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Posts de janeiro \30\UTC 2008

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“Não permite que o óvulo FERTILIZADO se prenda ao útero”.Levonelle, fabricante da pílula do dia seguinte, informa em site da marca como funciona o fármaco abortivo.

O Ministro da Saúde e o juiz da 6ª Vara da Fazenda Pública de Recife contrariam o fabricante da pílula do dia seguinte. Diferente do posicionamento das autoridades, a marca Levonelle afirma que a pílula do dia seguinte é abortiva, sim.

A pílula mata o embrião ao impedir que ele esteja fixo à parede do útero.

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A cientista brasileira, Lilian Piñero Eça, tem compreensão idêntica a do fabricante: “A pílula do dia seguinte nada mais é do que uma bomba hormonal que provoca um aborto”, esclarece a cientista.

Mais:

  • Ativistas estão preocupados com a “concorrência” que a pílula abortiva fará à camisinha
  • Só por curiosidade:

    A Folha de S. Paulo usa verbos distintos para definir as declarações do Ministro da Saúde e da Igreja. No episódio da distribuição da pílula abortiva, em Recife, a Folha destaca que o Ministro “critica” e que a Igreja “ataca”.

    Folha Cotidiano, 28/01Arquidiocese em PE ataca Temporão sobre distribuição da pílula do dia seguinte

    Folha Cotidiano, 27/01 - Temporão critica Igreja Católica de PE por tentar barrar pílula do dia seguinte

    O programa Fantástico, da Globo, tem imagens da expressão de “crítica” do Ministro.

    ***
    Com informações do William Murat

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    “O juiz entende que não existem provas suficientes que digam que o medicamento é ou não abortivo. O mais importante agora é a gente entrar com recurso no Tribunal de Justiça para que o fabricante (do contraceptivo) e o Ministério da Saúde provem como é o mecanismo de ação da pílula para definir, afinal, se é ou não abortiva”.René Patriota, médica e ginecologista, coordenadora da associação que defende usuários de plano de saúde.

    Fármaco abortivo não é anti-concepcional. Ken Orr, líder pró-vida, já lembrava o óbvio, ano passado.

    Em Pernambuco a promotora de saúde do Ministério Público, após orientação disponível em documentos de um movimento feminista, recomendou às Secretarias de Saúde que mantivessem a distribuição da pílula do dia seguinte na rede Pública de Saúde.

    Associação de Defesa dos Usuários de Seguros, Planos e Sistemas de Saúde (Aduseps) impetrou no dia 29 de janeiro uma liminar contra a distribuição da pílula do dia seguinte, durante o Carnaval, pela Prefeitura do Recife (PE).

    A Arquidiocese de Olinda e Recife também se mobilizou. Por meio da Pastoral da Saúde tentou-se uma ação pública que impedisse a oferta da pílula. Na ocasião a iniciativa não contou com o apoio da CNBB, já que não se tratar da defesa de nenhum rio, de nenhuma terra improdutiva, de nenhuma tentativa de inculturação por meio de algum padre travestido de orixá.

    Apesar disso, a CNBB afirma que a pílula do dia seguinte é moralmente inaceitável. Depois da “vitória” feminista, agora, a CNBB apóia a iniciativa do Bispo Dom José Cardoso Sobrinho.

    A nota da CNBB, na qual se pode ler um apoio muito discreto ao Bispo Dom José Sobrinho, não é assinada pelo presidente da entidade, nem pelo vice-presidente, sequer pelo secretário geral. A nota sobre Dom Cappio, Bispo que fez greve de fome, contou com a assinatura da cúpula da CNBB.

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    E agora, como estaremos juntos? Essa é a pergunta certa a se fazer quando perdemos alguém que amamos. O cristianismo ensina que o amor é mais forte que a morte. Nada acaba. A vida continua de outro jeito.

    Os cristãos perseveram no amor mesmo após a morte. É por isso que não faz sentido dizer: “Não chore. O tempo que tinha com vocês já acabou… Deixe-o ir com Jesus”. Ao contrário, deveria-se dizer: “Como você, ele e Cristo estarão juntos agora?”

