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Posts de maio \31\UTC 2007

Uma pausa. Outro assunto. (2)

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Segue um texto de autoria da Gardênia Maciel, direto do Teardrops and Wine:

Rituais e outros

As vezes penso o quanto nós somos manipulativos e egoístas. Não me leve a mal. É verdade. Eu tenho uma amiga que tenta me evangelizar todo dia. Claro que ela não consegue, e claro que eu não a deixo desistir. Gosto de dar esperança para as pessoas. A minha imparcialidade nas declarações e minha cara de “eu-ainda-não-estou-pronta”, fazem essa moça viver mais um dia todo dia! Algumas pessoas precisam de você, mesmo que você não precise delas. É bíblico isso. (rs – piada-interna-que-só-eu-entendo)

Mas, engraçado como tem gente que acha que é dona da verdade. Ela pensa que não acredito em Deus só porque não ando com a bíblia debaixo do braço. Acho que ela jura que eu vou para o inferno e ela para o céu. Talvez eu iria para o inferno se eu acreditasse que o inferno existe.

As pessoas precisam acreditar em alguma coisa para continuar vivendo. Todo mundo mesmo. Os católicos precisam acreditar no céu, no inferno e no pugatório. O evangélicos precisam acreditar que os católicos estão enganados e assim vai-se vivendo.

As pessoas também precisam de rituais. Sim. Rituais de passagem. A primeira comunhão é um ritual de passagem. O casamento é um ritual de passagem. Os rituais impõem respeito. A partir desta data você é oficialmente um jornalista. E desce a toga. E olha que você já está na profissão desde o segundo período…

Eu me submeto a rituais. Infelizmente. Eu não sei se eu os aboliria caso virasse uma grande líder… Eu não gosto de rituais. Eles não me dizem nada, mas, as pessoas precisam deles! E eu sou uma pessoa… contraditória!

Vc me pegou hoje de mau humor

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Foi inevitável. Para garantir o maior conforto de nossa leitura, a partir de agora os comentários feitos neste blog serão moderados. Democracia é também proteger o direito dos outros de não serem agredidos em suas inteligências.

Aproveito para informar, como já havia feito antes, que o membro da ONG de ateus, Sociedade da Terra Redonda (a única ONG a qual me referi no texto “O Brasil para os ateus“), Roberto Takata, sustenta que nem ele ou a iniciativa da qual é um dos principais promotores (e refiro-me à tal iniciativa/movimento – que não se identificou em seu próprio site como ONG – que defende a retirada de objetos religiosos de repartições públicas) são “antirreligiosos”.

Takata já disse repetidas vezes que não se trata de uma iniciativa “antirreligiosa”. Agora, quem sabe, diga também que não se trata de uma iniciativa satânica, embora o Prof. Alessandro Lima, do portal católico Veritatis Splendor, tenha se empenhado em provar exatamente o contrário.

Um segredo: Takata não é *sócio* da ONG Sociedade da Terra Redonda, na qual tem vários amigos e a qual foi inspirada no grupo musical “Bad Religion” cujo símbolo é a negação da cruz, da religião cristã.

Um fato: como se lê em “O Brasil para os ateus”, Takata é *membro* da ONG de ateus, Sociedade da Terra Redonda, de acordo com o próprio site da ONG:

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Outro segredo: Takata não é ateu, é agnóstico. O que não faz menos “ateísta” a iniciativa/movimento pela retirada de imagens e crucifixos católicos das repartições públicas. Mas, sabendo do agnosticisimo de Takata, eu acrescento que a campanha que ele endossa é composta por agnósticos, além de ser composta por ateus.

Alguém dizia que todo homem tem sede de Deus. Se alguém estiver certo, sendo Takata homem, ele também tem sede de Deus! Alguma dúvida?

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Crucifixo liberado

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Um assunto cultural. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) entendeu que o uso de símbolos religiosos em órgãos da Justiça não fere o princípio de laicidade do Estado.

