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Posts de novembro \30\UTC 2009

Quem matou Neide Mota?

O laudo sobre a morte da médica aborteira Neide Mota, acusada de forçar mulheres a abortar, deve ficar pronto em 15 dias. A polícia fala em suicício, mas os amigos e parentes da falecida não concordam com a tese.

Profissionais da saúde também discordam da polícia e alegam que uma pessoa com formação médica nunca usaria a Lidocaína para se matar (anestésico encontrado no carro de Neide Mota). Contudo, Neide foi vista sozinha no local em que morreria.

Intrigante. Como teriam sido os últimos dias da médica aborteira que no final de semana, antes de morrer, comprou um vestido azul e que fora membro-fundador de uma escola de samba?

Cassada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), acusada pelas próprias mulheres das quais se dizia defensora e prestes a ir à júri popular, Neide Mota estava encurralada e, acredito, muito provavelmente seria condenada.

O que se poderia dizer em defesa de Neide Mota? Que ela fazia abortos “legais”, só realizando o “procedimento” em mulheres vítimas de estupro ou que corriam risco de vida? Mentira. As próprias mulheres atendidas por Neide acusaram-na de forçar o aborto. E o próprio CFM reconhece que ela fez prática ilícita.

As feministas abortistas apoiariam Neide? Isso dependeria do resultado de alguma pesquisa de opinião financiada pelas Fundações Ford, por exemplo. Mas, acho que não… Elas não apoiariam em conjuntura tão desfavorável.

Na situação em que estava, o suicídio poderia vir à mente da médica como alternativa desesperada de compensação, justiça, fuga. Será? No carro em que Neide foi encontrada morta havia uma carta cujo conteúdo ainda não foi revelado.

Por vinte anos ela manteve uma clínica de abortos em Mato Grosso do Sul.

Acabou.


Adagio in G minor by Albinoni: Para Neide Mota, médica aborteira, por quem somos obrigados a rezar.

Continua:Quem matou Neide Mota? (2)

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O vereador Hermes Rodrigues Nery durante Sessão Solene Itinerante defende lei orgânica pró-vida

Na sessão extraordinária do dia 27 de novembro foi aprovada, por unanimidade, em 1º turno, na Câmara Municipal de São Bento do Sapucaí (SP), a primeira lei orgânica pró-vida do país.

Foram meses de trabalho, formação, busca de consenso com as lideranças da comunidade, do poder público e da sociedade civil, para viabilizar a revisão do texto constitucional local, para afirmar oficial e solenemente que “o direito à vida, desde a concepção até a morte natural” é “primeiro e principal de todos os direitos humanos”; que já consta no preâmbulo da lei orgânica e também assegurado no capítulo 1, parágrafo 2º, inciso I, como objetivo fundamental do Município “garantir o direito à vida humana”. Estabelece ainda entre as atribuições da Câmara Municipal (Seção III, art. 23º, XVIII, m) “ao estabelecimento e à implantação de políticas públicas que promovam a família”, merecendo capítulo especial sobre a proteção e valorização da família.

A Lei Orgânica do Município é promulgada e sancionada pelo Presidente da Câmara Municipal, e não pode ser vetada pelo Prefeito, pois o Executivo Municipal deve “manter, defender e cumprir a Lei Orgânica” (Cap II, Art. 47). Compete também ao Prefeito “a iniciativa de leis, na forma e casos previstos na Lei Orgânica” (Art. 54), sendo “crime de responsabilidade os atos do Prefeito que atentem contra a Lei Orgânica do Município” (art. 57).

