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Posts de maio \30\UTC 2008

Como vão resolver o problema da multidão de “esperançados” que criaram para sensibilizar a opinião pública a favor do uso de embriões humanos em pesquisas?

O menino João Victor, 9 anos, que tem distrofia muscular, está com pressa, quer saber quando o remédio vai chegar.

É… Parece que o assunto ainda vai assombrar nossos dias por um bom tempo.

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No blog do Jorge Ferraz:
Considerações sobre o julgamento das CTEHS

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“O voto vencido de hoje é o vencedor de amanhã.” – Ministro Carlos Alberto Direito ,voto vencido, ao final do julgamento favorável à constitucionalidade das pesquisas que vão destruir os embriões humanos.

Condenados. Essa foi a sentença de morte que receberam os embriões humanos “inviáveis”. Em resumo, do total de onze ministros, seis decidiram explicitamente que é constitucional matar aquele que está fora do útero materno desde que ele não tenha altura, corpo e peso ideiais.

Em nota a CNBB promete continuar o trabalho em favor da vida e lamenta a decisão do Supremo Tribunal Federal.

Agora procuram-se culpados. Como desconheço os procurados aproveitarei o tempo que me sobrará para renovar meu amor às causas perdidas.

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Quanto à Mayana Zatz… Agora ela esclarece que não promete cura, mas pesquisas. Neste domingo mandarei rezar uma missa por ela que já amou Moisés, mas que, espero, um dia desposará Nosso Senhor Jesus Cristo.

Levantai-vos, vamos!

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(Foto: Paula Simas/SCO/STF)

É consenso: a solução é permitir a pesquisa com células-tronco embrionárias protejendo a vida do embrião. Foi esta a proposta dos ministros que somaram 4 votos a favor da vida, contra a destruição de embriões em pesquisas.

A inspiração dos votos deve ter sido ninguém mais, ninguém menos, que a cientista sem Nobel: Mayana Zatz. Foi ela mesmo quem declarou: “Continuar as pesquisas e preservar o embrião é o que mais almejamos”.

Será que mentiu? Mas ela nunca mente, mente, mente.

Então está resolvido. Vamos dar o caso por encerrado e cobrar uma nova redação para a o artigo 5º da lei de biossegurança!

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O desempate (4×4) é esperado para hoje, quinta-feira. D’us ouça a doutora e fique proíba a destruição de embriões.

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Anti-catolicismo. É em nome dele que a mídia brasileira investe na desinformação, na desqualificação de juristas católicos e no boicote de ações pró-vida?

Para além do julgamento da constitucionalidade de pesquisas com células-tronco de embriões humanos e mesmo da proposta oculta de legalização do aborto via Supremo Tribunal Federal, o que nos dizem as notícias – já há muito tempo - é que o catolicismo é um mal que precisa ser combatido.

Obscurantismo, atraso, cegueira medieval. Se os termos fossem aplicados ao judaísmo, religião na qual foram formados a geneticista, Mayana Zatz, e o empresário de mídia, Roberto Civita, não demoraria muito para que alegassem anti-semitismo.

Os termos são aplicados ao catolicismo. Por isso não surpreende o ódio que a simples menção do termo “católico” como se fosse o sobrenome de juristas contrários à redação do artigo 5º da lei de biossegurança provoca no público em geral.

Uma nomeação dispensável já que poderiam ser ditas as mesmas informações a respeito dos juízes católicos sem a nomeação de sua religião, a exemplo do tratamento recebido por não-católicos envolvidos nos mesmos fatos reportados.

Preconceito não se confunde com crítica. Diferentemente dos movimentos homossexuais que pleiteam o silêncio, pela força da lei, de todos os seus críticos, denunciar o anti-catolicismo não se trata de restringir a liberdade de expressão. Tratar as bases de uma religião como prejudiciais à sociedade, ao avanço científico, à saúde pública, em nada se assemelha a mera crítica aos líderes católicos ou às posições da Igreja.

Esse tratamento configura ódio? Para descobrir isso bastaria usar o mesmo tratamento em relação a outro grupo religioso, étnico ou minorias e esperar para ver como tais grupos se sentirão.

A mídia, no entanto, faz papel secundário diante do relativismo moral que não tolera o conceito do que seja humano, da natureza humana. Conceito este moldado por dois milênios de catolicismo e que vai, aos poucos, sendo reinterpretado, mas não sem antes acontecer a criminalização simbólica – a princípio – do catolicismo.

