O Estado laico não é crente, nem ateu, nem agnóstico. É o Estado laico que assegura que eu tenha uma fé e que, em função da minha fé, eu não venha sofrer nenhum tipo de sanção. Que eu possa vivê-la nos diferentes espaços: no meu trabalho, na minha casa, no mundo. O Estado laico não é só para proteger os não-crentes dos crentes, é também para proteger os crentes dos não-crentes e possibilitar que ambos sejam protegidos no espaço em que a alteridade possa ser realizada e vivenciada, sem que isso signifique que você tenha que viver uma “dupla personalidade”. As pessoas querem que você diga que a sua fé não tem nenhuma consequência. Obviamente tem. Mas, como diz a Bíblia, não é por força nem por violência que se convence as pessoas. – Marina Silva, pré-candidata à presidência do Brasil, em entrevista à revista protestante Cristianismo Hoje.
O catolicismo de Marina Silva foi formado pelas CEBs de Leonardo Boff e logo varrido de sua vida quando, num grupo de oração da Assembleia de Deus, ela teve uma experiência com Deus. Tornou-se protestante e das CEBs guarda uma herença de valores éticos políticos. Só.
Apesar de sua militância no PT e suas admirações permanentes por teólogos da libertação, como Leonardo Boff, Marina é um nome que muito me atrai. Ela lê e admira Santo Agostinho e G.K Chesterton. Além de ser contrária ao aborto, apesar de seu discurso ter buscado na ideia de um “referendo” um abrigo contra polêmicas.
Eu li a excelente entrevista que ela deu à Cristianismo Hoje, uma revista protestante com trabalho jornalístico digno.
Dizem que o verde (Marina é ecologista, recém-filiada ao Partido Verde) é o novo vermelho-comunista. Não posso dizer que não é verdade, mas, em alguns casos… Prefiro acreditar que não é bem assim. É o caso de Marina, imagino, no momento.












Ai, Wagner, eu queria tanto votar na Marina com convicção. Mas a pressão abortista e gayzista é tanta que estou com medo de ter de anular meu voto esse ano.
Minha irmã veio com essa história de que se eu for pela linha de ser contrária ao aborto eu não voto em ninguém. Ela é fã de Lula, infelizmente, apesar das várias “diretas indiretas” que já joguei pra cima dela. Mas anos de uma faculdade com base marxista não saem da cabeça assim, fácil. Graças a Deus ela não gosta da Dilma, nem é a favor do aborto.
De qualquer forma, se for pra votar em abortista, gayzista, eco-nazista, partidário do MST, mensalista, e qualquer coisa abominável da vida, prefiro votar em ninguém mesmo, então. E tá cada vez mais difícil escolher um nome nos dias de hoje…
Sucede que no Brasil, não temos um estado laico. Na realidade o estado aqui é Teomarxista.
Ta certo que as teorias de Marx são socialmente justas, mas nunca foram realmente postas em práticas, porque aqui como lá em 1920 s’omente serviram para acalentar idiotas bolcheviques, doutrinados por vagabundos, a maioria deles ex-lideres estudantis, que nunca trabalharam, e acho, que só passavam nas materias curriculares através da cola, e do desmonte do sistema educacional que queriam e conseguiram dominar.
No meu caso por exemplo, há ´poucos dias fui vítima de um sequestro relampago, onde vi a ação de um menor armado (aluno) e 2 professores (2 vagabundos bolcheviques).
O Brasil precisa de voluntariado, e talvez neste sentido nossa exma. ministra chefe da Casa Civil, pudesse dar sua contribuiçâo ensinando os pupilos a assaltar, já que sâo muito primários e eu (brasileiro, vítima) teria sido morto, já que nossos dignos bolcheviques contam com o apoio só da policia civil, na maioria das vezes cabide de emprego do Partido dos aTrapalhadores, bagunceiros, ladrões, violentos e perigosos.
Teomarxista! É mesmo!!! Sobre o sequestro relâmpago do qual você foi vítima, Carlos, eu lamento muito. Que dias, não?
[...] potencialmente disposto a mudar o rumo das coisas a favor da vida humana. E você? Enfim… Marina leu Chesterton e assumiu para si suas verdades. É algo que me diz alguma [...]