
A violência contra ativistas pelos “direitos homossexuais” cresceu durante a 12ª Parada Gay de São Paulo. Os ativistas que desfilariam no trio elétrico da Conlutas (Coordenação Nacional de Lutas) contaram ao jornal Folha de S. Paulo que foram violentamente espancados pela polícia a mando dos organizadores do evento contra a “homofobia”.
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Algo acontece na Folha de S. Paulo… Depois de elogiar as últimas Paradas Gay, divulgando os números exagerados do evento, sem comprovação científica , agora o jornal critica a falta de seriedade dos números divulgados pelos organizadores da 12ª Parada Gay de São Paulo além de informar o que todos já sabiam: o consumo de drogas ilícitas no evento gay é explícito.
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Sobriedade no metrô foi um pedido dos organizadores da 12ª Parada Gay de São Paulo aos participantes, uma tendência internacional se considerarmos o pedido de “sobriedade” – evitar atentados ao pudor? – feito aos homossexuais pela ministra da igualdade, na Itália.
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Neste ano não encontramos registro de homossexuais fantasiados debochando da religião. Deve ser resultado da adesão do discurso gayzista ao laicinismo do ativista Daniel Sottomaior, integrante do trio de vitimizados da raspa do tacho do iluminismo: gayzistas, feministas-pro-aborto e ateus militantes. Basta de laicinismo!
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Com vocês, Júlio Severo: ativista homossexual quer crucificar ativista pró-vida.
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Para crítica seguem algumas linhas sobre porque, afinal, “heterossexualidade” e “homossexualidade” são grandezas incomparáveis… Esta foi a resposta que dei a um leitor (ateu e heterossexual – hum… quem será?):
(…) Ser heterossexual não depende da prática de sexo. A heterossexualidade é uma condição da natureza humana. Não é difícil perceber isso com a simples análise do corpo do homem e da mulher… Mesmo aqueles de vida celibatária são heterossexuais.
Homossexualismo é extamente o contrário da natureza humana. Uma falsa necessidade que não podendo – por motivos óbvios – assumir condição semelhante ao que é heterossexual esforça-se para distorcer o que seja heterossexual: promovendo a idéia de que tudo é uma questão de gênero e que não existe uma natureza humana. Sendo assim, heterossexual é aquele que faz sexo com o sexo oposto… Ou seja: o pensamento sobre o que seja “heterossexual” toma, agora, por base o que é “homossexual”. Um completo nonsense já que “heterossexual” toma por base a natureza, a condição do homem. E “homossexual” toma por base um “construtivismo” sem fim, a “cultura”.
Os que propogam a homossexualidade não o fazem sem antes dizer que não existe qualquer coisa de “natureza humana”. Como então comparar homossexual com heterossexual se um assume que não existe natureza humana e outro assume que existe? São contextos opostos, rivalizadores e não podem ser base um para o outro.
É por isso que heterossexual não é (nunca foi) aquele que faz sexo com o sexo oposto. Heterossexual é a condição da natureza humana. Por isso, aquele que vai contra a natureza é chamado de homossexual. Não se trata de uma “alternativa” ao termo heterossexual para aqueles que gostam do mesmo sexo… De modo algum. Trata-se, sim, da negação do valor heterossexual, da existência de uma natureza humana.
Por isso dizer que não existe “o homossexual”. Já que não existe essa condição na natureza humana. O que existe é o desejo de subverter a natureza. Ou seja: uma prática. E práticas não são condições. São atos. Não somos nossos atos. Somos a nossa condição.
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Só lembrando: nesta semana queremos enterrar as pesquisas de ficção-científica que destroem embriões humanos. É quarta-feira, 28. Vamos congelar Mayana Zatz? Se D’us permitir! Oremos a Virgem.
Chega por hoje! Boa semana!
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