Por isso é fácil ouvir que a Igreja Católica é responsável pelas mortes causada pela AIDS, pelos abortos clandestinos ou por comprometer a perspectiva de cura para aqueles que até agora não foram contemplados com as beneces de 25 anos de pesquisas com células-tronco embrionárias (até porque tais beneces não existem).

A diferença entre o preconceito relativo ao catolicismo e a outros grupos é sua aceitação, mesmo em um país de maioria católica. No caso brasileiro o método que torna o preonceito aceitável é a falsa dicotomia entre a “hierarquia da Igreja” – os bispos, padres, sacerdotes – e a “base da Igreja” – os leigos.

Isto explica os cuidados que tomam vozes favoráveis à destruição de embriões em pesquisa quando se dirigem ao público católico afirmando sempre que não existe uma guerra entre Igreja e ciência, contudo eram eles os primeiros a afirmar o contrário quando convinha a estratégia de vitimização ou criminalização simbólica do adversário. Esperemos só pra ver como se comportam ao final desta novela.

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Para ler: The New Anti-Catholicism: The Last Acceptable Prejudice, livro do Prof. Philip Jenkins.

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Basta um voto para que o Supremo Tribunal Federal decida o que fazer com a vida que está no meio do caminho da ciência, informa a nota.

Nesta quarta-feira o julgamento começa às 8h30 e deve durar o dia inteiro para que o castelo de cartas seja desfeito.

Contamos com o extraordinário. Submetemo-nos ao julgo da esperança e queremos que o Espírito de vida venha em auxílio de nossos ossos ressequidos.

Eu acredito contra toda esperança.

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“É uma loucura falarem que embrião congelado há mais de três anos é inviável. E isso não tem nada a ver com a religião. A viabilidade é um fato e ponto. Os maiores centros de reprodução na Europa defendem o congelamento de embriões como forma de evitar a gravidez múltipla” – José Gonçalves Franco Júnior, detentor do maior banco de criopreservação do Brasil.

Protocolos internacionais sobre reprodução assistida contrariam a Maga Patológica e garantem que não existe nenhuma deterioração conhecida da saúde do embrião com o decorrer do tempo de congelamento. Apesar disso alguns cientistas sustentam a fraude da necessidade de usar embriões congelados em pesquisa dado a falsa “inviabilidade” destes.

Conheça os protocolos, leia trabalhos científicos e documentos fartos que atestam a fraude que insiste em ameaçar a vida de brasileiros e brasileiras infelizmente submetidos às práticas de reprodução assistida. Saiba mais no blog Cultura da Vida.

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Vamos parar a máquina mortífera da ciência sem ética. Dê um clique e salve a vida inocente ameaçada por falsas esperanças de cura.

Nesta quarta, 28, roguemos à auxiliadora dos cristãos para que prevaleça o senso de defesa da vida humana no julgamento do STF sobre pesquisas com células-tronco de embriões.

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A violência contra ativistas pelos “direitos homossexuais” cresceu durante a 12ª Parada Gay de São Paulo. Os ativistas que desfilariam no trio elétrico da Conlutas (Coordenação Nacional de Lutas) contaram ao jornal Folha de S. Paulo que foram violentamente espancados pela polícia a mando dos organizadores do evento contra a “homofobia”.

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Algo acontece na Folha de S. Paulo… Depois de elogiar as últimas Paradas Gay, divulgando os números exagerados do evento, sem comprovação científica , agora o jornal critica a falta de seriedade dos números divulgados pelos organizadores da 12ª Parada Gay de São Paulo além de informar o que todos já sabiam: o consumo de drogas ilícitas no evento gay é explícito.

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Sobriedade no metrô foi um pedido dos organizadores da 12ª Parada Gay de São Paulo aos participantes, uma tendência internacional se considerarmos o pedido de “sobriedade” – evitar atentados ao pudor? – feito aos homossexuais pela ministra da igualdade, na Itália.

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Neste ano não encontramos registro de homossexuais fantasiados debochando da religião. Deve ser resultado da adesão do discurso gayzista ao laicinismo do ativista Daniel Sottomaior, integrante do trio de vitimizados da raspa do tacho do iluminismo: gayzistas, feministas-pro-aborto e ateus militantes. Basta de laicinismo!

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Com vocês, Júlio Severo: ativista homossexual quer crucificar ativista pró-vida.

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Para crítica seguem algumas linhas sobre porque, afinal, “heterossexualidade” e “homossexualidade” são grandezas incomparáveis… Esta foi a resposta que dei a um leitor (ateu e heterossexual – hum… quem será?):

(…) Ser heterossexual não depende da prática de sexo. A heterossexualidade é uma condição da natureza humana. Não é difícil perceber isso com a simples análise do corpo do homem e da mulher… Mesmo aqueles de vida celibatária são heterossexuais.

