
É homem e chama-se Jon O’Brien o atual presidente da ONG abortista internacional “Catholics for Free Choice -CFFC”, conhecida no Brasil como “Católicas pelo Direito de Decidir – CDD”.
Não era católica a ex-dirigente máxima da ONG abortista “Catholics for Free Choice -CFFC”, Frances Kissling, que deixou a presidência da ONG em fevereiro deste ano.
Não era católica e ela mesma confessa:
“Saí porque não acreditava. Lembro-me de algumas conversas que tive com outras irmãs e postulantes sobre controle da natalidade, divórcio e segundo casamento. Eu não cria no que a Igreja ensinava sobre essas coisas. A idéia de ser uma representante da Igreja constitucional, ao mesmo tempo em que discrepava dessas posições, não tinha sentido para mim. Eu não concordava com os ensinamentos da Igreja [...]. E assim, quando deixei o convento, parei de ir à igreja. Pode-se dizer que a partir desse ponto eu não era mais católica ativa. Mas eu mesma, particularmente, não me considerava mais uma católica”. – Frances Kissling, ex-freira e ex-dirigente do movimento abortista Catholics for Free Choice -CFFC.
Mais sobre o assunto na revista Catolicismo de julho.
Seria católico Jon O´Brien? Só se para ser católico for necessário receber um oitavo sacramento: o sacramento donativo! Aplicado frequentemente por entidades que financiam o discurso pela morte de bebês indefesos em todo o mundo como a Fundação Ford, Fundação Warren Buffett, Fundação MacArthur, Fundação Packard, Fundação Playboy e outras fundações sempre presentes na vida e obra da ONG “Catholics for Free Choice -CFFC”.












Na próxima sexta-feira, dia 20, realiza-se uma oração de TaiZé pelo Darfur , às 19h45m, na Igreja de S. Nicolau, na Baixa de Lisboa.
Participa e divulga! Se não puderes estar presente, reza na mesma.
bjs em Cristo
Maria João
Fé e Missão (Missionários Combonianos)
E caso Francis Kissling se auto-declarasse como católica mudaria alguma coisa? O Código de Direito Canônico não é claro em dizer que a simples negligência em impedir o aborto é passível de excomunhão “latae sententiae”?
Pax et Bonum!