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Posts de fevereiro \28\UTC 2011

Bebê condenado à morte no Canadá

Um tribunal canadense ordenou aos médicos que retirem – sem o consentimento dos pais, inclusive – o tubo de respiração que mantém vivo o bebê de 13 meses, Joseph Maraachli – em estado vegetativo. Caso acatem a ordem judicial, nesta segunda-feira, 28 de fevereiro, o bebê poderá enfrentar uma morte violenta por asfixia. Seus pais, Moe e Sana Maraachli, pediram aos médicos que pratiquem uma traqueostomia no bebê para levá-lo para casa e dar-lhe a oportunidade de lutar por sua vida, mas o hospital negou-se a fazer o procedimento alegando que seria muito arriscado e dolorido.

O bebê sofre de uma doença degenerativa que não tem cura e está hospitalizado no London’s Victoria, em Ontário, no Canadá, desde outubro de 2010. Na semana passada a justiça canadense decidiu que o tubo de respiração do bebê deve ser retirado às 10h da manhã de hoje – horário de Ontário. Os pais correm contra o tempo para transferir o bebê para um hospital nos Estados Unidos ou pelo menos conseguir levar o bebê para casa.

Você está entendendo? Os médicos analisaram o quadro do pequeno Joseph e decidiram que é caso de eutanásia! Esse é o verdadeiro nome por trás de tanta “misericórdia” pela vida de Joseph! Sequer consultaram os familiares do paciente. Decidiram e pronto! E os pais da criança que se virem, que corram contra o tempo para tentar impedir que matem o filho deles.

Eu entendo que a medicina não consiga curar Joseph! Os pais dele também entendem. O que eles querem é que o filho possa viver enquanto puder. A vida de Joseph não está sendo prolongada artificialmente, ele não está morto! Quantos casos de pessoas “vegetativas” que passam anos nesse estado e de repente reagem? Ora, o bebê respira sozinho, mas precisa do suporte do equipamento para conseguir manter a respiração.

É assustador como um governo e seus médicos podem ter tanto poder sobre a vida (e a morte!) de uma pessoa. Oremos pelo pequeno Joseph e quem puder apoie a comunidade Save baby Joseph, no Facebook.

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Ecoar ao longe e além

Extramuros
Suely Façanha

Para além destes montes olhos esperam uma aurora não fulgaz
Para além destes muros corações duros ansiosos demais
Para além das minhas feridas tantas vidas buscam algo mais

Pois só em ti encontraram a verdadeira paz

Para além dos meus medos o teu segredo precisa se espalhar
Para além das minhas lutas guerras bem maiores precisam cessar
Para além das minhas fronteiras a tua bandeira preciso levantar

Sim, eu quero ser semente do teu Reino de Amor
Espalhar a tua vida por onde eu for
Para além dos horizontes como um grito ecoar

Aos confins de toda terra anunciar
o teu amor…

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Os bebês negros são mais abortados que qualquer outro, nos Estados Unidos: em 2009, por exemplo, mais da metade (59,8%) das gravidezes de mulheres negras terminaram em aborto. Não é coincidência que a maior a rede de abortos dos EUA, a Planned Parenthood – que, recentemente, foi envolvida num escândalo de cooperação com tráfico de menores -, estabeleça a maior parte de suas clínicas em bairros com maior população afroamericana.

Diante deste verdadeiro escândalo, o grupo pró-vida, Life Aways, decidiu fazer alguma coisa e denunciar, por meio de um cartaz muito do comportado, que, na cidade de Nova York, 6 de cada 10 gravidezes de mulheres negras norte-americanas terminam em abortos provocados. O cartaz foi considerado “racista”. Promover um genocídio de homens e mulheres negras deveria ser considerado um “mero serviço” de saúde para os abortistas, não é mesmo?

O William Murat explica mais no blog Contra o Aborto: O genocídio dos negros norte-americanos

Veja, a seguir, o vídeo de 30 segundos que os pró-vida americanos divulgam para que os cidadão se mobilizem para impedir o financiamento do Governo à Planned Parenthood.


“Imagine um Governo dando centenas de milhões de dólares de seus contribuintes para uma empresa que faz isso… Faz exatamente isso, mas não com nossos coelhos. Recebendo mais que U$300 milhões de dólares, a cada ano, a Planned Parenthood faz isso centenas de milhares de vezes por dia. Diga ao Congresso! É hora de parar com o financiamento público à Planned Parenthood”.