Homossexualismo é extamente o contrário da natureza humana. Uma falsa necessidade que não podendo – por motivos óbvios – assumir condição semelhante ao que é heterossexual esforça-se para distorcer o que seja heterossexual: promovendo a idéia de que tudo é uma questão de gênero e que não existe uma natureza humana. Sendo assim, heterossexual é aquele que faz sexo com o sexo oposto… Ou seja: o pensamento sobre o que seja “heterossexual” toma, agora, por base o que é “homossexual”. Um completo nonsense já que “heterossexual” toma por base a natureza, a condição do homem. E “homossexual” toma por base um “construtivismo” sem fim, a “cultura”.

Os que propogam a homossexualidade não o fazem sem antes dizer que não existe qualquer coisa de “natureza humana”. Como então comparar homossexual com heterossexual se um assume que não existe natureza humana e outro assume que existe? São contextos opostos, rivalizadores e não podem ser base um para o outro.

É por isso que heterossexual não é (nunca foi) aquele que faz sexo com o sexo oposto. Heterossexual é a condição da natureza humana. Por isso, aquele que vai contra a natureza é chamado de homossexual. Não se trata de uma “alternativa” ao termo heterossexual para aqueles que gostam do mesmo sexo… De modo algum. Trata-se, sim, da negação do valor heterossexual, da existência de uma natureza humana.

Por isso dizer que não existe “o homossexual”. Já que não existe essa condição na natureza humana. O que existe é o desejo de subverter a natureza. Ou seja: uma prática. E práticas não são condições. São atos. Não somos nossos atos. Somos a nossa condição.

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Só lembrando: nesta semana queremos enterrar as pesquisas de ficção-científica que destroem embriões humanos. É quarta-feira, 28. Vamos congelar Mayana Zatz? Se D’us permitir! Oremos a Virgem.

Chega por hoje! Boa semana!

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Honestidade

O cobrador deixa o guichê do metrô por uns dez minutos e o usuário lê o seguinte aviso: “O cobrador volta em breve. Enquanto isso, por favor, pague a tarifa e entre.”

Brincadeira, não? Eu conto: o casal que passou no momento que eu tirava a foto não pagou. Mas tem quem pague.

This is Canada!

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Eu não pago no guichê porque uso o eletrônico metropass. Rá!

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Nada além do céu azul

I can see clearly now the rain is gone.
It’s gonna be a bright (bright), bright (bright) sunshiny day.
Jimmy Cliff

Sem pressa nos próximos 25 anos de vida. Fiz a promessa a mim mesmo! Não acredito que a cumprirei. Mas vale a intenção e se há um dia para boas intenções, ei-lo. Fiz a experiência: deitei no chão, olhei pro céu e tudo lá em cima parecia sem pressa. Fazia tempo que não parava e via o céu desse ângulo, sem interferência de horizontes.

Um quarto de século parece algo tão breve. Ainda ontem perguntava aos meus pais se já era sábado, pois não queria ir à escola. Demorei mas aprendi que o sábado vem só depois de cinco longos dias. Aliás, nem tão longos assim, hoje! É tudo tão mais rápido agora.

Quem mais amei? Talvez a pergunta ajude na avaliação do que fiz com meu tempo até agora. Pergunta difícil. Levei cinco longos dias pensando no assunto! Descobri que amo pouco e que tenho uma desculpa de bolso: amo do meu jeito. Agora quero amar do jeito Dele. Prometi. Não sei se cumpro. Preciso acreditar mais em minhas promessas!

Mais de vinte mil horas vividas e contando com responsabilidade. O tempo, caro amigo, o tempo… Vive-se hoje o pós-plenitude dos tempos! Pensei nisso. Tempo da graça. Bem verdade: não podemos perder tempo. Há tanto o que viver…

Lembro quando os pingos da chuva caíam na minha cabeça e eu cantava a canção. Fiz um esforço. Guardei o céu em movimento para lembrar sempre que precisar. Nada além do céu azul sem o limite do horizonte.

Hoje, quando apagar as velas, vou pedir que um dia possa viver de escrever. Obviamente que, antes, vou aprender o ofício! Escrevendo é como sei amar. É o meu jeito. Mas tem que ser do jeito Dele… Ofício difícil é também amar com palavras.

Tenho 25 anos e me preocupa gostar mais do céu que do horizonte. Culpa dos meus óculos! Vejo melhor o céu a olho nu. Já o horizonte…

Hoje é sábado. E não, não tenho aula. Obrigado, Senhora Auxiliadora!

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