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Arquivo para 27 janeiro, 2010

A prova de que vaso ruim não quebra fácil: Ruth Proskauer Smith morreu na última sexta-feira aos 102 anos de idade, em Nova York. Ela nasceu em 1907, foi a pioneira do ativismo pró-aborto americano e teve uma vida dedicada à batalha “em favor dos direitos das mulheres a decidir sobre a reprodução”.

Vale dizer que o pai dela foi o juiz Joseph Proskauer que atuou na Corte Suprema de Nova York. Já a mãe dela, Alice Naumburg, foi uma das fundadoras da Sociedade para a Eutanásia da América. Não sei se podemos dizer que tragédia semelhante aconteça nas melhores famílias…

O jornal The New York Times registrou o obituário.

Lamento que Ruth Smith tenha morrido sem mudar, ao menos publicamente, a posição pró-cultura-da-morte que ela – a exemplo dos pais dela -sustentou por tantos anos.

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Não, Senhor Presidente!

Acima você vê uma animação com o discurso de um pastor protestante pró-vida que responde ao presidente Obamaborto à respeito de uma carta de congratulações aos abortistas americanos. A animação do discurso é muito interessante: usa somente as palavras do pastor e as deixa ganhar corpo. Causa impacto.

O vídeo, se podemos dizer assim, é de 2009 mas eu nunca tinha visto na internet brasileira. A versão acima tem legendas em português, é fácil de acompanhar. A mensagem é basicamente esta:

Não, senhor presidente, o senhor não está protegendo as mulheres. O senhor está autorizando a matança de 500.000 pequenas mulheres a cada ano! Não, senhor presidente, o senhor não está protegendo a liberdade de reprodução. O senhor está autorizando o aniquilamento da liberdade de 1 milhão de pequenos seres humanos a cada ano.”

Minhas restrições quanto ao discurso do pastor são somente pelo fato do “joy”, a alegria pela eleição de Obamaborto apesar de ele ser o abortista-mor do ocidente.

Ora, vamos lá… Ingenuidade não é crime, nem pecado. Mas tratar homens maus como se criança fossem… Isso é trágico e não pode ser confundido com ingenuidade.

Tomei conhecimento de uma mensagem sobre “calar” a qual acho propícia como adendo ao meu breve comentário. Segue:

A arte de calar

Calar sobre sua própria pessoa é humildade.
Calar sobre os defeitos dos outros é caridade.

Calar quando a gente está sofrendo é heroísmo.
Calar diante do sofrimento alheio é covardia.
Calar diante da injustiça é fraqueza.

Calar quando o outro está falando é delicadeza.
Calar quando o outro espera uma palavra é omissão.

Calar e não falar palavras inúteis é penitência.
Calar quando não há necessidade de falar é prudência.
Calar quando Deus nos fala no coração é silêncio.

Bonitinha, né? No dia que eu elogiar Mr. President, me recordem essa mensagem ou então riam em demasia da piada que estarei contando. Só não deixem passar em branco.

Mas é isto: muito interessante o discurso do pastor. Reproduzam e se quiserem digam que viram isso aqui. Vocês não fazem ideia de como fico contente com tão pouco. ;)

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