
Deus não poderia me inspirar desejos irrealizáveis…” – Santa Teresinha do Menino Jesus.
Oi. Estou feliz. Distribuí, enfim, os panfletos (folders, pessoal… se tem dobra: é folder!) da CNBB Sul 1. Foi após a missa do querido Pe. Antônio, ontem… Confesso: foi a primeira vez que fui à missa de 3 horas celebrada por ele – que na verdade não tem 3 horas, propriamente, já que primeiro tem um louvorzão. E, como sempre me disseram, estava lotado. “Por baixo” eu contei (no olhômetro) umas 1.800 pessoas. A maioria recebeu sua cópia. Era incrível: as pessoas pediam o material. “Tem mais? Me dá um… Me dá um…” UoW!
Tudo começou logo cedo, enquanto acordava na minha rotina matinal de despertar – eu acordo aos poucos, é verdade. “Hoje tem a missa do Pe. Antônio!” Acordei no senso de urgência de sempre. Normal. “Gráfica… Gráfica… Uma gráfica…” Inacreditavelmente a primeira gráfica para a qual liguei estava aberta e, sim, poderia fazer meus folders “pra hoje”! UoW! [2]
Quero 500… Hum… Ah, entendi… Ok. Então, mil. “Pagamento à vista, senhor”. Obrigado, Senhor! Eu também Te amo. E o outro problema é que tinha que pegar tudo às 17h30, no máximo. Impossível. Mas topei, tranquilo, embora ainda precisasse articular a logística.
Pense num amigo, pense num amigo, pense num amigo… By myself: “Você vai ligar? Que ridículo meter os outros nas suas fantasias repetitivas!” É mesmo! Mas então, como? E fui liberado às 15h30. Simples assim. “Você tá liberado”. Oi? “Terminou tudo já, né?” Já… “Até amanhã”. Eu também Te amo. Lágrimas. Risos. Não, sem lágrimas.
Em resumo: cheguei antes das 17h30 e ainda ganhei 200 cópias de brinde. Ficou show! Faltava só a autorização do padre… “Por favor, liga pra ele, diz que eu vou ligar, legitima o meu discurso…” Ligaram, mas ele não atendeu. “Tenta mais uma vez… Como vou chegar com uma bomba dessas, assim, do nada?” Ele não atendeu, mas estava em casa. Fui à casa dele.
Quarenta minutos de espera mandando minha consciência calar a boca e pensando em como parecer calmo, equilibrado, como resumir tanta coisa em uma única frase que não colocasse em xeque minha razoabilidade cênica… “Este material, padre… Bem, este é o material que…” E antes que eu pudesse repetir-me: “Eu conheço, filho…”. Graças a Deus! Autorizado com entusiasmo.
Chegando lá (na igreja) havia pensado em nenhuma estratégia! E tinha um monte de carros ao redor da igreja… Mais de 100. Sei lá. Bem mais. Lembrei daquelas propagandas que colocam no nosso para-brisa enquanto estamos fora… Fiz igual. Nem sei como estou teclando agora tamanho o cansaço de levantar e abaixar mais de 100 limpadores de para-brisa.
Mas o combinado era entregar nas mãos dos fiéis, após o anúncio do padre. “Filho, filha, não podemos votar em candidatos que se comprometem com a legalização do aborto. Ouça bem. Fique atento. Leia esta carta dos bispos, tá bom? São orientações preciosas. Você precisa ler. A votação é domingo!” Simples assim. E todo mundo queria o folder. Que diferença faz um padre, hein? Graças a Deus.
Sim, eu poderia ter resumido desde o início: nesta sexta, aproveite os festejos de Santa Teresinha e São Francisco e imprima e ponha os folders nos para-brisas dos carros e contate o pessoal do acolhimento para ajudar na distribuição após a missa. Sim, certifique-se de que o padre é sério e vai dar o apoio essencial – se não houver esse apoio, não desanime, ouça os bispos e faça a sua parte: distribua. Simples assim.
Guardei uns poucos folders e vou repetir a dose, hoje, bem mais confiante.













Parabéns Bágner! ;D
Este é O cara! =D
Deus abençoa os seus filhos, ainda mais quando são fiéis
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