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Posts de julho \31\UTC 2011

Agosto: mês dos anencéfalos


Que susto: “Pônei maldito, pônei maldito, lá, lá, lá, lá! Sou uma antropóloga em defesa da mulher!”

A morte só é possível após a vida. Alguém tem dificuldade para entender isso? Os seres vivos têm perspectiva de vida, por mais curta que essa seja. Assim também acontece com os bebês que têm a deficiência conhecida por anencefalia e que, conforme a revista ISTOÉ, desta semana, deverão estar na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) que, advinhem, decidirá neste mês de agosto se os bebês com anencefalia têm ou não direito de ter suas vidas preservadas – vão definir se legalizam ou não o aborto dessas crianças, pois é.

Se o STF decidir que, sim, matar crianças anencéfalas é uma bênção, então os hospitais públicos e os planos de saúde terão que abençoar as mães, que não querem deixar seus filhos nascer, com a assistência necessária para o aborto.

Só recapitulando: o lado negro da força, os abortistinhas brasileiros (cada vez mais velhos – e feios – dado o desinteresse da juventude por suas bandeiras de sangue) com medo do termo “aborto de anencéfalos”, usam o termo “antecipação do parto de fetos incompatíveis com a vida” (quanto de participação nos resultados da MacArthur e da Fundação Ford eles ganharam por essa?) para promover a legalização do aborto de fetos anencéfalos. A ideia é convencer o brasileiro que a questão “SEQUER, Ha, Ha, Ha” trata-se de aborto, imagine. Afinal, os bebês anencéfalos são incompatíveis com a vida: ou seja, não basta ser humano e estar vivo, tem que ser compatível com a vida. É essa a brincadeira mortal dos peritos incompatíveis com o bom senso.

A matéria da revista traz depoimentos de mães que “abortaram legalmente” – como se isso fosse possível… e não é! Afinal, aborto é crime, no Brasil, e crime não é um ato legal – em 2004, quando o aborto de anencéfalos foi permitido por alguns meses. TODAS as mães (chamadas de “beneficiadas” pela reportagem…) levam as cicatrizes do ato, até hoje. Estes são os termos com as quais a própria revista se dirige às “beneficiadas”: TRAUMA, CICATRIZ, DRAMA, DOR, MACHUCADO.

Essas são as tags do aborto de anencéfalos na vida das mulheres e, ainda assim, há quem se preste a promover a “causa” da legalização do aborto desses bebês em nome da saúde física e psicológica da mulher. Vai entender como é que uma coisa ruim assim vai ser boa depois de legalizada.

A reportagem de ISTOÉ entrevistou os especialistas em “antecipação do parto” que, coincidentemente, estão presentes em qualquer busca no google sobre aborto. Por que será? São as mesmas figurinhas sombrias de sempre: a antropóloga Debora Diniz (fotografada com um realismo que me surpreendeu!); o geneticista, ginecologista, obstetra e professor da USP, Thomaz Gollop (já registramos a causa dele, aqui, lembra?); e o advogado da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS), Luís Roberto Barroso (que luta para que os políticos não banalizem o aborto ao mesmo tempo em que luta para legalizar o aborto).

Todos parceiros das fundações MacArthur e Ford que, há anos, se esforçam para legalizar o aborto no Brasil. Nada novo! A não ser para o grande público que nunca vai pensar que esse pessoal é pago e muito bem pago para minar o direito à vida de seus futuros compatriotas. Paciência!

Mas tem o lado bom da matéria: entrevistaram dom João Carlos Petrini, presidente da Comissão para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil; e também o Paulo Fernando da Costa, vice-presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família. O Paulo lembra algo interessante: “O nosso Código Penal não contempla a hipótese do feto inviável porque foi elaborado em 1940, quando o diagnóstico da anencefalia não era possível.” E também denuncia que “o que esses grupos feministas não conseguem no Legislativo, tentam via Judiciário”.

É, senhores… Agosto começou! Vamos lá.

***

Para ler a ISTOÉ: A vida depois do aborto

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Meninos, eu vi! Baixei pela internet mesmo o filme “There be Dragons” (Encontrarás Dragões), com legendas em português europeu, e assisti na tarde de sábado. O filme conta duas histórias: a principal, a respeito do amigo do padre São Josémaria Escrivá, chamado de Manollo – provavelmente um personagem fictício -, e sua decisão por vingar a morte de seu rico pai, servindo como espião entre os revolucionários comunistas.