O compromisso em “assegurar o direito à vida, desde a concepção até a morte natural, e a promoção da família”, também constam no Título IV – Da Atividade Social do Município, capítulo I, do objetivo geral, art. 133, ressaltando “a primazia do direito à vida, para assegurar o real direito à saúde” (art. 134, parágrafo 1º), destacando “a proteção à gestante, à maternidade, à infância, a adolescência e à velhice” (art. 136, I). No Capítulo III (Da Família), a Lei Orgânica explicita que “o Município dispensará proteção especial ao casamento e assegurará condições morais, físicas, sociais e religiosas indispensáveis ao desenvolvimento, segurança e estabilidade da família, estabelecendo-se a igualdadede direitos e deveres entre homem e mulher na administração familiar, no respeito pela dignidade da pessoa humana (art. 1º, inciso III, da Constituição Federal), reconhecendo o direito à vida como o primeiro e principal de todos os direitos humanos, para proteger e salvaguardar a vida humana, desde a concepção até a morte natural” (Art. 136A), prevendo medidas de “amparo às famílias numerosas e sem recursos; ação contra os males que são instrumentos da dissolução da família; estímulo e apoio aos pais e às organizações sociais para a formação ética, moral, cívica, física, intelectual e religiosa da juventude; colaboração com as entidades assistenciais que visem a proteção e educação da criança; amparo às pessoas idosas, garantindo seu direito à vida, assegurando a sua participação na comunidade, defendendo sua dignidade e bem-estar” (art. 136A, parágrafo 3º, incisos I a V).

A lei reforça o compromisso pela promoção da família, salientando que “o município apoiará e protegerá os legítimos interesses da família, reconhecendo-se esta como instituição humana fundamental, em sua estrutura natural, constituída entre homem e mulher, a partir de uma base eminentemente afetiva e contratual, que de forma estável e duradoura prossigam uma comunhão plena de vida” (Art. 136B), destacando ainda “a primazia dos pais no processo educativo permanente na formação dos filhos” (Art. 138A, I).

No preâmbulo da lei orgânica, o Legislativo Municipal afirma que “inspirado nos princípios da lei natural”, enfatiza a defesa da vida humana, “a partir dos valores do humanismo integral”.

O vereador Hermes Rodrigues Nery, lembrando o discurso de posse, da necessidade da reforma da lei orgânica, “para conjugar legislação e vida”, rememorou as palavras do início do mandato: “Nesse sentido, proporemos políticas públicas permanentes para “defender a vida em todas as suas fases, desde a concepção até a morte natural, reconhecer e promover a estrutura natural da família, como união entre um homem e uma mulher, através do matrimônio, e tutelar o direito dos pais a educar os próprios filhos, tudo isto como conseqüência de princípios inscritos na natureza humana e comuns a toda a humanidade”.

A Lei Orgânica do Município deve ser aprovada em dois turnos, com votos de 2/3 dos legisladores. A votação em 2º turno está marcada para 9 de dezembro, com presença confirmada do Bispo da Diocese de Taubaté, Dom Carmo João Rhoden, presidente do Movimento Legislação e Vida.

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O que temos para oferecer a uma criança neste mundo em que há competição, violência e corrupção? As pessoas são como os macacos. Colocam crianças no mundo só porque todos têm”. – Neide Mota Machado, abortista, acusada pelas próprias pacientes.

Suspeita de suicídio. Esse foi o registro inicial da morte da ex-anestesiologista, a médica cassada pelo Conselho Federal de Medicina, Neide Mota, que aguardava julgamento em tramitação em Campo Grande (MS), pela prática de 25 abortos, ameaça e formação de quadrilha.

Neide Mota foi encontrada morta na tarde deste domingo, 29, dentro de um veículo Cross Fox, no interior de uma chácara na qual ela costumava comprar leite de cabra. A imprensa noticia que a médica teria chegado ao lugar com uma seringa na mão, um pouco transtornada e teria pedido para ficar sozinha.

A médica foi denunciada em 2007, quando foi acusada de fazer 10 mil abortos em clínica de “planejamento familiar” no estado do Mato Grosso do Sul. A prática ilegal teria rendido um lucro de quase R$8 milhões à Neide Mota, de acordo com o Ministério Público.

Em entrevista à revista Época, ano passado, a médica negava fazer abortos ilegais. As pacientes dela, entretanto, acusavam Neide de ter praticado aborto nelas ou ter tentado induzi-las ao ato. “A médica riu de minha cara quando perguntei o que ela indicava para meu caso. Ela me disse que lá era um lugar apenas para fazer aborto”, afirma uma das pacientes, Clara.