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Uma brasileira: Maria das Dores nasceu na recepção da Maternidade Melchiádes Calazans, no Rio de Janeiro. Não havia um obstetra à sua disposição.

No Brasil as mulheres que DECIDEM TER FILHOS não podem decidir ter um obstetra à disposição, uma maca e um atendimento digno nos hospitais públicos. No Brasil o “DIREITO DE DECIDIR” só ganha mídia e respeito quando se trata do “direito de decidir” pelo aborto… Só nesta semana recebi dois emails de mulheres comentando que a luta pró-vida, em terras brasileiras, é a luta que elas passam para poder ter um filho! Uma dessas mulheres que me escreveu perdeu o filho por negligência médica e ficou por isso mesmo… O que se diz para uma mulher que passa por isso?

Onde estão as feministas? Onde estão os políticos que se importam com a saúde da mulher? Cadê os magistrados capa preta que não se apressam em decidir, com apenas uma canetada, que toda mulher pode parir, no Brasil, com assistência médica gratuita e de qualidade?

É duro. E essa realidade quem conhece bem é a Dóris Hipólito, presidente da Associação Nacional Mulheres pela Vida. Esse grupo assiste gestantes em dificuldades, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. A Dóris começou seu trabalho pró-vida conscientizando sobre o atentado que o aborto é para a vida da mãe e da criança e hoje o trabalho dela é, especialmente, o de ajudar mães carentes a conseguir ter o filho! Vejam a situação do Brasil… Precisa-se que cidadãos como a Dóris se envolvam em dramas de mães carentes para que elas possam, pelo menos, dar à luz.

E é esse sistema público de saúde nacional que iria se responsabilizar por abortos! Imagine o resultado!

Segue mensagem da Dóris narrando o nascimento de um bebê na recepção de um hospital no Rio. Não havia um obstetra disponível para ela, sequer uma maca. A equipe médica teve que atuar na maior precariedade! Graças a Deus o bebê nasceu e vive.

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Caríssimos amigos e amigas, Paz e Bem !

Comunico o nascimento no dia de hoje de Maria das Dores, filha de uma gestante violentada que veio residir em nossa Casa de Amparo Pró- Vida – São Frei Galvão.

A gestante deu entrada na Maternidade Melchiádes Calazans em torno das 10h já com a bolsa estourada. A mesma teve que aguardar porque o obstetra se encontrava em cirurgia. A gestante apresentava um quadro preocupante, estava com a pressão arterial 20×12. Pedi uma maca para ela deitar, a resposta foi que não tinha. Então pedi que deitasse a cadeira e ao deitar a menina nasceu em plena recepção. Um médico chamado Carlos que atendia alguns pacientes naquele local e outras técnicas de enfermagem fizeram o parto que foi assistido por todos os presentes.

A menina nasceu roxinha e se encontra em exames necessários em virtude de provavelmente ter ingerido liquido aminiótico.

Hoje temos um total de 09 pessoas incluindo as crianças residindo em nossa Casa. Segue fotos da manhã durante o parto e a tarde na hora da visita..

Deus seja louvado!
Paz e Bem !

Doris Hipólito

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A coleta de assinaturas pela inclusão explícita, na Constituição do Estado de São Paulo, do direito à vida como primeiro e principal de todos os direitos humanos, sensibilizou mais cidadãos no último domingo, 20 – no total 11 dioceses já apoiam a iniciativa. Na ocasião houve reunião com o clero da Diocese de Taubaté, quando os padres das paróquias comprometeram-se a intensificar a campanha, que vem conseguindo apoio e adesão de muitos grupos. A iniciativa é da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e do Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté.

Saiba mais: Projeto popular por uma São Paulo pró-vida

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Um desembargador do TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo tomou anteontem uma decisão, em caráter liminar (temporário), suspendendo a autorização de um aborto de um feto anencéfalo (sem cérebro) na cidade de Santa Adélia (371 km de SP). No último dia 10, o juiz Rodrigo Ricci Fernandes, do município, havia autorizado o procedimento, baseando-se em parecer do promotor de Justiça Sérgio Clementino. O procedimento médico estava marcado para segunda-feira, 21.

Após a decisão em primeira instância, porém, o advogado Marcos Antonio Fávaro, de Guarulhos (Grande SP), entrou com pedido de liminar no TJ contra a interrupção da gravidez. Ele afirma que agiu por motivos jurídicos, éticos e médicos. “Estamos falando da morte de uma criança, que não pode ser decretada pela opinião pessoal de um juiz. O Estado deveria prestar outro tipo de assistência que não dar uma autorização para que a criança fosse assassinada.”

