Um tribunal canadense ordenou aos médicos que retirem – sem o consentimento dos pais, inclusive – o tubo de respiração que mantém vivo o bebê de 13 meses, Joseph Maraachli – em estado vegetativo. Caso acatem a ordem judicial, nesta segunda-feira, 28 de fevereiro, o bebê poderá enfrentar uma morte violenta por asfixia. Seus pais, Moe e Sana Maraachli, pediram aos médicos que pratiquem uma traqueostomia no bebê para levá-lo para casa e dar-lhe a oportunidade de lutar por sua vida, mas o hospital negou-se a fazer o procedimento alegando que seria muito arriscado e dolorido.
O bebê sofre de uma doença degenerativa que não tem cura e está hospitalizado no London’s Victoria, em Ontário, no Canadá, desde outubro de 2010. Na semana passada a justiça canadense decidiu que o tubo de respiração do bebê deve ser retirado às 10h da manhã de hoje – horário de Ontário. Os pais correm contra o tempo para transferir o bebê para um hospital nos Estados Unidos ou pelo menos conseguir levar o bebê para casa.
Você está entendendo? Os médicos analisaram o quadro do pequeno Joseph e decidiram que é caso de eutanásia! Esse é o verdadeiro nome por trás de tanta “misericórdia” pela vida de Joseph! Sequer consultaram os familiares do paciente. Decidiram e pronto! E os pais da criança que se virem, que corram contra o tempo para tentar impedir que matem o filho deles.
Eu entendo que a medicina não consiga curar Joseph! Os pais dele também entendem. O que eles querem é que o filho possa viver enquanto puder. A vida de Joseph não está sendo prolongada artificialmente, ele não está morto! Quantos casos de pessoas “vegetativas” que passam anos nesse estado e de repente reagem? Ora, o bebê respira sozinho, mas precisa do suporte do equipamento para conseguir manter a respiração.
É assustador como um governo e seus médicos podem ter tanto poder sobre a vida (e a morte!) de uma pessoa. Oremos pelo pequeno Joseph e quem puder apoie a comunidade Save baby Joseph, no Facebook.


Caríssimos amigos e amigas, Paz e Bem !
O ginecologista norte-americano Bernard Nathanson, militante pró-vida, faleceu ontem, 21, aos 84 anos, vítima de câncer. No fim da década de 1960, ele ajudou a fundar a Liga Nacional de Ação pelo Direito ao Aborto (Naral, na sigla em inglês), que teria um papel decisivo na legalização da interrupção da gravidez nos Estados Unidos, em 1972. No entanto, anos depois, com o surgimento da ultrassonografia, ele passou a usar a tecnologia para acompanhar abortos, mudou suas convicções e reconheceu que o feto era um ser humano – um desses vídeos daria origem ao filme O grito silencioso, de 1985, em que descreve as diversas maneiras de interromper a gravidez. Em seu documentário seguinte, Eclipse da razão, o médico criticou a morte de bebês em estágios avançados da gestação.
Presidente da Planned Parenthood por 14 anos – maior clínica de abortos do mundo -, a enfermeira, Faye Wattleton, admitiu que não se pode acreditar que o aborto seja algo diferente de assassinar um feto humano. Foi o que ela disse em uma entrevista, em 1997, à revista americana, Ms. Magazine: “… nós temos nos iludido ao acreditar que as pessoas não sabem que o aborto é assassinato. Assim, qualquer pretensão de que o aborto não é assassinato é um sinal de nossa ambivalência, um sinal de que não podemos dizer que sim, ele mata um feto.”
A escritora Naomi Wolf, militante pró-aborto, porta-voz da “terceira onda do movimento feminista”, declara em seu livro “Our Bodies, Our Souls” (Nossos Corpos, Nossas Almas), 1995, que para defender o direito de “escolha” da mulher exige uma postura sem rodeios por por parte dos defensores do aborto em “contextualizar a luta para defender o direito ao aborto dentro de uma estrutura moral que admite que a morte de um feto é uma verdadeira morte“. Admitindo isso, a feminista espera que os abortistas não sejam acusados de banalizar a vida humana?
Em seu livro “
Outro filósofo pró-aborto, mais conhecido no Brasil, o utilitarista, Peter Singer, afirma que o um embrião é um ser humano desde os primeiros momentos. Apesar disso, Peter Singer também defende o infanticídio. “Pode-se determinar cientificamente, por um exame da natureza dos cromossomos nas células dos organismos vivos, que um ser é membro de uma dada espécie. Neste sentido, não há dúvida de que, desde os primeiros momentos de sua existência, um embrião concebido do esperma e óvulos humanos é um ser humano”.










