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Arquivo para 5 abril, 2011

Está pegando fogo a discussão sobre o corte (ou não corte) do dinheiro público para financiar a maior rede abortos dos Estados Unidos, a Planned Parenthood. Desta vez os pró-vida estão colocando a Igreja Católica na parada! Eles querem que a Igreja excomungue, oficialmente, todos os católicos que trabalham, financiam, votam em favor de, ajudam a, falam bem da, Planned Parenthood. O vídeo acima dá bons motivos para isso…

Ora, a tal rede de abortos não apenas mata bebês como também promove o homossexualismo e a masturbação entre os jovens por meio de vídeos “educativos” – corrupção de menores… – e encobre cafetões e tráfico de mulheres, além da já famigerada promoção de contraceptivos. Merece ser declarada, publicamente, como inimiga de Cristo, não merece?

Eu pensei rapidamente: mas que bobagem! No que vai adiantar a Igreja promover, declaradamente, uma guerra contra essa rede de abortos em específico? E, hoje em dia, com o mundo de pernas pro ar, que adianta declarar oficialmente – como fez com os maçons, os nazistas e os comunistas – que a Planned Parenthood é anti-católica? Bom… Deve ser importante na cultura americana que isso aconteça ou então os prolife estão somente tentando fazer os católicos se voltarem contra a rede de abortos – o que já deveria ter acontecido… Mas cada católico, um mundo. Não é mesmo?

Em todo caso, no meu entender todos os políticos católicos que votaram pela continuidade do financiamento público à Planned Parenthood (62…) já estão, automaticamente, excomungados. Me parece óbvio… A excomunhão não depende que o Papa ou o padre da esquina a comunique ao excomungado. É automática em questões envolvendo aborto. É o que sei, me corrijam se estiver enganado.

Mas, olha, excelente o vídeo no quesito comunicação, viral, coisas afins. Vai ser difícil cortar os benefícios da Planned Parenthood, especialmente porque Obamaborto gosta da coisa – e precisa gostar, a campanha dele foi paga pela indústria do aborto – e pode, no fim, vetar a lei que acaba com o financiamento público à maior rede de abortos dos EUA. Oremos!


Nos Estados Unidos, como em todo mundo, a vida começa na concepção, mas por lá ela termina na Planned Parenthood – é o que diz o cartaz acima

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Atendendo a pedidos: olha a chargezinha aí de novo!

A gente já sabia que elas não iam gostar, né? Mas a gente não podia imaginar que as “críticas” seriam tão engraçadas… Olha só o que disse uma tal Telia Negrão, do alto escalão pró-aborto, sobre a Rede Cegonha, programa do Governo Federal que não fará mais que a obrigação do Estado de dar condições dignas para a gestante:

Primeiro, a ideia da Rede Cegonha desumaniza o evento reprodutivo, quando retira das mulheres o papel de trazedoras dos filhos ao mundo. São elas que trazem filhos ao mundo, não são cegonhas. (…) A cegonha é um pássaro europeu, que não pertence nem à nossa fauna. Tudo vem prontinho, numa fraldinha, negando que a gestação é um processo humano, social, de nove meses vivido por mulheres”. – Telia Negrão, cientista social, secretária-executiva da Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos e diretora da RSMLAC.

Mas que tal? Dilma traiu o movimento feminazi por estar aliada à maior autoridade europeia em saúde reprodutiva: A CEGONHA!!!! =D AI MINHA BARRIGA!!! KKKKKKK! Me perdoem, me perdoem, não consigo parar!!! =D

Tem mais, tem mais…

A Rede Cegonha é no bojo da concepção de mulher-mala [mãe e filho no mesmo cestinho], antiga, antiga.” – Fátima Oliveira, médica e escritora, do Conselho Diretor da Comissão de Cidadania e Reprodução (CCR) e do Conselho Consultivo da Rede de Saúde das Mulheres Latino-americanas e do Caribe (RSMLAC), na luta pró-aborto há mais de 30 anos.