***

Fonte: Agora São Paulo – Tribunal cancela aborto de bebê sem cérebro

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A nova música interpretada pelo cantor católico naturalizado mexicano, Martín Valverde, Toda Vida es Sagrada (composição do argentino Kiki Troia, que também canta no vídeo), é uma carta àqueles que encontram-se diante da tentação do aborto. Vale à pena ouví-la e ler a letra! Sem dúvidas muitas boas influências serão despertadas pela canção do cantor ouvido em todo mundo, de modo especial, também, no Brasil.

Toda vida es Sagrada
(Kiki Troia)

No te voy a andar con muchas vueltas
Vos sabes de que te quiero hablar
Si una vida golpea a tu puerta
Tan solo vos podes dejarla entrar

Se bien que no soy quien para hablarte
Tal vez ni me quieras escuchar
Yo no estoy aqui para juzgarte
Tan solo hay cosas que no puedo callar
Ciertas cosas no se deben callar

Creo que toda vida es sagrada
Toda nueva vida bajo el sol
Cada vida engendra la esperanza
Aun concebida en medio del dolor

Y es que toda vida…
Toda nueva vida…
Cada vida merece la vida
Ver la luz del dia
Y recibir amor
Y recibir amor

Se que todo duele y cuesta tanto
Pero siempre hay posibilidad
De que aquello que hoy te causa llanto
Mañana sea tu felicidad

Se que yo no estoy en tus zapatos
Y que es muy facil para mi opinar
Te respeto y quiero serte franco
Creo que la vida siempre la vida da
Toda vida siempre vida da

Porque toda vida es sagrada
Toda nueva vida bajo el sol
Cada vida engendra la esperanza
Aun concebida en medio del dolor

Y es que toda vida…
Toda nueva vida…
Cada vida merece la vida…
Ver la luz del dia
Y recibir amor
Y recibir…

Yo no quiero ver madres muriendo
Olvidadas en la soledad
Pero creo que no estamos viendo
Que junto a ellas se van mucho mas

Y es que no hay una salida facil
Aunque la queramos inventar
Y aun que nuestras leyes cambien
Lo verdadero permanecera
Lo verdadero… siempre permanecera

Porque toda vida es sagrada
Toda nueva vida bajo el sol
Cada vida engendra la esperanza
Aun concebida en medio del dolor

Y es que toda vida…
Toda nueva vida…

Cada vida merece la vida
Ver la luz del dia
Y recibir amor
Y recibir amor
Amor…

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O ginecologista norte-americano Bernard Nathanson, militante pró-vida, faleceu ontem, 21, aos 84 anos, vítima de câncer. No fim da década de 1960, ele ajudou a fundar a Liga Nacional de Ação pelo Direito ao Aborto (Naral, na sigla em inglês), que teria um papel decisivo na legalização da interrupção da gravidez nos Es­­tados Unidos, em 1972. No en­­tanto, anos depois, com o surgimento da ultrassonografia, ele passou a usar a tecnologia para acompanhar abortos, mudou suas convicções e reconheceu que o feto era um ser humano – um desses vídeos daria origem ao filme O grito silencioso, de 1985, em que descreve as diversas ma­­neiras de interromper a gravidez. Em seu documentário se­­guinte, Eclipse da razão, o médico criticou a morte de bebês em es­­tágios avançados da gestação.

Nathanson fez seu último aborto em 1979 e relatou, no li­­vro The hand of God, como passou de diretor da maior clínica de aborto de Nova York – ele diz ter sido responsável por 75 mil abortos, 5 mil dos quais feitos diretamente por ele, incluindo o de um filho seu com uma namorada – a militante pró-vida.

Em outro livro, Aborting Ame­­rica, Nathan­son revelou estratégias do movimento pela legalização do aborto, como a falsificação de estatísticas relativas a mortes de mu­­lheres para conseguir maior simpatia da opinião pública.

Em 1997, o médico esteve no Brasil, quando contou sua história a participantes de um congresso encerrado pelo Papa João Paulo II no Rio de Janeiro.

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Fonte: Jornal Gazeta do Povo – Morre o médico que fez 5 mil abortos antes de se tornar pró-vida
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Leia mais em: Contra o Aborto – Dr. Bernard Nathanson, R.I.P.