Neide Mota está morta, escapou do júri popular, e agora presta contas a Deus.

***

Refaço a pergunta que fiz em 2007, sobre Neide Mota: Um mártir pró-aborto?

Para ler: Ex-médica Neide Mota Machado é encontrada morta em chácara

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Uma atualização… No post “Não sou um vegetal, eu sou alguém!” disse que achei intrigante a situação do belga que por 23 anos esteve, segundo os médicos, em coma e que, agora, voltava a se comunicar com o auxílio de um teclado virtual e de uma pessoa que facilita seus movimentos.

O Jornal Nacional mostrou o assunto e deu o que falar, publiquei o link para o vídeo da matéria, inclusive. E hoje soube que o mesmo Jornal também mostrou que estão colocando em dúvidas a recuperação do belga, especialmente a forma como ele se comunica. Especula-se que foi tudo uma farsa, que é a “facilitadora” dos movimentos do deficiente é quem, de fato, digita.

Eis o link da matéria: Investigador lança dúvida sobre a capacidade mental do homem que estaria em coma

O investigador, James Randi, ofereceu 1 milhão de dólares para quem provar que o belga de fato digita no aparelho com tanta facilidade.

Continua intrigante!

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Década Católica: os melhores!

Antes que o ano acabe, antes que a década termine… Por que não escolhermos os melhores da cultura católica digital da primeira década do século XXI?

Comentei com uns amigos sobre o assunto mas a ansiedade é tanta que não consegui esperar para contar. É como se fosse um Oscar, ou um Emmy, mas não é. Risos. Na verdade não tem nada a ver… É só pra não passar em branco o boom de novos produtores de conteúdo católico da nossa internet.

Bom, eu sugeri 10 categorias: blog, site, debate, twitter, comunidade de orkut, livro, padre, religiosa, fato da década e feito da década. Só os notáveis vão para a lista.

A sugestão é que nós todos imersos nessa cultura online – na pré-história dessa cultura, sejamos pontuais! – possamos sugerir nomes para concorrer a cada categoria (e todo mundo pode indicar nomes).

Os três nomes mais sugeridos em cada categoria iriam ser enviados a um júri prestigiado e com alguma ligação com a cybercultura católica do Brasil, de preferência.

Caberia a esse júri, portanto, escolher os melhores da década. Já pensei em alguns nomes, mas como está tudo muito no começo, vou evitar publicá-los agora.

A lista dos DMD, os Dez Melhores da Década, seria publicada pelos próprios “imersos” da cybercultura católica. Em sites, blogs, twitter, orkut e onde mais for possível.

O legal é a participação coletiva. E, no fundo, a iniciativa serveria para pensarmos que década foi essa, e como podemos contribuir melhor para a década de 10 que vem aí.

Só que essa lista tem que sair antes de acabar a década, este ano. E por isso já está criado o twitter @decadacatolica o qual todo mundo pode seguir para ficar a par de novidades sobre o DMD (ou seja lá como isso vai se chamar!) e também para sugerir nomes para a lista tríplice de cada categoria lá de cima.

Beleza. Vamos agilizar então. Obrigado.

***

Publiquei minha lista aqui: DMD – Os Dez Melhores da Década

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VeraSapientia

Um blog a quatro mãos feito para defender a vida a partir de discussões da Filosofia, Ciências Sociais e do Direito. Sugestão para seu fim-de-semana: http://verasapientia.pro.br/

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Quem diria… Os dois livros foram escolhidos pelo jornal The Times os piores livros da década.

Que bom.

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Volta a alegria

Porque a sua indignação dura apenas um momento, enquanto sua benevolência é para toda a vida. Pela tarde, vem o pranto, mas, de manhã, volta a alegria”.Salmo 29, 6.

