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Arquivo para 2 setembro, 2011

O que Mohammed fez por você?

Não sou criminosa, não fiz nenhum mal. Fui julgada por ser cristã. Creio em Deus e no seu enorme amor. Se o juiz me condenou à morte por amar a Deus, terei orgulho em sacrificar a minha vida por ele.” – Asia Bibi

Dia 07 de setembro, em Lisboa, Portugal, a história de Asia Bibi, a católica que “contaminou” um poço muçulmano pelo simples fato de tocá-lo com mãos cristãs, será lançada em língua portuguesa pela autora do livro “Blasfémia – Condenada à morte por um copo de água”, Anne-Isabelle Tollet, repórter do canal televisivo francês France 24.

Gostaria de, como Asia Bibi, lembrar que Mohammed nada fez por mim. Ao contrário de Cristo que morreu por toda humanidade. Também parabenizo Asia Bibi pela resposta às autoridades paquistanesas das quais ela é refém. Asia Bibi prefere morrer cristã do que fazer-se muçulmana para sair da prisão. Rezemos por mais essa vítima da perseguição aos cristãos, filhos da religião mais perseguida em todo mundo.

Rezemos também para que, quem sabe, alguma editora católica do Brasil se interesse por uma versão do livro para o nosso português.

Asia Bibi, querida, estamos com você.

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Achei interessante que coube à própria Delegacia da Mulher a ação: em Caruaru, no agreste de Pernambuco, a Delegacia da Mulher prendeu quatro pessoas e fechou o abortadouro. Li no site Nordeste 10.

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The British Journal of Psychiatrists publicou estudo baseado em uma análise de 22 projetos separados que avaliaram as experiências de 877 mil mulheres, das quais 163,831 tinham abortado. Os resultados apontaram que mulheres que se submeteram ao aborto tiveram um risco 81% maior de problemas de saúde mental e quase 10% das doenças mentais mostraram ligação direta com o ato.

A pesquisa concluiu que o aborto estava relacionado a 34% de aumento de chances de transtornos de ansiedade, 37% de depressão, 110% de aumento de risco do abuso do álcool, 220% do uso de maconha e 155% mais chances de suicídio.

Copiei do site de notícias Terra. O estudo foi divulgado também pelo Daily Mail e pelo presidente da Associação Americana de Ginecologistas e Obstetras Pró-Vida.

Vale lembrar que The British Journal of Psychiatrists não é católico e portanto está livre do preconceito aceitável. Por acaso aqui está a publicação do estudo completo, em inglês, para matar a curiosidade do visitante! Abortion and mental health: quantitative synthesis and analysis of research published 1995 -2009.

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Valores

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Ilumina, ilumina

Reconheço que é questionável eu falar de família estando bem longe da minha família natural que me aguentou durante as últimas duas décadas e um pouquinho… Que me aguenta, com alguns intervalos, é verdade. Risos. Mas, de toda forma, eu gosto dessa música do Pe. Zezinho. É um hino pró-vida! Faz pensar no tempo em que “não ter filhos” jamais era opção… No tempo que padre cantor era padre. Ok, não vamos começar!

“Ilumina… Ilumina… Nossos pais, nossos filhos e filhas…” Eu lembro que, quando era criança e era época de prova no colégio, minha mãe colocava um óleo na minha testa – antes de sairmos pra escola – e eu tinha a impressão que iria lembrar de tudo que estudei – e lembrava! Era legal. Minha mãe sempre foi a sacerdotiza da família – crucifiquem-me, mas era legal, risos.

E meu pai uma vez me salvou de ser devorado pelos cachorros do vizinho. Eles entraram latindo no terraço de casa e eu dei um pulo em cima do nosso Corcel (lembram do Corcel?) Eu meio que dirigia um, mas só que parado… Ou era o Chevette? Bom, de qualquer forma aos oito anos eu não tinha carteira. Bom, mas eu lembro que parei na capota do carro e os cachorros lá embaixo latindo, latindo. Papai chegou e tirou eles de lá e eu pude descer. Risos. Imaginem se fossem pitbulls, os vira-latas!

Foi um risco. Mas eu me habituei aos riscos… E a dor. E, mais recentemente, ao frio. Quinta-feira fez frio mas eu não senti tanto. Até fingi um friozão para interagir com o populacho que caminhava nas ruas – em sociedade temos que interagir, parecer normal, normal. Mas, em geral, eu meio que perdi a noção de quando está frio mesmo. Por via das dúvidas, sempre levo meu cobertor de cabeça – popularmente chamado de chapéu do Chaves – na mochila.

Sabe o que eu mais gosto aqui? Das gentes. É gente de tudo quanto é canto. Não que eu goste de todos, mas gosto da ideia da presença de “todos estão por aqui”. E sempre tem alguém falando espanhol por perto. Acho legal. Futuramente gostaria de conhecer o Chile ou a Argentina – mais o Chile. Gostava de ouvir as católicas chilenas e seus amigos gritando “Chi-Chi-Chi-le-le-le-viva-Chile” quando da visita do Papa ao Brasil. O tempo passa rápido! Era 2007… Foi o ano da minha vida. Tudo aconteceu em 2007.

E acabou. A vida passa… A coisa mais recente que aprendi: faz diferença você saber que, para os sudestinos e sulistinos o “e” jamais é “i”. Fiz uma nota mental sobre isso quando me deram o email de um contato, no trabalho, que terminava com um sonoro “i” que, pra mim, é “e”. O email retornou. Risos. Mas, a bem da verdade, pra mim esses sons fechados de “o” e “e” são influências de outras línguas no português do Brasil (inglês e espanhol?)… Modéstia a parte, em São Luís se fala mesmo o melhor português do país embora eu diga – metindo, mil vezes mentindo, risos – que isso não é verdade, que é só a fama, um mito. Risos. Enfim, isso deixa o ouvinte feliz e me faz uma pessoa mais tolerante e atualizada. É o que importa na vida, risos.

É isso, minha gente. Setembro… Vou passar uns dias em casa! Lá no final do mês, depois da festa de São José que, caso vocês não saibam, não é em março, mas em setembro. Ao menos lá em casa, onde o santo tem botas e atende por Ribamar. “Ilumina… Ilumina…”

Essa é mais uma edição do diário de bordo de Lucas Silva e Silva, falando diretamente do Mundo da Lua, onde tudo pode acontecer… Eu curtia. Bom final de semana!

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