
Uma menina sobreviveu ao infanticídio de maneira dramática e maravilhosa. Você conhece essa história da vida real? Assista ao clipe do documentário Hakani, uma iniciativa em defesa da vida que denuncia a tradição do infanticídio presente na cultura de algumas tribos indígenas do Brasil e defendida por antropólogos, com a conivência do Governo brasileiro.
Hakani é fruto da militância pró-vida da ONG Atini – Voz pela Vida, uma iniciativa que salva a vida de crianças indígenas que seriam enterradas vivas por terem um irmão gêmeo, uma deficiência física ou pai desconhecido.
No Brasil, o direito à vida depende do grupo étnico ao qual seus habitantes pertencem: se for índio, pode matar desde que o permita a tradição do grupo no qual a vítima está inserida.
Vergonha!
Não surpreende saber que num país que faz vista grossa para o direito da criança indígena a legalização do aborto ainda seja tema em discussão.
Em defesa da vida, contra o infantício e o aborto, escreva um e-mail para o seu deputado federal e peça que ele tenha compromisso com o principal direito do ser humano: o direito à vida.
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Leia: Banalização da vida













É… no Brasil há mesmo muito trabalho para os pró-vida!
Paz e Bem!
[...] sobre Hakani: A banalização da vida; Relativismo ameaça vida de crianças; Apelo no [...]
oi! apaz do senhor eu sinplesmente fiquei chocada tenho 10 anos ,com a historia da criança que sobreviveu ao infanticidio …
eu me chamo Gabriela eu vi o vídeo da hakani na igreja betesda eu e minha familia vimos tanbem pela internet e nós estamos orando pela sua familia…
e por vc marcia que Deus continui abencoando-os…..
Meu deus eu fiquei horrorizada com o video do hakani, como podem fazer isso com as crianças, deus tenha piedade dessas pessoas e proteja aquelas crianças inocentes dessa maldade sem tamanho.
[...] – Hakani, uma voz pela vida… – HAKANI – O Possível e O Extraordinário – Hakani, enterrados vivos – Blog do Chiroma – Conheça a emocionante história da indiazinha [...]
Fiquei completamente chocada. Soube através de um Pastor missionário que esteve na tribo e em outras . Eles estão fazendo um belíssimo trabalho nas tribos, e que Deus continue abençoando. O que precisamos é disso de pessoas dispostas a enfrentar e falar do nosso Deus, que com certeza esses indios não conhecem.
Como Cristãos nossa luta é pela vida…..
Imaginei se fossem as minhas filhas naquelas covas,fiquei chocada,como as pessoas podem dia do indio das mães? depois de assistirem ao video que está o yotub?
gostaria e muito de saber como posso me envolver(já que moro em curitiba) e em que posso ser util.
Aguardo resposta anciosamente
É Mais que uma pouca vergonha isso sim! Ve lá se podee fazer uma coisa dessa com crianças inocentes que não tem NENHUUMA culpa! Sou jovem e só fiquei sabendo dessas matérias através de um trabalho que tive que fazer para a escola. Fiquei chocada quando soube que pessoas (se é que podem ser consideradas pessoas né :/) podem fazer isso com crianças inocentees! Pois é.. é desse jeito que o mundo vai indo ¬¬’
Que possam legalizar a Lei Muwaji, que impede com que sejam feitas essas ‘barbaridades’ com essas crianças :/
David Karai Popyguá
Sou indígena aldeiado e Professor Estadual e estudante de Ciências Jurídicas e Sociais (Direito).
Todos nós sabemos o que é certo e errado,mas infelizmente essas etnias não tem essa distinção pois para elas as leis religiosas e culturais são sagradas e invioláveis; para eles. Todos que desafiam essas regras são considerados como pessoas que querem acabar de vez com a cultura ou muitas vezes conciderados espécies de anticristo , por isso que ninguém da aldeia faz nada.
Na minha cultura Guarani até algumas décadas atrás ainda tinha aldeias que mantinham esses costumes pois acreditavam que a mulher ao dar a luz a mais de um filho ,sempre tinha um que era o mal encarnado.Com isso matavam um e deixavam um vivo .
Hoje em dia já não temos mais esses rituais , pois os guaranis tiveram muito contato com os não indígenas e aprenderam a lidar com o bem e o mal e principalmente com doenças serias em crianças.
Infelizmente culturas mais antigas ,sentem um temor inimaginável com relação ao mal ; pois quem ministra o bem na aldeia é o pajé e muitas vezes esse impõem o bem através de costumes que são voltados para o medo extremo do mal . Coisa que todos nós sabemos que muitas vezes são frutos de nossa imaginação.
Para acabar com esses costumes devem ser realizados encontros entre lideres espirituais indígenas ,pois as culturas são muito próximas e tendem a ter as mesmas diretrizes.Se conseguirem juntar lideranças religiosas indígenas que vivem essas realidades e lideranças que já superaram a mesma, sem sombra de duvidas que caminharemos para um correto e mais justo resultado.
Lembro a todos que não podemos generalizar, pois existem no Brasil mais de 250 povos diferentes cada um com seus mitos e ritos diversificados.
Espero que aceitem meu comentário pois não podemos ser taxados como infanticidas se nem mesmo praticamos tal ato .
O povo guarani já vivenciou esses fatos mas graças a grandes lideres espirituais ,não cometemos mais tal injustiça.
Aguardando respostas e duvidas quanto as culturas indígenas,sempre mantendo um bom relacionamento e discernimento mais justo.
[...] Ou o infanticídio, talvez? É sem dúvidas um costume cultural, é inquestionavelmente uma tradição. Aliás, se as crianças gêmeas são uma do bem e a outra do mal, e se não dá para distinguir uma da outra, é perfeitamente coerente seguir os costumes dos antepassados e enterrar as duas vivas. Afinal, nunca se sabe. Lembram-se de Hakani? [...]