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Posts de dezembro \31\UTC 2010

Neste novo ano…

Alguns pensamentos para 2011:

“Crie filhos em vez de herdeiros.”

“Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cinema, nem para tomar um sorvete.”

“Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela.”

“Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama.”

“Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas.”

“Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?”

“Quantas reuniões ocorreram mesmo nesta semana? Reúna os amigos em igual quantidade de vezes.”

“Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça: vírgulas significam pausas…”

“Procure ser promovido a melhor amigo… pai… mãe… filho… filha… namorada… namorado… marido… esposa… irmão… irmã… do mundo!”

“Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos.”

“Não se preocupe apenas em criar um mundo melhor para seu filho, mas também em criar um filho melhor para o mundo”…

E, para terminar…

“Não eduque seu filho para ser rico; eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas, e não o seu preço.”

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Especialistas e defensores da legalização do aborto, em Portugal, reconhecem que a prática do aborto é, hoje, um método anti-concepcional: só este ano foram feitos, em média, 53 abortos por dia! Isso, só por si, deveria levar os responsáveis a reconhecer o erro das teses que defenderam em 2007.

Os últimos dados estatísticos provam aquilo que para muitos era óbvio, antes de se alterar a legislação: três anos depois da despenalização do aborto em Portugal, o número de abortos está a crescer de forma assustadora.

Li em Aborto: Hora de reabrir a discussão

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Festa de Natal Pró-Vida

A Doris Hipólito e Equipe da Pastoral Social Pró-Vida dividem conosco registros da festa natalina com mães e crianças atendidas pela Associação em Defesa do Nascituro, em Nova Iguaçu (RJ).

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O presidente da Câmara de S. Bento do Sapucaí, Prof. Hermes Nery, e o governador de São Paulo, Alberto Goldman: último ato público como presidente da Câmaraí, quando o Governador assinou o decreto de criação do Monumento Natural Pedra do Baú.

De tudo o que foi vivido nestes dois anos, ficaram muitos ensinamentos, talvez o mais importante que aqui destaco: Vida e amor são a mesma realidade. Aonde falta o amor, a vida carece de sentido, fica diminuída, chega até a morrer. É o amor que vivifica tudo, que salva o que se encontra em perigo, que propicia a vida mesma como milagre. Mesmo que planejemos tudo tecnicamente, a vida é feita do imponderável. “Só Deus tem nas suas mãos os cordelinhos do mundo”. Creio nisso firmemente: “o Senhor tem poder no céu e na terra. E só quem tem este poder todo é que tem o poder autêntico e redentor. Sem o céu, o poder terreno permanece sempre ambíguo e frágil. Somente o poder que se coloca sob a medida e o juízo do céu – isto é, de Deus – pode tornar-se poder para o bem. E só o poder que se coloca sob a benção de Deus pode ser seguro”. – Prof. Hermes Rodrigues Nery, presidente da Cãmara de São Bento do Sapucaí.

Deixa a presidência da Câmara de São Bento do Sapucaí (SP) o Prof. Hermes, no próximo dia 31. Para marcar a data ele disponibilizou a todos nós um discurso de despedida. Boa leitura!

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Sobre a imortalidade

Via O Camponês, blog do Sérgio:

Pequenas notas sobre a imortalidade feitas após a leitura da conferência “A imortalidade”, contida no livro “Borges, oral” de Jorge Luis Borges

O elemento estrutural do cosmos, e a realidade fundamental da nossa experiência, chama-se alma imortal humana. Essa é nossa verdadeira constituição e verdadeira realidade. Somos almas imortais, e é só isso que somos.” (Olavo de Carvalho)

1) Eu não sou uma gota que irá se dissolver no oceano que é Deus. A alma é individual. A imortalidade da alma é pessoal. Eu não vou me perder no oceano/Deus. Eu sou eu, Deus é Deus. Continuarei sendo quem sou na eternidade e minha grande felicidade será contemplar eternamente o Totalmente Outro, Deus, a Trindade.

2) Eu não sou uma centelha divina. Eu não sou Deus. Deus não é eu. Só Deus é. Eu só sou em Deus. Somos pessoas distintas, eu e Deus. Eu sou um mísero pecador, merecedor do inferno, que, pelo perdão de Deus posso alcançar a eternidade, em seu único filho, Jesus Cristo. Deus é o Eterno, o Absoluto, o Eu Sou. Disse Deus à Doutora da Igreja Santa Catarina de Sena: “Sabes, Minha filha, quem tu és e Quem EU Sou? Se chegares saber estas duas coisas será bem-aventurada. Tu és aquela que não é; EU, ao contrário, Sou AQUELE que Sou. Se mantiveres na tua alma essa distinção, o inimigo não poderá te enganar e evitarás todas as suas armadilhas.”