O conselheiro Oscar Argollo defendeu que o uso de tais símbolos constitui um traço cultural da sociedade brasileira e “em nada agridem a liberdade da sociedade, ao contrário, só a afirmam”. O conselheiro foi seguido por todos os conselheiros presentes, à exceção do relator.

Notícias:
Consultor Jurídico: Crucifixo liberado
G1: CNJ – tribunais podem manter crucifixos
Jornal da Mídia: ONG quer tirar crucifixos das paredes dos tribunais

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O Brasil para os ateus

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“Não se trata de forma alguma de um movimento contra a religião cristã – na verdade não é contra religião alguma”.Roberto Mitsuo Takata

A frase em destaque está espalhada pela blogosfera católica, numa resposta às críticas a respeito do movimento de ateus que defende a retirada de imagens sagradas e crucifixos das repartições públicas brasileiras. O movimento foi criado no final de 2006, é uma iniciativa de “céticos, inquisidores da razão” como o biólogo, Roberto Mitsuo Takata, e o engenheiro, Daniel Sottomaior Pereira.

O adjetivo entre aspas tomei emprestado do título de uma matéria da revista Galileu, n°116. A reportagem entrevistou Takata e Sottomaior, as poucas palavras deles são contextualizadas pelo seguinte subtítulo da matéria: Eles declararam guerra a astrólogos, religiosos, ufologistas, tarólogos, curandeiros e místicos em geral.

A revista científica, Galileu, informa que os céticos declaram GUERRA aos religiosos. E dentre os céticos que a matéria cita estão extamente aqueles que “de forma alguma [promovem] um movimento contra a religião cristã”, como diz exaustivamente Takata em respostas a vários católicos.

É uma contradição que Takata, “um crítico ferrenho da imprensa na área de ciência e de saúde”, não se deu ao trabalho de combater. Justo ele que, no site Observatório da Imprensa, analisa os discursos midiáticos com precisão.

Ainda que não tivesse interesse na própria defesa, por conta da afirmação de “guerrear contra religiosos”, Takata bem que poderia defender o amigo Sottomaior de tal rótolo. Afinal, já partiu em defesa pública do amigo em outra oportunidade.

Mas contradições fazem parte da vida. O Takata que democraticamente defende o respeito às minorias religiosas que não têm seus objetos de culto expostos em repartições públicas é o mesmo Takata que já tentou silenciar opiniões de uma minoria contrária a teoria da evolução, tão cara ao biólogo.

Em uma atitude diferente do ideal de democracia, Takata condenou o Jornal da Ciência (JC) por publicar uma carta-artigo de um partidário do “Design Inteligente”, uma teoria oposta ao evolucionismo. Por diversas vezes o biólogo tentou convencer o editor do JC, órgão da SBPC, de que o jornal não deveria dar voz a “criacionistas”, uma vez que o órgão é “um informativo sobre ciências, e não sobre religião”.

Em resposta, o editor lembrava que não era “justo nem adequado discutir a questão do criacionismo x evolução publicando apenas a opinião dos evolucionistas”. Nada estranho ao jornalismo que tem por obrigação ser polifônico e polissêmico. Em outras palavras: ouvir os dois lados, respeitar as minorias.

Takata diz que não tem nada contra a religião. E afirma isso sempre que critica qualquer idéia que se aproxime de algo religioso, como é, na opinião do biólogo, o caso do “Design Inteligente”. O que diria Sigmund Freud sobre tantas auto-afirmações?

Além de não ter nada contra a religião, Takata também *não* demonstra (em nenhum artigo especial de autoria dele, disponível na internet) qualquer reação negativa ao fato de a ONG, da qual ele é membro, ter sido inspirada pela banda “Bad Religion”, cujo símbolo é a negação da religião cristã.

Atenção. O texto que segue não é recomendável aos mais tradicionais! Neste momento defenderei um dos mais controversos bispos da Teologia da Libertação: Dom Pedro Casaldáliga. É um trabalho muito difícil, mas não posso evitar.