Caía a primeira chuva congelada, como neve, no anúncio de inverno do fim de tarde daquele outubro agasalhado que passava pela janela. As paradas de ônibus, protegidas como caixas de vidro, estavam lotadas novamente. Fiz parada a caminho da Rogers Road, próximo a lojas de italianos, a poucas quadras de uma igreja em reforma.

Estava frio e as mãos cobertas tinham que ir para o bolso. Devia ter vestido mais uma camada, pensei enquanto caminhava apressado pela calçada. Lembrava que a igreja italiana estava perto, duas ruas após a avenida… Avistei as portas fechadas, devia ser por causa da chuva gelada. Depois de me aproximar forcei e não abriram.

Examinei outras entradas até notar algum movimento no prédio anexo à igreja. Poderia ser a secretaria. Era. Apressei-me, já era quase cinco horas e provavelmente seria difícil encontrar um padre disponível para confissão após o horário. Apertei a campainha… Abriram a primeira porta, depois a segunda. “Come on in…”. Entrei e logo tirei o chapéu, mostrando a mim mesmo que aprendi, enfim, o costume.

Depois dos cumprimentos, o comentário idiota sobre o tempo e, então, o que me trouxe ali: “I was wondering… Am I on time to attend confession?” Precisava de um padre e não, não havia um disponível na ocasião pois era quase cinco da tarde e como caía a primeira chuva congelada, e a igreja estava em reforma e outras razões que me pareciam negligência… Bem, adiaram o serviço de confissão daquele fim da tarde para outro dia.

Imaginei um sorriso irônico por perto a ridicularizar minha busca. Logo agora que as oportunidades mais improváveis me alcançavam como houvesse um administrador hábil, invisível, a dar celeridade a tudo aquilo para o qual eu dizia não. “Go home, it´s frozen rain… Don´t you see?” Ele parecia me dizer.

“Thank you”. Disse após saber sobre a igreja mais próxima dali: do outro lado da avenida que tinha deixado para trás. Mãos no bolso, cabeça baixa, o vento estava mais forte e parecia que ele só conhecia a minha direção.

Ignorava o administrador invisível a me interpelar até que o celular tocou. Procurei um abrigo, uma lanchonete já no outro lado da avenida. Algumas chamadas não atendidas e uma mensagem na caixa postal… “Uh… Hi, it´s me…” Não pude acreditar. Era a ligação que não recebi durante todo o dia. E eu só precisava ligar de volta e dizer que sim.

Olhei a parada de ônibus lá fora… “Keep going…” Eu dizia ao coração cheio de noite. Segui. O vento arrastava o lixo no caminho e fazia barulho nos pensamentos de toda minha estadia ali. Avistei a igreja entre duas lojas. Feia. Forcei a porta e estava dentro.

Enorme. Sem muito movimento… Alguns fiéis conversavam baixinho e pedi informações. Sim, eles tinham um padre disponível. Fomos até uma sala bem ao fundo da assembleia. Entramos, ele fechou a porta sem usar a chave. Era uma sala pintada com um verde escuro. Uma mesa pequena, de escritório… Um quadro religioso e outro quadro com alguns boletins de avisos.

“Sit down…” Ele me disse com um sotaque esquisito que depois soube ser indiano. Iniciamos a oração e já não sentia qualquer invísivel ali. “I am listening son…”, foi a deixa do padre indiano e meu alívio começou. Ele ouviu, fez poucas perguntas, ponderou por algum instante, me deu conselhos e eu ouvi. Fui absolvido e incrivelmente deveria aceitar como penitência rezar diante de um sacrário luminoso.

Antes de sair da igreja coloquei o chapéu e as luvas. Poucas pessoas na rua. Andei devagar até a parada de ônibus e apesar dos cotovelos em meu casaco de couro, era como se estivesse sozinho, sem qualquer presença a me perturbar.

Entrei no ônibus e sentado conferi o celular. Parecia tão inofensivo, agora, e resolvi ligar quando chegasse ao meu destino. Caiu na caixa postal e deixei um recado. “… I am saying bye… And that´s it”.

