, às 15h (horário de Brasília), a videoconferência de Pe. Hélio Luciano será também veiculada na capa do site da ACI Digital. O sacerdote está em Roma, é doutorando em Bioética e na ocasião abordará questões morais levantadas pelo “President’s Council on Bioethics” no documento “Controversies in the determination of Death”, um documento dos Estados Unidos que muda os argumentos para a defesa da morte encefálica como morte.

Veja: Videoconferência promovida pela Human Life International será transmitida por ACI Digital

Isso foi possível graças a você que compreende a importância da mobilização em rede, lição que aprendemos muito bem em 2010 e que jamais esqueceremos. Em pouco mais de um dia foram vários os sites, blogs, tweets, várias mensagens no Facebook, vários emails e vários convites em prol dessa videoconferência que, sabemos bem, é um exercício do nosso comprometimento com a causa da defesa da vida, compromisso que faz a Igreja Católica ser ainda mais forte em nossos dias.

Não há volta. É meu desejo mais profundo que este dia histórico nos meios de comunicação próprios da cultura católica digital brasileira seja inspirador especialmente para aqueles que, por vezes sem fim, disseram que a causa da defesa da vida é apenas mais uma causa importante dentre tantas outras. É mais que isso! É prioridade. É a causa de evangelização de nossos dias.

Deveríamos falar sobre isso todas as vezes em que nos encontramos. É necessário, a essa causa, direcionar todas as ações de nossas pastorais, movimentos, de nossa vida paroquial, social, profissional. E para tanto não é preciso fazer coisas extraordinárias, mas fazer o que é possível. E muitas vezes isso significa tão somente perseverar, ter constância, manter a esperança e a vida de oração. É isso que nos torna lideranças fortes e capazes.

É o que nos faz conforme nossa natureza romana, tão combatida em nossos dias.

Rezemos para que tudo dê certo. Assista a videoconferência e participe do chat online pelo site http://www.livestream.com/congressoprovida e ainda por http://congressoprovida.com.br/transmissao-ao-vivo, ou, até em comemoração à iniciativa, pelo site http://www.acidigital.com/

Pela verdade e pela vida, boa videoconferência a todos.

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O que você sabe sobre morte cerebral? O assunto é polêmico e será tratado durante a videoconferência que o Pe. Hélio Luciano transmitirá desde Roma a convite da Human Life International, promotora do II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida.
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ACI Digital: Em videoconferência membro da Comissão de Bioética da CNBB aborda morte cerebral
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Pe. Hélio Luciano é membro da Comissão de Bioética da CNBB e doutorando em Bioética pela Faculdade de Medicina do Campus Biomedico di Roma (UNICAMPUS). Impossível perder os esclarecimentos que ele dará sobre o assunto! Na oportunidade será possível usar uma sala de chat para fazer perguntas e trocar ideias, bastando para isso usar o login do Twitter ou do Facebook.

A videoconferência será feita no próximo sábado, dia 29, às 15h (horário de Brasília), por meio do canal do Congresso, no site http://www.livestream.com/congressoprovida, e marca a contagem regressiva para o Congresso que inicia na semana que vem, logo depois do feriado de finados.

Só lembrando: nos dias 3 e 4, sacerdotes e religiosos são o público-alvo do Congresso. Nos dias 5 e 6 será a vez dos leigos pró-vida participarem do evento que contará com a participação de Dom João Carlos Petrini, responsável pela Comissão Pastoral para a Vida e a Família da CNBB.

É semana que vem, já! E você? Já fez sua inscrição? Visite: http://congressoprovida.com.br/inscricoes ou entre em contato diretamente com a organização do evento pelo email contato@congressoprovida.com.br.

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Já falei sobre o Pe. Hélio Luciano aqui! Vale a pena ler de novo.

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Caramba! O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, Eros Roberto Grau, denunciou, em artigo publicado na revista Reformador, que os que postulam a legalização do aborto não estão interessados meramente em um direito civil, mas na exploração de uma atividade econômica. Disse tudo! Segue o trecho de Pequena nota sobre o direito a viver.

…a certeza do diagnóstico médico da anencefalia não é absoluta, de modo que a prevenção do erro, mesmo culposo, não será sempre possível. O que dizer, então, do erro doloso? A quantas não chegaria, então, em
seu dinamismo – se admitido o aborto – o “moinho satânico” de que falava Karl Polanyi?