    Crer na Comunhão dos Santos é saber que Cristo nunca nos separa.

    Jesus também perdeu alguém que amava. Quando Lázaro morreu, o Senhor foi a seu encontro. Chorou por Lázaro. O amor de Cristo pelo amigo fez Lázaro ressuscitar. A passagem do Evangelho de São João nos ensina como velarmos por aqueles que amamos.

    São três recomendações que ajudam a encontrarmos a cura desta grande dor:

    1. Divida as suas dores com Jesus (João 11, 1-41)
    2. Retire as faixas de quem se foi (João 11,44)
    3. Dê graças pela nova vida (João 11,42)

    Jesus está contigo

    A morte de quem amamos pesa sobre nós. O acontecimento faz pensarmos que as orações não foram suficientes. Mesmo o amor parece não ter sido bastante. Na dor, a morte também causa raiva.

    Existe algo a ser feito: contar a Cristo o que se passa com você. Dividir suas dores com Jesus é também contar-lhe sobre a raiva, sobre a culpa sentida. Todo sentimento negativo que lhe consumir deve ser dividido com o Cristo.

    Há um sentido nisto. Ao abrir o coração para Jesus, estamos na verdade retirando toda barreira que poderia existir entre nós e Ele, após a morte de quem amamos. Na verdade o momento de dor deveria nos auxiliar a estarmos ainda mais próximos do Senhor, pois agora, mais que nunca, é Ele o único meio pelo qual manteremos a relação de amor que tínhamos com aquele que se foi.

    É o próprio Cristo que ensina o que devemos fazer. Lembremos do cenário da morte de Lázaro. Marta e Maria queixavam-se a Jesus: “Se estivesses aqui, isto não teria acontecido”. Antes que o milagre acontecesse, foi necessário que as irmãs de Lázaro perdoassem o próprio Senhor. Elas o fizeram ao reconhecer um Cristo que chorava a morte do amigo, um Cristo que amava.

    Se fomos capazes de amar aqueles que perdemos, Jesus é muito mais capaz de amar que nós.

    Peça que o Senhor traga à sua memória todos os bons momentos vividos. Deixe-se marcar pelas lágrimas que esses momentos irão trazer. Como Marta e Maria, reconheça que o Cristo ali também esteve e que sofre com você. Deixe que o Senhor ame vocês, como amou em cada uma de suas lembranças.


    Permaneça no amor

    Pela oração estamos em comum união com os nossos falecidos. É Cristo mesmo que nos une. Cristo não separa.

    Amar a quem partiu continua sendo possível. E não haveria gesto maior de amor que uma oração de saudades, mas também de esperança. A perda nos proporciona viver em intensidade o dom da esperança, da fé e do amor. São laços que nos permitem descobrir: não estamos distantes.

    Se não existem distâncias também não existem motivos para lamentar o que se queira compreender por ausência. Não existem motivos reais para cobrar aquele que se ama por sua partida. Ouça o que disse Jesus: “Desligai-o e deixai-o ir”. (São João 11, 44).

    Ainda há tempo para expressar o seu amor. Sempre haverá.

    Perceba o quanto Jesus ama e quer curar o seu coração. Experimentar o amor curador de Cristo é aproximar-se de uma fonte de perdão inesgotável. Na dor você também pode perdoar quem se foi. A oração, mais que um gesto de fé, agora é também um meio pelo qual o amor de Cristo em você pode também curar quem partiu.

    Experimente a gratidão

    A morte traz consigo um alívio. É assim especialmente quando ela vem depois de um período de muito sofrimento.

    Na presença de Cristo agradeça. Um coração agradecido alcança misericórdia do coração de Cristo.

    Jesus também deu graças quando perdeu Lázaro. “Pai, rendo-te graças, porque me ouviste”. (São João 11, 41)

    Agradeça ao Senhor por todas as formas pelas quais a partida de quem você ama pode lhe trazer um novo significado para a vida, uma redescoberta da sua relação com o próprio Cristo.

