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Posts de outubro \30\UTC 2009

Uma cidade inteira pela Vida

Em São Bento do Sapucaí, São Paulo, a Comissão Especial aprovou a nova Lei Orgânica inspirada em ações pró-vida. Agora o projeto segue para mais duas comissões. São Bento do Sapucaí pode se tornar o primeiro município pró-vida do país.

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Descansa em Mim

Estou descansando…

***

Descansa em Mim
Walmir Alencar

Vim descansar meu coração
Em teus braços repousar
Porque confio…
Deixo meu fardo em tuas mãos

Eu vim deixar teu amor tocar
As feridas e o lugar
Onde sozinho eu não posso alcançar

Teu jugo é suave
Teu peso é leve
Descanso minha alma em teu coração
Teu jugo é suave
Teu peso é leve
É manso e humilde teu coração

Descanso em ti
ah ah ah ah

Vem, descansar teu coração
Em meus braços repousar
Vem e confia… Põe o teu fardo em minhas mãos

Oh, vem! Deixa o meu amor tocar
As feridas e o lugar
Onde sozinho já não podes alcançar

Meu jugo é suave
Meu peso é leve
Descansa tua alma em meu coração
Meu jugo é suave
Meu peso é leve
É manso e humlide meu coração

Descansa em mim

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Volta à casa do pai


Reformistas: Henrique VIII criou a Igreja da Inglaterra; Rowan Williams rachou-a.

O retorno dos anglicanos ao seio da Igreja Católica tem o sabor de uma vitória tardia sobre a Reforma Protestante.” – Revista Veja, nº 2136, 28 de outubro de 2009.

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Porque ele está ali

Um dia sabemos que temos de partir. Que temos de fazer da vida uma outra coisa. Simplesmente isto. E vamos… Nunca mais a paz de sermos inúteis; nunca mais os prazeres que não saciam, nunca mais a ânsia de segurança que nos vai roendo a juventude e a alegria. - Paulo Jorge Geraldo, professor de português.

Reproduzo o texto Paulo Jorge Geraldo sobre a felicidade do encontro do homem com os valores altíssimos que o identificam e o humanizam. Uma resposta sutil sobre o sentido da vida, creio. Encontrei o texto por intermédio do Miguel Reis, do Plataforma Algarve pela Vida e a mim, a mim calou.

***

Porque ele está ali

Algumas vezes sabemos dentro de nós que devemos fazer qualquer coisa semelhante a plantar uma árvore, mesmo sabendo que nunca comeremos dos seus frutos nem descansaremos à sua sombra. Ou descobrimos que devemos aplicar-nos não tanto ao nosso pequeno problema, mas a reconstruir as ruínas imensas que nos rodeiam. E nunca como então somos tão grandes. E nunca como então estamos tão perto de nós mesmos.

Quem compreendeu o que é a verdade amou-a. Procurou e escavou. Desejou-a para si e para os outros, porque não há outra luz. Depois sofreu por ela, porque em toda a volta a mentira é poderosa. E continuou, sem se calar, com esse amor e a sua dor.

Quem vive para a família é habitado por ela e torna-se maior e faz o que nunca faria se vivesse para si mesmo.

Aquele que escutou os gritos silenciosos das crianças assassinadas antes de verem a luz – e as dores das mães enganadas que sofrem sem remédio – leva consigo o maior peso do mundo. Aparentemente pode pouco contra aqueles que se instalaram nos lugares onde se fazem as leis e se manobram televisões e jornais. Mas é um gigante todo aceso. Queima. E são os seus braços que sustentam este mundo doente.

E há o que quis ser médico não para garantir uma vida cómoda, mas para devolver ao mundo sorrisos que se tinham perdido. E o que sofre em si toda a fome de África. E o que se enamorou da justiça. E aquele que cuida de crianças incuráveis.

Uma vez perguntaram a um alpinista por que desejava escalar o alto pico nevado. Respondeu: “Porque ele está ali”. Queria com isso dizer a naturalidade do encontro do homem com o seu sonho, com a sua tarefa, consigo mesmo.

É triste viver sem grandeza. É como estar longe de nós mesmos. É ver apenas as sombras do mundo e da vida. É, de algum modo, não viver…

As coisas grandes são aquelas que o amor nos leva a fazer, e muitas vezes realizam-se por meio de pequenos gestos. Fazem-se pisando os nossos apetites e gostos, abandonando o cómodo estojo no qual temos tendência a encerrar a nossa existência.

Um dia sabemos que temos de partir. Que temos de fazer da vida uma outra coisa. Simplesmente isto. E vamos…

Nunca mais a paz de sermos inúteis; nunca mais os prazeres que não saciam, nunca mais a ânsia de segurança que nos vai roendo a juventude e a alegria.

É difícil subir o monte altíssimo. É preciso trocar tudo pelo instante mágico de chegar ao cume. Ali tudo é radicalmente verdadeiro: não é possível fingir que se vai a caminho. Deixam-se as forças na íngreme escalada, rasga-se a pele nos rochedos, abandona-se o aconchego do calor do corpo ao vento e à neve e ao gelo. Caímos e apetece-nos ficar por ali. Por vezes não sabemos se conseguimos dar mais um passo.

Mas é tão belo! Só ali se respira verdadeiramente. Só ali se vêem todas as coisas com o seu verdadeiro relevo e com as suas cores verdadeiras. Só ali um homem se sente realmente rico – ele que deixou tudo lá em baixo.

Os amigos que se fazem na montanha duram para sempre: nasceram da magra ração repartida debaixo das estrelas, de se apoiarem uns aos outros quando o que estava em jogo era a vida ou a morte, de cantarem juntos, das longas confidências testemunhadas apenas pelo vento.