A mim causa espanto a ideia de que se esteja a postular abortos, e com tanto de ênfase, sem interesse
econômico determinado. O que me permite cogitar da eventualidade de, embora se aludindo à defesa de apregoados direitos da mulher, estar-se a pretender a migração, da prática do aborto, do universo da ilicitude penal, para o campo da exploração da atividade econômica. Em termos diretos e incisivos, para o mercado.

Escrevi esta pequena nota para gritar, tão alto quanto possa, o direito de viver.” – Eros Grau, ministro que integrou a Corte brasileira no período de 2004 a 2010.

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Palestrantes do II Congresso Nacional de Planejamento Natural da Família

O bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dr. Dom Antonio Augusto Dias Duarte e o presidente da Comissão de Bioética da Arquidiocese de Brasília, Pe. Eduardo Vinícius de Lima Peters coordenam o II Congresso Nacional de Planejamento Natural da Família que inicia na próxima sexta-feira, dia 29 de outubro e se estende até o dia 30 de outubro em Brasília, no Colégio Carmen Salles.

O evento visa incentivar agentes de pastoral para a promoção do planejamento natural da família; o cultivo da vocação do homem e da mulher para o amor esponsal e a valorização da paternidade e maternidade responsável.

Dentre os palestrantes confirmados, a Dra. Lenise Garcia, presidente do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida Brasil sem Aborto, ficará responsável pela Síntese do Congresso.

Faça a sua inscrição pelo site: http://www.igrejadomestica.org.br/inscricoes

Confira a programação
(more…)

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O regional Sul 4 da CNBB, que compreende Santa Catarina, divulgou o pedido de beatificação da Princesa Isabel. A notícia diz respeito à entrega da carta-pedido a Dom Orani Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, por parte do coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida de Taubaté, Prof. Hermes Rodriges Nery.

Para ler no site: Processo de Beatificação da princesa Isabel tem início entrega de pedido

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Abolir o aborto


Legendas em espanhol. Para legendas em português clique em CC e depois escolha o idioma Português

Afinal, o que nós temos a ver com o movimento abolicionista? Tudo. No mundo todo o movimento pró-vida sabe disso.

Chegou a hora de, aqui no Brasil, também compreendermos que nossa causa não tem nada diferente da causa dos homens e mulheres que usavam as camélias brancas, no tempo da Princesa Isabel, como distintivo de que eram abolicionistas, ou seja: eles compreendiam o drama dos “seres humanos de segunda classe”, dos “sub-humanos”, dos “montinhos de células” dos dias atuais… A luta deles, como a nossa, era exatamente a de resgatar a dignidade humana e defendê-la de leis inimigas da própria vida.

É por isso que no começo desta semana eu lhes apresento o curta metragem Volition, aí em cima. Mostra, explicitamente, a relação entre uma causa e outra. Eu já havia falado desse filme quando, em 2008, o assisti pela primeira vez no Congresso Pró-Vida do Canadá. Na ocasião esteve presente o tataraneto do abolicionista inglês William Wilberforce: o frei católico, Gerard Wilberforce.

O tataravô Wilberforce lutou vigorosamente pelo fim do tráfico negreiro na Inglaterra de 1807. O frei contou, naquele congresso, que se o antepassado dele fosse vivo por certo contribuiria para que o aborto fosse algo impensável.

Na época eu não poderia imaginar que tínhamos uma motivação, no Brasil, muito mais especial, para nós, que o abolicionista inglês. Até que descobri, nesse último final de semana, a Princesa Isabel. Eu sabia o que todos nós “sabemos” sobre ela: que era uma mulher má, feia, bruxa, e que só assinou a Lei Áurea porque encheram muito o saco dela. E que idiota eu fui em acreditar nisso sem ao menos ler o que diziam as pessoas do tempo dela, o que dizem os historiadores não contaminados por ideologias de ódio pelas quais o mundo só é possível em uma relação de dominados e dominadores…

Descobri a Princesa Isabel. Li o que pude a seu respeito e chorei. Chorei de alegria e de arrependimento ao mesmo tempo por minha ignorância. Como ser católico e não saber que o Papa Leão XIII premiou a Princesa Isabel com a maior distinção que os Soberanos Pontífices davam a chefes de Estado? Como não saber que ela era “xingada” de beata por ser devota? Como não saber que seus próprios rivais republicanos a declararam “Redentora” na primeira página do jornal da época? Como não saber que desde tenra idade ela fora educada por abolicionistas e nunca viu na Lei Áurea um mero protocolo?