“That´s it”. Repeti isso enquanto lanchava o que poderia ser o último angus burger antes da partida. Cheguei em casa e subi as escadas repetindo “that´s it”. Eu estava absolvido dos meus pensamentos. E, lá fora, pela janela, a chuva parecia neve. Do lado de dentro também.

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Sexta-feira última de novembro… Conto os dias para o fim deste ano. Ano que vem é “redondo”, 2010! Anos redondos encerram ciclos e começam outros, não? Simbólico, é o que penso.

Bom, o Pe. Joãozinho citou “diaconia da cultura no continente digital” num comentário do último post. Nunca li sobre esse assunto especificamente… Mas a seguir estão alguns links sobre iniciativas do Papa Bento XVI pela evangelização na internet:

Papa navega pela Internet e manda e-mails
A Igreja católica quer ‘’sair dos seus guetos” com a Internet
Papa convida a transformar cultura digital com Evangelho
‘Orkut’ para católicos
A nova geografia do cristianismo
Fé em domicílio
Mensagens a Deus agora pelo Twitter
‘Caro Deus, escrevo-te pelo Twitter’
Desafios da inculturação do cristianismo
A nova rede social do Papa

E aqui um artigo de duas pesquisadoras do Rio de Janeiro sobre o assunto:
Púlpito à Web: Uma Eclésia no Mundo Virtual

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Pe. Joãozinho menos carismático

Update: Este post foi comentado pelo Pe. Joãozinho. Legal! ;)

***

Sinceramente? Suspeitei desde o princípio que essa abertura toda para um debate sobre padres e mídia lá no blog do Pe. Joãozinho iria dar em livro… A surpresa: já tinha dado! Ele já estava com o título “Imagem e Semelhança de Deus na Mídia” de capa feita e divulgou o índice e o resumo de capítulos lá no blog dele, inclusive.

Fato: essa discussão de padre showman foi muito oportuna para divulgar o livro. Enfim, o empreendedor é aquele que cria oportunidades! Espero que “Deus na Mídia” saia antes do natal. Vou comprar.

Beleza. Sobre o título em questão… O jeitão nada carismático do blogueiro Pe. Joãozinho me chamou atenção desde as discussões dele com o Prof. Orlando Fedeli. Vimos o sacerdote agir no estilo “sabe com quem está falando” e a mim isso pareceu inoportuno, digamos assim. Agora ele se propõe a filosofar com uma leitora esquentada… Convenhamos que alguns dos leitores do padre não têm a menor reverência ao se dirigir a ele, o que é lamentável, mas acontece desde quando a reverência perdeu lugar para a experiência em alguns meios católicos.

Certo! A leitora do blog diz ao padre:

A cada crítica que lhe fazem,posta no twitter, expondo as pessoas ao escrutínio público… (…)Ainda coloca a retratação da pessoa… Como se dissesse, estão vendo? Eu estou certo… (…) Se quiseres colocar o meu comentário a fim de execução pública, não sou fraca de ideia como as outras, já deixei bem claro aqui que estou acima disso, só aceito um jugo e juízo, o divino.

Um horror. Mas, sim, ela tem razão de ter tido essa impressão… E o Pe. Joãozinho achou que deveria publicar, no blog dele, a resposta mal criada e ainda fazer o que ele chamou de exercício de maiêutica. O que mais pareceu uma demonstração de “sabe com quem está falando?” outra vez.

Chato. E uma leitora comentou o acesso de vaidade das palavras do padre (das palavras! veja o meu cuidado…):

Se for para bombar os acessos no blog, não seria melhor que ele estivesse bombando por conta de alguma discussão saudável e engrandecedora, como estava sendo no início? Que estivesse bombamdo por causa de temas constantes em posts, que contivessem algum conteúdo, que não fosse a opinião pessoal de alguém comum, mas que fosse sobre algo do interesse maior de todos?”

Complicado… Rezo para que ninguém saia ferido desse debate com o padre Joãozinho.

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