Na montanha os amigos não são descartáveis companheiros de divertimento: precisam mesmo uns dos outros, fazem parte uns dos outros, uns são os outros.

Os que ficaram lá em baixo chamam-nos loucos. Encolhemos os ombros: esses queridos estão vivos, mas ainda estão mortos. Uma pessoa não vive quando vive apenas para si mesma. Não se vive sem sal, sem risco, sem aventura. Estão a precisar de uma inundação de alegria.

E tu? Eu quereria que partisses. Não necessariamente de um lugar para outro, mas para fora de ti. Para onde precisam de ti. Para te encontrares.

E, se às vezes te falo de paciência, digo-te agora que te apresses. Tenho pressa de te conhecer. Se também eu for corajoso, havemos de nos encontrar e saberei o teu nome. Trocaremos um abraço forte e saberemos que era necessário que nos encontrássemos.

Paulo Geraldo

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Sagrado

Vocês sabem, a Globo tem uma série diária chamada “Sagrado” na qual religiosos e artistas falam sobre religiões e sociedade. Sempre há alguém representando uma religião… No episódio número quatro havia um padre católico da arquidiocese do Rio de Janeiro dizendo que “a religião não é para preparar as pessoas para a vida em outro mundo”, mas para a vida em comunidade, neste mundo.

Enfim… Quem tiver curiosidade de assistir a série, seguem os links para os vídeos dos seis primeiros episódios que já foram ao ar:

Primeiro episódio: As religiões afro-brasileiras
Segundo episódio: O Budismo
Terceiro episódio: O Islamismo
Quarto episódio: O Catolicismo
Quinto episódio: O Protestantismo
Sexto episódio: O Espiritismo

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Blog Novo: Casa de Família

Homens e mulheres somos diferentes, e o melhor: complementares! O assunto é tratado com muito humor na animação acima. Esse e outros vídeos estão na lista de sugestões do blog Casa de Família, uma iniciativa dos adeptos da Pastoral da Família da paróquia Nossa Senhora do Brasil, em São Paulo. Vale a visita!

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Zapatero e o Vaticano

Zapatero se converteu no símbolo de todo o equívoco do secularismo europeu. Quando Obama foi eleito, houve um debate, no Vaticano, sobre se ele se converteria em um Zapatero global. Porque, para o Vaticano, Zapatero é o símbolo desse secularismo radical, hostil à religião, hostil à Igreja católica e hostil aos seus ensinamentos morais.

A preocupação é que o impacto de Zapatero não fique só na Espanha, mas que se estenda pela Europa e tenha um sério impacto na América Latina, onde vive a metade dos católicos do mundo. Existe um sério temor de que Zapatero seja uma doença que se estenda e infecte toda a América Latina.

A análise é do jornalista John L. Allen Jr, especialista em Vaticano. Ele expôs os comentários em entrevista ao jornal La Vanguardia. No site Instutito Unisinos é possível ler todas as respostas do especialista.

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É tri!

Prematuras, as trigêmeas paranaenses nasceram após sete meses de gestação. A mãe tem 17 anos, o pai 16. São meninas: Melissa, Micaela e Mirela. Elas estão bem e ficam internadas até completar dois quilos cada uma.

Li no G1: Adolescente de 14 anos dá à luz trigêmeos no Paraná

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Sinais dos tempos

Sem comentários.

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Berê: Você me ama?
Bart: Com ou sem açúcar?
Berê: Você nunca responde.
Bart: Bem, é seu café da manhã. É a sua cama…
Berê: E?
Bart: Isso deveria te dizer alguma coisa…
Berê: Hum… Que horas são?
Bart: Deixa ver… Sete.
Berê: Temos mesmo que levantar?
Bart: Ah, já fizemos isso antes.
Berê: E se trabalhássemos juntos?
Bart: Não dá. Trabalhar de “conchinha” não faz parte da cultura da empresa…
Berê: Ok, senhor funcionário do mês!
Bart: Senhora mais cinco minutinhos, temos que garantir o leite das crianças.
Berê: Que exagero! Nem temos crianças.
Bart: O que é um verdadeiro exagero…
Berê: Não, não é exagero… Não ter crianças é ecológico.
Bart: Oh, não… Militância pela manhã, logo cedo, não.
Berê: Mas eu gosto de crianças. Agora, pense… Quantos dos nossos amigos têm filhos?
Bart: Sem falar nos que estão esperando o primeiro… Todos.
Berê: Ah, é? Bem… Então somos os escolhidos!
Bart: Escolhidos?
Berê: Somos o repouso dos recursos naturais da terra.
Bart: Oh, você está querendo ganhar tempo. Desculpe, não vou me atrasar hoje… Você vai dirigindo o seu.
Berê: Não, espera… Ainda estou enjoada.
Bart: Ah… Não é natural esse enjoo persistente!
Berê: Será que foi algo que comi?
Bart: Isso não. Posso garantir que não! Você não tem comido nada além de verduras.
Berê: Tomate é fruta… E… Ugh… Ugh…
Bart: Oh, meu Deus! O que você está sentindo?
Berê: Enjoo… Me traz um sorvete.
Bart: Sorvete pra enjoo?!
Berê: Sei lá, me deu vontade de sorvete…
Bart: Mas de manhã cedo? Que enjoo é esse?
Berê: Ai, não…
Bart: O quê?
Berê: É culpa sua!!!
Bart: Oh, meu Deus!!! É culpa minha!!!
Berê: Oh, meu Deus! O que eu vou dizer no grupo? Ugh… Ugh…
Bart: Diga que fomos escolhidos!!!

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