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Presidente da Planned Parenthood por 14 anos – maior clínica de abortos do mundo -, a enfermeira, Faye Wattleton, admitiu que não se pode acreditar que o aborto seja algo diferente de assassinar um feto humano. Foi o que ela disse em uma entrevista, em 1997, à revista americana, Ms. Magazine: “… nós temos nos iludido ao acreditar que as pessoas não sabem que o aborto é assassinato. Assim, qualquer pretensão de que o aborto não é assassinato é um sinal de nossa ambivalência, um sinal de que não podemos dizer que sim, ele mata um feto.”

A escritora Naomi Wolf, militante pró-aborto, porta-voz da “terceira onda do movimento feminista”, declara em seu livro “Our Bodies, Our Souls” (Nossos Corpos, Nossas Almas), 1995, que para defender o direito de “escolha” da mulher exige uma postura sem rodeios por por parte dos defensores do aborto em “contextualizar a luta para defender o direito ao aborto dentro de uma estrutura moral que admite que a morte de um feto é uma verdadeira morte“. Admitindo isso, a feminista espera que os abortistas não sejam acusados de banalizar a vida humana?

Em seu livro “A Defense of Abortion (Uma Defesa do Abortamento), o filósofo pró-aborto, David Boonin, afirma que aborto é assassinato, apesar de considerá-lo “admissível”. É o que se depreende da reflexão que o autor faz a partir da imagem do ultrassom de seu filho: “(…) Esta imagem foi registrada no dia 7 de setembro de 1993, 24 semanas antes do meu filho nascer. A imagem do ultrassom está escura, mas é clara o suficiente para revelar a cabecinha ligeiramente inclinada para trás, os braços levantados e dobrados, com a mão apontando de volta para o rosto e o polegar estendido em direção à boca…. Não há dúvidas que a posição que defendo neste livro implica que teria sido moralmente admissível acabar com sua vida neste momento“.

Outro filósofo pró-aborto, mais conhecido no Brasil, o utilitarista, Peter Singer, afirma que o um embrião é um ser humano desde os primeiros momentos. Apesar disso, Peter Singer também defende o infanticídio. “Pode-se determinar cientificamente, por um exame da natureza dos cromossomos nas células dos organismos vivos, que um ser é membro de uma dada espécie. Neste sentido, não há dúvida de que, desde os primeiros momentos de sua existência, um embrião concebido do esperma e óvulos humanos é um ser humano”.

Os abortistas brasileiros são diferentes? Acredito que eles sabem que aborto é assassinato, mas é muito mais cômodo esquivarem-se dessa realidade ao propor, em suas participações no “debate” público, que não se pode dizer ao certo quando começa a vida. Assim eles evitam a rejeição completa da sociedade brasileira, fingindo a sensatez que não possuem.

Com o avançar dos esforços pró-vida, no entanto, eles se vêem obrigados a encontrar outras maneiras de evitar os fatos. Defrontados com a realidade do feto ser “biologicamente humano”, eles sustentam que “biologicamente humano é diferente de ser humano”. E se admitem que se trata de ser humano, logo insistem que “um ser humano não é, necessariamente, uma pessoa”. Jogos de palavras para evitar um debate real sobre o assunto.

Mas, no final das contas, os defensores do aborto sabem que o aborto é assassinato de um ser humano e nenhum argumento que tenta distinguir uma “classe” de ser humano de outra “classe” de ser humano tem como sustentar-se. Já é hora de reconhecermos isso como o que de fato é: uma discriminação desprezível.

Guardemos as palavras dos militantes acima: “é moralmente permissível acabar com uma vida” (?!), “aborto é assassinato” (!), “verdadeira morte… mata um feto” (!!). Simples assim.

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Leia mais aqui: Blood Money – The Bussiness of Abortion

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Anencefalia: STF e aborto

Até o final de março o Supremo Tribunal Federal (STF) deverá retomar à pauta do plenário o processo que autoriza o aborto em casos de anencefalia. Depois do voto do relator do processo, ministro Marco Aurélio Mello, caberá ao presidente do tribunal, ministro Cezar Peluso, marcar a data da sessão para o julgamento. Pelo menos quatro ministros são favoráveis à interrupção da gravidez (leia-se: aborto): Marco Aurélio Mello, Carlos Ayres Britto, Celso de Mello e Joaquim Barbosa.

Apesar de não existir uma decisão do STF, ainda, juízes e tribunais dos Estados se valem de saídas jurídicas diferenciadas para superar o impasse no STF e liberar as cirurgias (leia-se: abortos) em 80% a 90% dos casos. O argumento: preservar a saúde psíquica da mulher.

Li aqui: Após sete anos, STF retoma processo que autoriza aborto de anencéfalo

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