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Arquivo para 11 setembro, 2007

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Clique nas fotos para ampliar: A Marcha Mundial das Mulheres, movimento pró-aborto, participou do “Grito dos Excluídos”, recolheu cédulas do plebiscito popular e pediu descriminalização do aborto no Brasil. Fotos Patrícia Santos/AE

Abortistas foram parceiros da CNBB na manifestação político-ideológica “Grito dos Excluídos”, realizada no último dia 07. A vergonhosa parceria não foi divulgada nos jornais, mas o jornalista de O Estado de S. Paulo, José Maria Mayrink (acostumado a cobrir pautas sobre Igreja), percebeu um contraste na manifestação promovida pela pastoral do migrante, ligada à CNBB.

Conta-nos Mayrink na matériaGrito dos Excluídos pede Vale reestatizada“, publicada no dia 08 de setembro pelo jornal O Estado de S. Paulo:

Nem papas, nem juízes, as mulheres decidem”, dizia um cartaz da Marcha Mundial das Mulheres, exigindo a liberação do aborto. “Não é a posição da Igreja, mas não há como evitar esse tipo de manifestação”, disse a freira Beatriz Maestri, representante do Conselho Indigenista Missionário (Cimi).

Não haveria como evitar a manifestação das abortistas uma vez que elas eram parceiras da CNBB na manifestação! Elas não estavam ali de “penetra”, não estavam ali por acaso, não estavam ali escondidas. A parceria que as abortistas mantiveram na realização do “Grito dos Excluídos” era oficial.

O blog Mulheres de Olho, da organização feminista pró-aborto, “Patrícia Galvão”,assim noticiou a participação das abortistas na manifestação organizada pela CNBB:

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A coordenação da “ala favorável ao aborto” avaliou a iniciativa pró-aborto durante o “Grito dos Excluídos”:

“Já fizemos isto outras vezes. Quem organiza o ato está acostumado. Este ano nós não marchamos, fomos direto para o Ipiranga. Entretanto algumas companheiras participaram desde o início, na Praça da Sé. Uma destas, vinculada à luta por moradia, representou a Marcha Mundial das Mulheres (MMM) no ato inicial onde falou a respeito do aborto, sem problema. É verdade que algumas pessoas perguntavam se estávamos com abaixo-assinado em favor do aborto e demonstravam que não assinariam. Como um padre, por exemplo, dizendo que precisávamos pensar melhor, porque o feto também é dono de seu corpo. Quem organiza este evento são as Pastorais Sociais, que não se manifestam a favor, mas também não praticam uma militância contra. Fora essas pequenas abordagens, não houve problema”. – Nalu Farias, da Coordenação Nacional da Marcha Mundial das Mulheres (MMM), movimento PARCEIRO da CNBB na manifestação “Grito dos Excluídos”.

A CNBB é contra o aborto. De acordo com uma liderança pró-aborto, as pastorais da CNBB não praticam militância contra o aborto.

A CNBB é contra o aborto. O site pró-vida Life Site News informa que, em São Paulo, a CNBB e a organização feminista pró-aborto chamada “Católicas pelo Direito de Decidir” ocupam o mesmo edifício, cujos proprietários são religiosos católicos da ordem carmelita.

A CNBB é contra o aborto. No último dia 07 a CNBB, por meio da pastoral do migrante, foi parceira de movimento pró-aborto durante o “Grito dos Excluídos”.

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Post Scriptum: é a Pronvíncia Carmelita de Santo Elias que administra o condomínio onde a CNBB e as “Católicas Pelo Direito de Decidir” estão instalados. Quem desejar alugar uma sala no condomínio deve entrar em contato diretamente com os Carmelitas pelo fone: (011) 3289-2088.

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Preserve a natureza humana

Abaixo segue um vídeo só possível em nossos tempos: o holandês, Terence, de 14 anos, participou de um programa de jovens calouros na TV holandesa e cantou a história dele. Terence é filho adotivo de um casal gay, ele tem “dois pais”.

“Dois Pais de Verdade” é o nome da música.

O que dizer? Dizer algo para ser ouvido: seres humanos têm uma natureza que não é construída por meio de leis ou de arranjos sociais. A natureza é a essência de algo.

O homem tem inclinações na sua natureza: inclinação de viver, de preservar sua vida, de conhecer a verdade, de agir sem sofrer violência. Essas inclinações da natureza são ordenadas, ou seja, têm metas, objetivos.

Temos a inclinação para comer. Para alcançar essa meta você vai ter que usar a sua boca, que engolir. Há certas regras que ordenam essa atividade. “Mas eu sou um homem livre, não tenho que usar minha boca!”. Absurdo? Hoje, há quem deseje romper as cadeias que ligam as inclinações às suas metas. “Quero usar meu ouvido para comer. Eu sou um homem livre! A liberdade para mim é um bem supremo, eu não vou me curvar perante regras arbitrárias, ‘use tão-somente a boca para comer’– bah!”.

É natural que o homem coma pela boca. Não porque alguém decidiu que deveria ser assim! Mas porque a nossa natureza nos impele a isso para atingirmos um fim ordenado, que é alimentar-se.

O organismo masculino não foi feito para unir-se ao de outro homem, nem o organismo feminino para unir-se ao de outra mulher. Sem órgãos complementares não há junção carnal, não há possibilidade de gerar uma vida, de ordenar o ato sexual.

Mas, se não existisse uma natureza humana tudo seria possível, inclusive deixar de ser humano. Preocupante.

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Adaptado de:
Com que Direito se rejeita o Direito Natural?
A Lei contra a Natureza

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