3) O tempo não é eterno. Só Deus é eterno. O tempo é criatura. Ele começa na Criação e termina na Parusia.

4) A imortalidade cósmica, não pessoal, na qual se perde a individualidade, a memória, a consciência de si, é desesperadora! Perder a individualidade, para algumas religiões, é o próprio inferno. Ver dissolver-se a própria individualidade e consciência de si é o vazio, o fim, o nada. A alegria é permanecer consciente de si, é saber que somos criados para a glória de Deus, para contemplar eternamente a Deus com o nosso ser. É participar da glória dos filhos de Deus.

5) A imortalidade cósmica, impessoal, não existe. Se ela existir, não existe Céu, Inferno e Purgatório e a Doutrina Católica está errada. Portanto, ela não existe, pois certa e verdadeira é a Doutrina Católica, ensinada por Cristo, mantida pelos Apóstolos, com o auxílio divino do Espírito Santo.

6) A consciência de si não cessa com a morte. A individualidade permanece para além desta vida.

7) Perder a consciência de si é perder a consciência de Deus. E perder a consciência de Deus é o vazio, o nada.

8 ) Nem no Inferno se perde a consciência de Deus. No Inferno se sente ódio de Deus e para sentir ódio de Deus é preciso ter consciência de si e de Deus.

9) A salvação compreende a individualidade. Cristo salvou a humanidade, mas a salvou em cada homem, individualmente. Não salvou a humanidade abstrata, mas a cada homem, a cada alma. Que sentido teria Cristo morrer por cada homem e salvá-los, se após a morte perdessem a individualidade, a consciência de si?

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Anjo do Natal

Após dois anos e 10 meses, em Belém, a Mary voltou para casa. Para isso bastaram três ave-marias e uma inspiração: “Nossa Senhora, entra na jogada”. Assim foi a oração dela para receber, em menos de 24h, a notícia tão esperada: sua transferência.

Improvisamos uma macarronada com produtos da cesta de natal que ganhei no trabalho e durante a visita surpresa, na tarde de natal, Mary contou-me sobre sua experiência em Belém. Soube que por lá existem muitos diáconos permanentes – fenômeno que, agora, começa por aqui -, diversas comunidades católicas que vivem os carismas e grupos de oração muito frequentados, organizados por capelães militares!

Conversamos bastante, como nos velhos tempos. E o molho de tomate, com sardinhas, estava bom! Macarronada é algo simples de se fazer quando não se tem raízes italianas, nem muitos temperos à disposição. Um prato modesto para a ocasião, é verdade! Mas foi divertido fazê-lo enquanto eu conhecia a Belém católica, suas igrejas, catedral e a Basília de Nazaré – e seu subsolo!, assim, como por um testemunho.

Foi como se Nossa Senhora estivesse querendo me dizer alguma coisa. E, acho, ela estava! A Mary, que não usava nada no pescoço, agora carrega a medalha milagrosa. Nossa Senhora estava insistindo para que ela tomasse essa decisão e um belo dia ela decidiu usá-la, em Belém.

E contou-me de uma mensagem que ouviu pela internet, sobre o pedido do Daniel Godri Jr: “Nossa Senhora, entra na jogada“. Em resumo, ele precisava de alguém mais forte lutando em favor dele ou perderia o carro, os documentos de direção, e teria muitas multas a pagar.

Foi aí que Nossa Senhora entrou na jogada e tudo foi resolvido, inacreditavalmente, em favor do Daniel. Mary fez igual para resolver uma situação até mais complicada, eu diria! Três ave-marias e o pedido “Nossa Senhora entra na jogada!” foram, inacreditavelmente, suficientes para ela também. Emociona.

Bem… É claro, ela não se despediu sem deixar-me algo que seria segredo se eu não fosse treinado em demover os outros dessa insistência de considerar como confidencial toda notícia boa. Ficou muito legal a arte do CD de salmos da Dona Josecilda! A Mary que fez e, dado o bom gosto costumeiro de suas obras, eu saberia, ainda que ela não tivesse me contado.

Neste natal, um anjo anunciou-me Nossa Senhora. E algo me diz que Ela vai entrar na jogada! Obrigado, Mary.

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Então é natal…

“E o que você fez?” Para responder a essa pergunta tão incisiva do John Lennon e da Simone, convidaria meu querido padre! Ele está ali à direita, atrás do monte de gente convidada para ilustrar a homilia sobre a família, durante a missa do Natal de Nosso Senhor, na qual estive. Oitenta pessoas? Não contei. Mas é um altar bem largo, realmente. Como a misericórdia do Senhor! Bondoso e compassivo, Senhor.