É bem interessante a história toda e de forma especial os diálogos que nos fazem transcender, pensar sobre o sentido da vida e conhecer mais sobre o santo que fundou a Opus Dei: um homem pacífico, sereno e realizado em sua vocação sacerdotal. Apaixonado pelo ser humano, mas antes de tudo apaixonado por um homem judeu ao qual chamamos Cristo.

A história secundária é a própria história do santo espanhol e da criação da Opus Dei que, no filme, surge a partir de uma visão de São Josémaria: ele, cercado de diversos profissionais, vê Nosso Senhor trabalhando na carpintaria e sente-se motivado a criar um movimento, “uma família” – como ele diz no filme, que busque as maravilhas de Deus fora do âmbito clerical. A proposta, inclusive, é criticado, tida como “muito protestante”, numa primeira impressão de seu superior que, em seguida, compreende a iniciativa, embora tente dissuadir o padre, oferecendo-lhe promoções pessoais – as quais São Josémaria recusa.

Por meio de São Josémaria o espectador consegue passar pelo horror da guerra civil (há muitas mortes, tiros, explosões, é um drama com muita ação, eu diria – mas um drama, definitivamente um drama) sem contaminar-se com o ódio que incandeia grande parte dos personagens do filme, inclusive os mais próximos do santo espanhol. Ele próprio é tentado, mas resiste com violência (literalmente), contra si mesmo. Impossível não interessar-se mais por São Josémaria depois de assistir a Encontrarás Dragões. É um filme sobre o santo e também sobre nós mesmos, sobre a luta diária de vencermos nossas imperfeições. No fim, uma história especial sobre amor e perdão. Deus e audácia. Emociona.

A seguir imagens das missas que São Josémaria celebra às escondidas por causa da perseguição religiosa, na Espanha em tempo de guerra civil. Também segue um diálogo que o santo tem com uma paciente do manicômio onde ele buscou abrigo para não ser morto pelas milícias que destruíam igrejas e matavam sacerdotes.

Não sei quando o filme estreará no Brasil, mas como disse, é possível baixá-lo pela internet. Espero que estreie nos cinemas para que seja mais fácil prestigiar a obra.


Personagem: Ele não te ouve, te ouve? (Diz criticando o padre Josémaria Escrivá, em oração). Tanta dor e Deus permanece em silêncio. Ele é um monstro, sabia? Mas eu o amo.

Josémaria: Mesmo sendo Ele um monstro?

Personagem: As mulheres conseguem amar monstros. (Ela mostra cicatrizes nos pulsos) Depois de me violarem deixei de ir a missa.Não percebia como pudera Deus ter permitido tal coisa. Mas aceitei! Deus pode ser terrível… Agora vou à missa. E as minhas orações são ainda mais profundas. Combato-O com amor!

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Daqui a 16 dias: JMJ, Madri.

Capital Mundial da Juventude, esta será Madri nos dias 16 a 21 de agosto. A cidade acolherá milhares de jovens peregrinos que terão um encontro com o Papa Bento XVI durante a Jornada Mundial da Juventude, a JMJ. Para os mais dispostos trata-se de uma oportunidade ao exemplo do caminho de Damasco, no qual Saulo de Tarso converteu-se em Paulo! E, aliás, muitos tiveram seu Damasco em Madri, terra de santos, de mártires e de cristãos normais que procuram imitar a Jesus Cristo na vida ordinária. Por esses dias especiais, Madri será, especialmente, a cidade de Pedro.

Particularmente estou ansioso pelo pós-JMJ. Pelos frutos que, sem dúvida, surgirão na capital espanhola e em toda a Espanha! Já li por aí que não haveria melhor estratégia para fortalecer a fé dos jovens acossados pela cultura da morte que invadiu, com desespero, o país governado por Zapatero. Quem sabe é a hora da virada. Há coisas que só mesmo um Papa, pessoalmente, pode fazer. Tenho esperança que Bento XVI o fará.

Vale a pena ler Una tierra de mártires que necesita nuevos santos antes de começar a sua jornada. Para o heroísmo é que foram chamados os jovens peregrinos!

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O carismático fiel

Aprendi que a gente diz “de boa cara, daí” quando as coisas vão bem e que “maranha” é como se chama todo cara inteligente, sortudo e boa pinta. Hoje sei como é legal uma geladeira puritanismo-free, e tenho treinamento de elite em atitudes práticas de homens de verdade – com direito a um aprofundamento em artes praticamente marciais como as de “turiferário”, “naveteiro” e “luciferário”.