Eu não sabia. Mas eu sei, já faz algum tempo, que pretendo usar meus talentos para abolir o aborto. E sei que é possível! Como foi possível ao tataravô do frei Gerard Wilberforce abolir a escravidão da Inglaterra. Como foi possível à Princesa Isabel abolir a escrevidão, no Brasil.

Queridos… No dia 14 de novembro completam-se 90 anos da morte dessa abolicionista católica que nós desconhecíamos. Acho que temos uma dívida histórica para com a Princesa Isabel. Que isso sirva de convite à ação para aqueles que vêem além de si mesmos, que carregam no coração uma esperança, que sabem que vale a pena lutar por algo grandioso.

Entusiasmo é o que precisamos. Que a nossa meta não seja apenas afastar o Brasil da legalização do aborto, mas de tornar esse procedimento algo impensável. Inspiremo-nos em Isabel e vamos em frente.

Boa semana, abolicionistas!

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Quem foi a Princesa Isabel?

Mil tronos eu tivesse,
Mil tronos eu perderia
para libertar os escravos do Brasil!” -
Princesa Isabel em resposta ao Barão de Cotegipe, ao avisá-la que tinha perdido o trono após libertar os escravos, no dia da assinatura da Lei Áurea.

Ultramontana! A abolicionista, Princesa Isabel, não tinha interesses por outras religiões como o pai, Dom Pedro II – um católico, digamos, “progressista” para a época dele. A Princesa Isabel herdou da mãe dela o catolicismo ultramontano e era devota de Santa Isabel da Hungria e Santa Isabel de Portugal! Frequentava missas com assiduidade, mas não deixava de ter sua vida social e dava festas em casa com frequência, gostava de dançar e receber amigos no seu palácio.

Ela era abolicionista desde muito tempo, uma vez que foi educada pela Condessa Luiza de Barral, uma mulher emancipada para a época, que tinha um pai abolicionista. A Princesa fazia festas abolicionistas em Petrópolis e seus filhos faziam jornaizinhos abolicionistas. Ela promovia libertações em Petrópolis e financiava alforria de escravos com seu próprio dinheiro além de apoiar a comunidade do Quilombo do Leblon que cultivava camélias brancas, símbolo do abolicionismo.

Havia vários tipos de abolicionismos na época. O abolicionismo da Princesa Isabel era o abolicionismo católico! A diferença desse para os demais abolicionismos foi magnanimamente demonstrada com a Lei Áurea: os escravos não apenas estavam libertos, eles estavam em pé de igualdade com os brancos. Foi por isso que os escravocratas, que então passaram a ter o mesmo valor que os negros (e vice-versa), se revoltaram contra a monarquia. Assim, era uma questão muito além da econômica.

Foram as convicções religiosas da Princesa Isabel que levaram-na a agir pela abolição total.

No Brasil a escravidão era muito enraizada, a tal ponto que mesmo escravos libertos tinham escravos. A princesa branca dançava com negros em seu palácio. E foi o jornal de um abolocionista republicano, negro, que após a assinatura da Lei Áurea deu a manchete: A Redentora.

Um ano depois do grande feito os militares deram um golpe e a monarquia estava extinta. A Princesa Isabel, com 43 anos, seguiu com a família para o exílio na França. Nesse momento ela aproximou-se ainda mais do catolicismo e dos bispos no Brasil. Ela faleceu em 14 de novembro de 1921 e seu corpo foi transladado em 1953 para o Rio de Janeiro e jaz na catedral de Petrópolis desde 1971.

Você ainda se pergunta como a princesa carioca poderá chegar aos altares? Se dê ao trabalho correto e refaça a pergunta. “Como ela não chegaria aos altares com tanta fama de santidade e ortodoxia católica?” Eu acredito que ela chegará.

Assista aos vídeos acima, do programa “De lá pra cá”, por ocasião dos 90 anos da morte da Princesa Isabel. Vamos conhecê-la mais, vamos difundir sua história, resgatá-la e defendê-la do esgoto marxista “católico” que já borbulha em fúria contra sua beatificação.

Os detalhes sobre a história da Princesa são deveras instigantes… No exílio ela esteve no mesmo local em que Santa Joana D’Arc esteve. Foi a Princesa Isabel, inclusive, quem coroou a imagem de Nossa Senhora Aparecida, uma virgem negra. Há tantas e tantas coisas que fico perplexo em ver como demorou-se tanto tempo para que tivessem proposto o seu processo de beatificação.

