Paris marchou em defesa da vida no começo desta semana. Jovens, crianças e adultos celebraram a vida e manifestaram-se contra o aborto, legalizado na França em 1975. Fotos aqui.
Para os abortistas uma nuvem de “retrocesso” chegou à Europa. Eles estão certos! É a nuvem da esperança, da liberdade e do bom senso que faz a cultura de morte retroceder às trevas de onde nunca deveria ter saído.
Às trevas do medo. A mulher que aborta o faz por medo de não ser aceita pela família; por medo da falta condições financeiras; por medo de perder o companheiro; por medo de comprometer a carreira; por medo de não levar até as últimas conseqüências seu ideal feminista (lembremos: aborto não cura TOC); por temer o futuro; por temer o passado; por temer o seu presente.
Às trevas da falta de liberdade. A mulher que aborta o faz oprimida pela falsa liberdade sexual; oprimida pelo culto ao corpo; oprimida pelo capitalismo selvagem; oprimida pela indústria do aborto que visa o controle populacional; oprimida pela falta de informação e demagogia do discurso pró-aborto.
Às trevas do fundamentalismo feminista. A mulher que aborta o faz por má influência de feministas fanática$ que ferem a liberdade religiosa, que perseguem outras feministas contrárias ao aborto, que fraudam pesquisas de opinião, e que precisam trocar favores com homens da política e do clero para poderem garantir alguma vi$ibilidade.
A nuvem de retrocesso já chegou ao Brasil.












É confortante saber que na Europa a Cultura da Vida permanece forte. Que o Senhor ajude-nos a fortalecê-la também no Brasil!
Paz e Bem!
Lá eles ainda tem que voltar atrás em relação ao que ocorreu… se lutarmos o suficiente não iremos seguir o mesmo caminho…