Honras concedidas pela companhia do professor Daniel que, daqui a poucos meses, despede-se do time dos solteiros, em Lutexas, uma cidade americana muito paulista. Parece que faz um tempão que conheci o carismático fiel, um espécime raro em nossos dias e, provavelmente, nos dias que virão. Um sinal de que a esperança não decepciona.

Conte comigo. Sou da torcida dos amigos todos que estaremos às portas do mundo, quando preciso for, a gritar “Free Daniel, NOW!” e sempre a sorrir da fúria dos tolos que ignoram o tesouro de um sábio coração catarina. Escolhemos a melhor parte. Até a vitória!

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Criminalização da mulher!! Como pode a vovozinha Linda Gibbon, 62 anos, 1,50 m de altura e 50kg ser presa por causa de aborto?! Que sociedade patriarcal é essa que tira da mulher o direito a seu próprio corpo e mete na cadeia alguém como Linda só por causa de aborto?! E se fosse sua mãe, sua tia, sua avó?! Você denunciaria?! Você concordaria com essa prisão?! Hein?! Hein?!
Assim é o papo dos abortistas financiados pela indústria do aborto. O interessante é que toda essa defesa apaixonada “contra a criminalização” da mulher, pelo “direito da mulher ao próprio corpo” só serve unicamente para impedir que alguém raciocine que aborto é assassinato. “Mas, Wagner, mesmo no caso de uma senhora de 62 anos?! Você é um monstro de teclados!! E o amor?!” Surpresa: a vovozinha foi presa não por fazer aborto, mas por REZAR em frente a um abortadouro, em Toronto, Canadá.
Isso mesmo. Linda passou 7 anos, não consecutivos, no cárcere porque infrigiu as leis abortistas do único país sem leis abortistas… O Canadá não tem leis sobre o aborto, exceto a lei que enfia na cadeia qualquer um que rezar próximo a uma “clínica” de abortos “protegida em zona livre de manifestações pró-vida”. E essa lei a vovozinha da foto conhece muito bem.
E aí? Por que os chiqueiros feminazis não estão empenhados para defender Linda contra “a criminalização da mulher”? Porque isso é só papo.
Essas zonas anti-liberdade-de-expressão já foram requisitadas, inclusive, na Espanha e, no futuro, poderiam também ser requisitadas no Brasil que, finalmente, é governado por uma mulher-pró-aborto, um marco em nossa história democrática.
É claro que não basta prender. Em outubro de 1999 a polícia de Toronto “usou métodos violentos” para prender a vovozinha! E na ocasião também prenderam os repórteres pró-vida que cobriam a prisão de Linda. Na época, depois de ser presa, Linda permaneceu 26 horas sem comida, sem bebida ou cobertor para passar a noite. O crime da vovozinha: segurar uma placa, em frente a um abortadouro, com os dizeres “Por que, mamãe? Se tenho muito amor para dar…” É, amiguinhos, assim é o mundo pós-descriminalização do aborto. Você aí pensando que ser contra o aborto não implica em ser contra a descriminalização do aborto uma vez que assim todos poderão ser amigos e felizes… Você é só um idiota. Obrigado.

Linda está em liberdade. Até quando? Leia mais em Dos años y medio de cárcel por manifestarse ante un negocio abortista

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Meu momento penteca

agora me dei conta de que nunca havia feito, oficialmente, o “meu momento penteca” por aqui com um post só pra ele. Para me redimir, enfim, um compacto! Estou revisitando o passado. Que coisa, não? Vamos que vamos!

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Quase três anos…

I just miss that. O bom é que eu gravei os momentos… Rs. Funciona! Bola pra frente!

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Antes, uma breve história que eu não pedi autorização para contar – só pra variar um pouco. O texto que segue foi motivo de lixamento moral da autora por um grupo de feminazis e outros quadrúpedes.

A coisa foi tão séria que a autora parou de blogar. Eu fiquei impressionado com isso. Como é que pode? E o pior de tudo: o texto não diz nada de absurdo, nenhuma revelação bombástica, apenas um comentário muito proveitoso sobre famílias numerosas, sobre uma notícia de internet.

Quando a autora me contou o que se passou, não perdi tempo. Estamos precisando de uma confusão nova no blog, inclusive! Então, segue “Egoísmo Altruísta”, o retorno.

***

Egoísmo Altruísta
Anne Caroline Gomes

Tem horas que eu fico sem saber se eu sou anormal ou se as pessoas a minha volta é o são.