    Lembre-se que o melhor gesto de gratidão é participar da Eucaristia. É por meio dela que os corações, que um dia estiveram unidos, permanecerão unidos.

    O amor é mais forte que a morte.

    ***
    Texto adaptado de Healing the Greatest Hurt, livro de Matthew Linn, Dennis Linn e Sheila Fabricant.

    ***
    Foto do Rodrigo Roncolato

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    Usei botas ortopédicas durante toda minha infância. Nos intervalos entre um laço e outro dos meus cadarços revoltosos costumava pensar sobre o nada. “O que seria o nada?” E já éramos cinco a fazer-nos companhia: eu, minhas botas e meus botões. Tinha poucos amigos e pensava ser observado o tempo todo.

    Sempre fiz perguntas. Já quis saber como vim ao mundo, mas nunca pensei em sementinhas ou bebês no bico da cegonha. Nunca perguntei aos meus pais, na verdade! O que saberiam os pais sobre como nascem as crianças?

    Já quis saber se somos filhos de Deus ou de Adão e Eva. E o “nada”? Branco é nada? Ou o “nada” só os dinossauros conheceram? Continuo sem certezas.

    Já quis saber se os pediatras tinham mesmo que me ver de cuecas para terem certeza que eu vivia mais uma crise de asma. “É a asma…” Eu já sabia. E ele vai receitar um Aeroflux… “Vou receitar também um Aeroflux…” Ser médico não tem graça! Nunca soube porque toda criança sonhava em ser médico, eles dizem sempre as mesmas coisas.

    Perdi as botas em meu primeiro encontro com um discurso heterodoxo.

    “Ele não precisa mais de botas, mãe. Leve o menino para caminhar na areia fofa da praia… O contato com a natureza faz bem para a criança! E esta é uma cidade litorânea, aproveite!” Ganhei pés semi-chatos.

    Eu queria ser cientista. Um dia descobriria a fórmula para me tornar o Homem de Gelo do desenho ou pelo menos faria alguma descoberta sobre lei anti-gravidade.

    O tempo passou e descobri que para ter super poderes basta ser católico carismático. Saber o que as pessoas pensam, o que sentem, o que precisam ouvir… Saber que nem o padre tinha acesso à minha mais nova descoberta… Parecia interessante. Enquanto isso os outros adolescentes queriam “ficar” e pular o carnaval fora de época. Que tolos!

    Fiz terapia com hipinólogo antes de enfrentar o vestibular. “Junte o polegar e o indicador… Você irá sentir uma sensação de muito bem-estar agora…” Sério? Na verdade o hipinólogo era parapsicólogo. O Padre Quevedo não era carismático, mas sabia de muito mais coisas! Parapsicologia. Na aula de religião, a professora batista me dizia que isto não vinha de Deus… “É do diabo, Wagner… E a propósito, amanhã continuaremos a falar sobre como usar corretamente a camisinha, ok?”

    Ok. Juntei os dedos. Passei para Comunicação Social. Meus pais ficaram satisfeitos: “Primeiro vestibular! Graças a Deus, sabíamos que ele era normal”. Se os pais falassem tudo o que temos certeza que eles pensam… A vida seria mesmo traumatizante.

    Durante as aulas uma dúvida era constante: o que o professor quer dizer com “eu não tenho respostas, você também pode me ensinar muita coisa“? Minha resposta veio com um ano a mais no currículo. Acho que é um tempo razoável para que, na monografia, seja possível mostrar todas as respostas que você não teve.

    Não faz tanto tempo assim que ando sem minhas botas, que deixei de lado meus botões. Tenho menos companhia: agora sou eu e os cadarços do blog um-ano-de-vida. Poucos amigos! Continuo achando que estou sendo observado.

    Feliz aniversário, O Possível e O Extraordinário!