Mulher-mala? Quer dizer que uma mulher que decide ter seu filho é uma “mala”? E a mulher que MATA o próprio filho num aborto, é o quê? Mulher-açougue? Então mais antes ser mulher-mala que mulher-açougue!!!! Não é mesmo? Ora, vejam só… Essa é a feminista que há mais de 30 anos defende a mulher… A mulher que não existe! Este é o problema desse pessoal. Defendem o “feminino”, mas não sabem reconhecer uma mulher, não respeitam os valores da mulher. Mulher-mala… Essa médica pró-aborto com certeza seria sagrada na Índia.

Não acabou… Tem mais! Olha isto:

É profundamente doloroso que tenhamos que criticar a formulação e implantação de um programa do Ministério da Saúde voltado para nós mulheres. E o mais irônico e melancólico é que isto aconteça precisamente no momento em que temos um governo presidido por uma mulher com valorosa e digna trajetória política.” – Clair Castilhos, farmacêutica professora do Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Ô, a Profa. Clair está enlutada! Ô gente… Que coisa mais triste não é mesmo? Como é que a presidentA foi capaz de promover um programa desses que pune a mulher gestante condenando-a a ter seus filhos em condições decentes? COMO?! Que absuuuuuurdooooooooooo!!!! Irônico e melancólico. =P

Essas “críticas” estão disponíveis no Planeta Osasco. Enfim, não estou, em hipótese alguma, creditando ao programa Rede Cegonha qualquer coisa superior ao que ele propõe. Já disse que pra mim esse foi o jeitinho que Dilma arranjou para fazer as pazes com a Igreja e espero, de coração, que o Rede Cegonha seja mesmo maravilhoso porque as gestantes do Brasil precisam ter sua diginidade respeitada. Já chega de tanto sofrer em maternidades mal equipadas, mal servidas de profissionais, mal tudo.

No mais, bem se vê que o que é bom para a mulher brasileira não pode mesmo ser bom para feministas pró-aborto. Oremos por essas pobres almas.

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Hereges

Às 20 horas, nesta terça, 5/4, será transmitida pela Internet, ao vivo, a palestra de lançamento do livro “Hereges” de G.K. Chesterton. O palestrante é o tradutor da obra, o Prof. Dr. Antônio Emílio Angueth Araújo. O livro é uma crítica aos filósofos do misticismo revolucionário até o ateísmo cientificista. E não é só isso… É Chesterton e ele nos ajuda a responder às provocações tão antigas do mundo moderno. Vou assistir no site da editora: http://www.ecclesiae.com.br

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Felicidade

do Matthew Kelly*

“Se você quiser ser feliz um dia inteiro, vá fazer compras. É ótimo, só que não dura muito e depois chega a conta do cartão, deixando você frustrado.

Se quiser ser feliz um fim de semana todo, faça um programa gostoso, vá pescar, vá viajar.

Se quiser ser feliz um mês inteiro, tire férias. Vá para a Austrália, você vai se divertir muito.

Se quiser ser feliz um ano inteiro, herde uma fortuna.

Mas se quiser ser feliz a vida toda, você precisa fazer diferença na vida, tanto na sua quanto na das pessoas ao seu redor. Precisa aprender a dar a sua contribuição, para se tornar uma pessoa melhor e fazer do mundo um lugar melhor.

A maioria das pessoas se preocupa tanto em ter sucesso que se esquece do que a vida significa. E essa é a grande conquista: ter uma vida com significado, e não ter sucesso”.

*autor de “O Administrador de Sonhos“, “O Ritmo da Vida” e “Os Sete Níveis da Intimidade”.

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Por incrível que pareça o deputado Jair Bolsonaro está aumentando o número de seus fãs graças aos militantes da gaystapo (os fascistas “do bem”) que imaginaram poder aprovar o PL 122 – o projeto de lei que institui o crime de opinião no Brasil: quem criticar gayzistas será preso e humilhado – às custas do espantalho do deputado fascista “do mal”. No vídeo acima, da Folha, uma análise que defende o momento como marketing positivo para Bolsonaro. Este é o Brasil.

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