Como o é Nossa Senhora também. Ela veio por entre a multidão, iluminar. “Ilumina… Ilumina… Nossos pais, nossos filhos e filhas! Ilumina, ilumina! Cada passoa das nossas famílias!” Não cantaram essa, mas acho que teria tudo a ver.


E tivemos uma peça. É um altar simples, mas largo, eu falei! Vários cenários para mostrar que em cada festa de natal é necessário acolher Nosso Senhor. Eu cantei mais forte, só pra mim: “Ilumina… Ilumina…”


Sim, há um ministério de teatro e eles fizeram uma apresentação muito aplaudida. A história: o nascimento do menino Jesus. Com a iluminação cênica nem percebemos, mas é o altar. Assisti a tudo bem emocionado, mas acho que foi uma emoção diferente da maioria. Impressão.


Os reis magos! Era como se eu estivesse lá…


E eu estava! Enfim, junte-se a eles, diz o ditado! Disseram-me que era cosplay. Não era. E sim, reparei o Papai Noel de papagaio de pirata ali… Ele sempre querendo roubar a cena.


Pós-missa com meus familiares para a ceia. Não estou na foto e a foto em que estou não ficou muito legal… Enfim! Não ser bem fotografado foi o menor dos males nessa noite, não? Oh, sim.


Foi legal. Então, bom natal! E até para o ano se nós vivos formos, como diriam os antigos. Feliz Natal!

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Siga a estrela

Do céu veio o sinal: um menino nos nasceu, um filho nos foi dado. Os reis avistaram a estrela de Belém e não hesitaram em segui-la para o grande encontro com Nosso Senhor Jesus Cristo! E diante da manjedoura do menino uma alegria nova e silenciosa naquela noite, a mais bela de todas. Uma noite para o sol. E os reis não voltaram de lá decepcionados. Aprendamos a lição: Deus nunca decepciona, nada tira, tudo dá. Siga a estrela, atente-se para os sinais, ouça, ame, dê um passo sem hesitar. Ao final Ele estará lá à sua espera e não haverá dia mais belo. Um Santo e Feliz Natal!

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O blog da Comunidade Família de Deus, do Ernesto Mendonça, entrevistou Dom Bergonzini a respeito da defesa da vida, no Brasil. Na entrevista o bispo conta-nos sobre Gabriel Chalita ser um acidente de percurso gerado por ambições e vaidades pessoais. Diz esperar que Dilma governe o País com um coração de Mãe Amantíssima e afirma que a Igreja, no Brasil, está unida e conseguirá aprovação do projeto de emenda à Constituição de São Paulo para proteger a vida, desde a fecundação.

Dom Bergonzini foi considerado, pela revista Época, uma das 100 personalidades mais influentes do ano.

Leia a entrevista, do blog Família de Deus, visitando Nossa Entrevista: Dom Luiz Gonzaga Bergonzini

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Melicário II

Há muito o que agradecer-te, Melissa. Sobretudo pelo dom da vida! Não se ria se parecer insensatez, mas desconfio: mais tu me deste a vida que eu a ti. E tua vida, todo amor, deixou-me muitas metades para que minhas alegrias fossem completas.

Minhas noites foram metades cheias de ti desde o primeiro maravilhoso momento de tua chegada. Descobri que podia dormir em qualquer cadeira, ao lado teu. Aprendi, aos poucos, ser possível levantar da cama e deitar para em seguida levantar de novo e de novo! Sonhar por sessões de ti. Às 2h, às 4h, às 6h. Que amável o Deus de minha juventude ao premiar-me com sonos compridos o suficiente para não me fazerem falta ante teus apelos noturnos por mim.

Minhas refeições, Mel, todas metades para encher teus sorrisos, mamadeiras e copos de bananada – roubados de ti, às vezes, eis minha confissão. O que dizer dos filmes, das músicas, viagens sem ti e, por tantas vezes, do meu horário de trabalho? Tudo metade para que tu fosses inteira, satisfeita e amada. Eu pretendia que, no futuro, tu estivesses pronta para lidar com um mundo de metades e preenchê-lo, amando-o intensamente.

E de metade em metade percebi o quanto tu me fazias tão inteiro, Melissa. Tão inteiro a mim que já não podia viver mais para mim! Tudo me dizia, o tempo todo, teu nome. Busquei a ti numa decisão solitária, na costumeira ausência de apoios e nas sombras de equívocos dos outros. Mel, os outros equivocam-se tanto! Ao bem dizem pretensão. Ao amor, chamam interesse. À serenidade apelidam coisas ferinas para justificar seus equívocos.

E tu vieste, filha, por sobre todas essas coisas, pelo que, uma vez mais, agradeço-te.

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