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    Mas de que forma eu poderia fazer isso?”, você pergunta. Fale sobre sexo. Que grande ponto de partida para evangelizar – todo mundo se interessa por sexo! Eu digo isso com uma ponta de humor, mas eu também estou sendo completamente sério. (…) A teologia do corpo fornece exatamente a “linguagem significativa” de que precisamos para convencer nossos conhecidos, amigos e colegas que eles são “chamados à novidade da vida através do amor de Deus”. - Christopher West, A Teologia do Corpo e a Nova Evangelização.

    Disponível no blog Palavras Apenas o artigo A Teologia do Corpo e a Nova Evangelização. O autor Christopher West apresenta, de acordo com o Papa João Paulo II, o Evangelho do Corpo.

    A tradução para o português é uma cortesia do Fabrício Lombardi.

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    Nunca pensei em ser padre. Afinal, como se sabe, qualquer varão pode ser Papa… E já que os carismáticos subversivos pulam etapas, estou confiante! ;)

    Caro amigo, estamos de volta com nossa programação e desta vez na companhia da atriz Ana Paula Arózio e seus amigos.

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    Volto do silêncio bonzinho e afetuoso. Só por hoje, prometo. ;)

    Música nova. Bom domingo!

    Trading My Sorrows(Yes Lord)

    I’m trading my sorrows
    I’m trading my shame
    I’m laying them down
    For the joy of the Lord

    I’m trading my sickness
    I’m trading my pain
    I’m laying them down
    For the joy of the Lord

    We Say
    Yes Lord yes Lord
    Yes yes Lord
    Yes Lord yes Lord
    Yes yes Lord
    Yes Lord yes Lord
    Yes yes Lord Amen

    I am pressed but not crushed
    Persecuted not abandoned
    Struck down but not destroyed
    I am blessed beyond the curse
    For His promise will endure
    That His joy’s gonna be my strength

    Though the sorrow may last for the night
    His joy comes with the morning

    ***
    Amanda, Carlos, Larissa, Shakira. Grato pelo carinho!

    ***
    Serviço de utilidade pública: se beber, não dirija.

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    Retiro

    Este blog está em silêncio por tempo indeterminado.

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    wagnermoura.jpg

    Dos cinemas para sua casa. Já está disponível o DVD A Arena da Morte, sequência de Lodi Balboa, o padre pugilista. O DVD traz o selo de O Printiscrível e O Screenordinário.

    Diga não à pirataria! Somente os DVDs com o selo de O Printiscrível e O Screenordinário trazem as cenas inéditas com uma participação breve do BOPE, de Tropa de Elite.

    Diversão para toda familia. Adquira já o seu, aqui.

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    Marche pour la vie

    Paris marchou em defesa da vida no começo desta semana. Jovens, crianças e adultos celebraram a vida e manifestaram-se contra o aborto, legalizado na França em 1975. Fotos aqui.

    Para os abortistas uma nuvem de “retrocesso” chegou à Europa. Eles estão certos! É a nuvem da esperança, da liberdade e do bom senso que faz a cultura de morte retroceder às trevas de onde nunca deveria ter saído.

    Às trevas do medo. A mulher que aborta o faz por medo de não ser aceita pela família; por medo da falta condições financeiras; por medo de perder o companheiro; por medo de comprometer a carreira; por medo de não levar até as últimas conseqüências seu ideal feminista (lembremos: aborto não cura TOC); por temer o futuro; por temer o passado; por temer o seu presente.

    Às trevas da falta de liberdade. A mulher que aborta o faz oprimida pela falsa liberdade sexual; oprimida pelo culto ao corpo; oprimida pelo capitalismo selvagem; oprimida pela indústria do aborto que visa o controle populacional; oprimida pela falta de informação e demagogia do discurso pró-aborto.

    Às trevas do fundamentalismo feminista. A mulher que aborta o faz por má influência de feministas fanática$ que ferem a liberdade religiosa, que perseguem outras feministas contrárias ao aborto, que fraudam pesquisas de opinião, e que precisam trocar favores com homens da política e do clero para poderem garantir alguma vi$ibilidade.

    A nuvem de retrocesso já chegou ao Brasil.

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