Clique nas fotos para ampliar: A Marcha Mundial das Mulheres, movimento pró-aborto, participou do “Grito dos Excluídos”, recolheu cédulas do plebiscito popular e pediu descriminalização do aborto no Brasil. Fotos Patrícia Santos/AE
Abortistas foram parceiros da CNBB na manifestação político-ideológica “Grito dos Excluídos”, realizada no último dia 07. A vergonhosa parceria não foi divulgada nos jornais, mas o jornalista de O Estado de S. Paulo, José Maria Mayrink (acostumado a cobrir pautas sobre Igreja), percebeu um contraste na manifestação promovida pela pastoral do migrante, ligada à CNBB.
Conta-nos Mayrink na matéria “Grito dos Excluídos pede Vale reestatizada“, publicada no dia 08 de setembro pelo jornal O Estado de S. Paulo:
“Nem papas, nem juízes, as mulheres decidem”, dizia um cartaz da Marcha Mundial das Mulheres, exigindo a liberação do aborto. “Não é a posição da Igreja, mas não há como evitar esse tipo de manifestação”, disse a freira Beatriz Maestri, representante do Conselho Indigenista Missionário (Cimi).
Não haveria como evitar a manifestação das abortistas uma vez que elas eram parceiras da CNBB na manifestação! Elas não estavam ali de “penetra”, não estavam ali por acaso, não estavam ali escondidas. A parceria que as abortistas mantiveram na realização do “Grito dos Excluídos” era oficial.
O blog Mulheres de Olho, da organização feminista pró-aborto, “Patrícia Galvão”,assim noticiou a participação das abortistas na manifestação organizada pela CNBB:

A coordenação da “ala favorável ao aborto” avaliou a iniciativa pró-aborto durante o “Grito dos Excluídos”:
“Já fizemos isto outras vezes. Quem organiza o ato está acostumado. Este ano nós não marchamos, fomos direto para o Ipiranga. Entretanto algumas companheiras participaram desde o início, na Praça da Sé. Uma destas, vinculada à luta por moradia, representou a Marcha Mundial das Mulheres (MMM) no ato inicial onde falou a respeito do aborto, sem problema. É verdade que algumas pessoas perguntavam se estávamos com abaixo-assinado em favor do aborto e demonstravam que não assinariam. Como um padre, por exemplo, dizendo que precisávamos pensar melhor, porque o feto também é dono de seu corpo. Quem organiza este evento são as Pastorais Sociais, que não se manifestam a favor, mas também não praticam uma militância contra. Fora essas pequenas abordagens, não houve problema”. – Nalu Farias, da Coordenação Nacional da Marcha Mundial das Mulheres (MMM), movimento PARCEIRO da CNBB na manifestação “Grito dos Excluídos”.
A CNBB é contra o aborto. De acordo com uma liderança pró-aborto, as pastorais da CNBB não praticam militância contra o aborto.
A CNBB é contra o aborto. O site pró-vida Life Site News informa que, em São Paulo, a CNBB e a organização feminista pró-aborto chamada “Católicas pelo Direito de Decidir” ocupam o mesmo edifício, cujos proprietários são religiosos católicos da ordem carmelita.
A CNBB é contra o aborto. No último dia 07 a CNBB, por meio da pastoral do migrante, foi parceira de movimento pró-aborto durante o “Grito dos Excluídos”.
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Post Scriptum: é a Pronvíncia Carmelita de Santo Elias que administra o condomínio onde a CNBB e as “Católicas Pelo Direito de Decidir” estão instalados. Quem desejar alugar uma sala no condomínio deve entrar em contato diretamente com os Carmelitas pelo fone: (011) 3289-2088.