Procurando por famílias numerosas na internet, encontrei uma matéria do tablóide inglês “The Sun” traduzida no site Metarmofose Digital sobre uma tunisíana que estaria grávida de 12 filhos. Claro que ter doze filhos de uma só vez é arriscadíssimo, mas não impossível e não justificaria o aborto. O interessante é que as pessoas não acham estranho a mulher estar grávida de doze filhos, o que eles acham estranho é que ela e o marido QUEREM ter os doze filhos; e não por sensacionalismo, uma vez que ela pediu para não ser identificada no jornal.

Entre os comentários de diversos sites, encontro coisas como “cadela hahahaha mas que um cadela mulher que tem mas de 12 filho pra mim e cadela.”, “A Terra já quase não tem superpopulação, né?Não não é quase impossível criar um filho, que dirá dois, que dirá dez, que dirá DOZE? por causa de gente sem caráter e egopista* assim que o mundo está indo por água abaixo. Ela só pensa na suposta “alegria” de “ser mãe”, mas cadê a responsabilidade? Tem muitas mulheres estéreis que têm mais sensatex* e mais capacidade de criar filhos que essas parideiras irresponsáveis, fábricas ambulantes de bebês. E mais: hoje em dia criar filhos é caro. Vão ter que viver de caridade. Por que os outros têm que sustentar filhos de gente irresponsável? Isso é muito revoltante.”, entre outros. Agora se você for olhar a arvore genealógica deste pessoal deve ver que os pais tem muitos irmãos, ou os avós os tem. Será que eles preferiam que os avós tivessem utilizado métodos contraceptivos e, por consequência, inviabilizassem a existência deles, para que, depois, não estivessem na frente do computador a escrever tanta bobagem? Vai saber…

Nem sei se a notícia é verdadeira; acredito eu que não; mas me espanta o ódio que as pessoas tem a maternidade. Hoje, muita aberração é visto com mais normalidade (que o diga as novelas), que uma mãe de família numerosa. Acham que eu estou exagerando? Conheço diversas famílias numerosas (com 3, 5, 6, 8 e até 13 filhos) que sofrem todo tipo de discriminação. O que as pessoas falam a eles? “Vocês não tem televisão em casa não?”, “Quem tem muito filho é gente pobre, pra trabalhar e ajudar a casa”, “Existe um negócio que se chama camisinha”, “Parem de ter filhos e vão namorar (como é que essas pessoas acham que os filhos são concebidos???)” e por ai vai.

Nos blogs chovem listas de “Razões para não ter filhos”. Inclusive uma Francesa mãe de 2 filhos, Corinne Maier, escreveu um livro chamado “NO KIDS” listando 40 razões para tanto, entre elas “Crianças são caras”, “Você terá que escolher entre sucesso profissional e maternidade”, “Você vai perder contato com seus amigos”, “Você inevitavelmente vai desapontar seu filho” e a que eu achei mais criativa e sem noção “Ter filhos prejudica o meio-ambiente”. Depois de tanta baboseira, ainda consegue aparecer alguém com outra maior “Que tem filho é egoísta!”.

Segundo o Auréilo, egoísmo é: sentimento ou maneira de ser dos indivíduos que só se preocupam com o interesse próprio, com o que lhes diz respeito.

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Pais

Eu que fiz, ó! Gostei… Antecipando o dia dos pais.

***

O pai ama, especialmente, de forma efetiva: nem sempre por meio do afeto carinhoso e empático (propriedade de se colocar no lugar do outro) associado à figura da mãe, comumente os pais estarão presentes na vida de seus filhos por meio do trabalho, do ensino, do lazer e da força.

Este é o amor associado à figura do provedor que, hoje, também é desempenhada por mães chefes de família.
Esse amor característico do pai nem sempre é reconhecido quando se cobra que o homem demonstre mais seus sentimentos, que seja menos prático e demore-se mais ao lado dos filhos.

É claro, são demandas bem-vindas, e os pais que souberem vivê-las, colherão bons frutos. Mas importa celebrar também o amor do pai à moda antiga que, como o amor de mãe, é uma expressão do amor do próprio Deus, também sacrifica-se por seus filhos e transforma-se em uma presença importante que nos acompanhará por toda vida.

Aos pais de nossa paróquia, de amor afetivo e efetivo, um feliz Dia dos Pais!

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Todo o mal que um “procedimento” de aborto causa em uma das principais vidas que afeta, a mulher. As consequências foram apresentadas em um programa de TV, em Portugal (na RTP), em 2010. Já pensou um programa desse no Brasil? Sem dúvidas ninguém de bem falaria mais em legalização. Bem completo o programa! Assista. Se preferir, veja no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=YXolzadYQ_0&feature=related

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