Agora que foi feito, providencialmente pelo movimento pró-vida, dificilmente haverá retorno nesse caminho. Os abolicionistas do século XXI precisavam mesmo de uma padroeira e protetora. Ei-la. Isabel do Brasil.

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Professor do curso de Medicina da Faculdade Ingá (Uningá), em Maringá (PR), o padre Luiz Antonio Bento, pós-doutor em Bioética, lançou neste sábado o livro “Bioética e pesquisa em seres humanos”. Em entrevista a Carla Guedes, de odiario.com, o doutor explicou que as pesquisas com embriões humanos são diferente das pesquisas que usam o ser humano para testar algum medicamento pelo simples fato que na pesquisa com os embriões a vida humana é destruída:

São quatro princípios fundamentais que norteiam os experimentos com humanos: autonomia, a pessoa deve dizer se aceita ou não participar. O outro é beneficência, significa que o cientista tem que atuar para fazer o bem ao sujeito que participa da pesquisa. O terceiro princípio é o da não maleficência, no qual não basta fazer o bem, é preciso não fazer o mal. O quarto é o da justiça, em que o sujeito tem o direito de participar dos resultados. Se hoje superamos tantas doenças, como o sarampo e a tuberculose, foram graças às pesquisas. Mas uma sociedade não pode avançar matando outras pessoas.

A células-tronco são retiradas de embriões e há uma fase em que eles não suportam a intervenção. Nós ainda não temos uma técnica capaz de retirar uma célula do embrião e fazer com que ele permaneça vivo. Outros tantos cientistas, e não só a Igreja, são contrários ao uso das células-tronco embrionárias. Não é possível, hoje, fazer uma terapia com um embrião sem destruí-lo. É 100% certo que o embrião morrerá. Ora, se o embrião é uma vida humana, ele precisa ser preservado. A Igreja é favorável ao uso das células-tronco adultas porque a experiência não causa morte.”

Para ler a entrevista completa: Padre diz que pesquisar com embriões é matar

No Brasil a doutora Mayana Zatz, ávida por um prêmio Nobel,fez lobby para que as pesquisas que destroem embriões humanos fossem consideradas constitucionais. Ela visitava os ministros levando um alfinente e argumentava que os embriões não eram seres humanos por serem menores que uma cabeça de alfinete. Não ria. É sério. Risos.

O assunto foi parar no Supremo Tribunal Federal (STF) que, por 6 votos a 5, decidiu pela constitucionalidade das pesquisas com embriões congelados há mais de três anos – argumentando que eles iriam mesmo ser descartados após tanto tempo. Foi um sufoco! Mas as palavras do ministro Menezes Direito, que Deus o tenha, foram proféticas:

O voto vencido de hoje é o vencedor de amanhã.” – Ministro Carlos Alberto Direito, voto vencido, ao final do julgamento favorável à constitucionalidade das pesquisas que vão destruir os embriões humanos.

A profecia se cumpriu e, nesta semana, a imprensa internacional divulgou: Europa impõe novos limites nas pesquisas com células-tronco. O que aconteceu? Simplesmente o principal tribunal da União Europeia PROIBIU as pesquisas com embriões humanos no estágio de blastocisto, pois tais pesquisas destroem os embriões. O que é inacreditável é que essa conquista importantíssima para a defesa da vida humana é consequência de uma ação, acreditem se puderem, do Greenpeace.

Pois é, amigos, a ética tem prioridade sobre os interesses comerciais.

Três anos depois da travessura da doutora Mayana Zatz NUNCA qualquer pessoa foi curada após as pesquisas com destruição de vidas humanas. E o que a doutora fez? Deu continuidade às pesquisas com células-tronco ADULTAS, as únicas capazes de curar e reabilitar os seres humanos, pesquisas apoiadas, OBVIAMENTE, pela Igreja Católica.

É… Alguém precisa confessar que errou, errou feio. Oremos.

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Vale a pena ler de novo:
todos os posts deste bloguinho insolente sobre a musa da ciência-espetáculo, Meengana Zatz,aqui e aqui. Bons tempos de irreverência, não? Mas eu cresci e, como toda gente grande, sou um covarde e tenho medo de processo. Risos. Às vezes… ;)

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