Dom Pedro Casaldáliga foi assediado por Daniel Sottomaior – outro representante do tal movimento – que procurou o bispo em agosto de 2006, em virtude de um artigo de Dom Casaldáliga a respeito do artigo 2º da Declaração Universal dos Direitos Humanos. No artigo, o Bispo (em virtude da miopia do marxismo dele) criticava a Igreja Católica por nem sempre respeitar tais Direitos.

Era tudo o que Daniel precisava: um Bispo católico que endossasse a campanha. “Uh!” E para conseguir isso, de acordo com os e-mails publicados no site do movimento, Daniel não poupou um “Estimado D. Pedro”, “homem da Igreja” (com I maiúsculo mesmo), “é com grande reverência que o procuro”.

Após a reverência, Daniel comentou a respeito do projeto de retirada dos símbolos religiosos das repartições públicas e conseguiu que o Bispo opinasse sobre a questão, mas não recebeu de Dom Casaldáliga sequer uma menção de apoio à INICIATIVA, menos ainda a autorização para usar o nome dele na promoção da campanha a qual se empenhava.

Eis um trecho do e-mail de Dom Pedro Casaldáliga publicado no site do movimento:

“Esta-se criando uma certa confusão sobre uma campanha de laicismo anti-religioso, um projeto intitulado “Brasil para todos”, no qual eu participaria ou até seria o principal organizador do projeto. Lamentável. Você sabe que respondi à pergunta sobre símbolos religiosos em lugares públicos, oficiais…, mas no entrava numa campanha deste tipo, menos ainda como um protagonista principal”.

Note: Dom Casaldáliga qualifica a campanha como ANTI-RELIGIOSA.

Daniel tinha informações sobre o Bispo. Mas, provavelmente, não deu muitas informaçõs a Dom Casaldáliga a respeito da Sociedade da Terra Redonda, uma ONG de ateus, fundada em 1999, da qual tanto Daniel Sottomaior (editor da área S.T.R. da Sociedade da Terra Redonda) quanto Roberto Takata são membros e cuja base é “defender os direitos dos Ateístas na sociedade”. A ONG considera a religião uma “amarra”.

Satisfatória a OPINIÃO do bispo – e nunca o apoio… -, houve publicação do nome de Dom Casaldáliga na lista dos religiosos que apoiavam a INICIATIVA, o movimento em si. Uma atitude, no mínimo, irresponsável… Mas um bom indício de que o apoio das FALSAS Católicas Pelo Direito de Decidir (sim, elas apóiam o movimento, é claro!) ainda não contemplou as exigências de uma assessoria qualificada para Takata, Sottomaior e seus companheiros de defesa dos direitos dos “Ateístas” na sociedade.

O site foi reformulado. Tiraram o nome do Bispo, arrumaram o discurso massacrado pelo jurista católico Ives Granda, passaram uma maquiagem no laicismo (ateísmo?) que permeia todo site e, agora, não seria surpresa alguma se encontrássemo discursos do Papa Bento XVI manipulados de modo a confundir os católicos não-praticantes de que não há nada demais em retirar crucifixos e imagens de repartições públicas.

E tais são aqueles que se dizem desinteressados em atingir a religião: ateus militantes, desejosos de defender seus direitos.

Tanta militância logo logo atrairá a atenção de revistas semanais. Eu sugiro um título para a matéria da revista: “Iniciativa de céticos mente ter apoio de bispo católico e agora quer ser séria”. Um título longo, é verdade.

Sugestões? É só mandar um e-mail para a Globo… E a Globo tem revista: Época. Para falar com a Redação de Época é fácil: epoca@edglobo.com.br

Nas fotos: à esquerda, Roberto Takata, e à direita Daniel Sottomaior.

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“Aceitar ser criticado é a primeira condição para um cristão ser bom e para crescer”. A orientação é do dehoniano Padre Zezinho, que completou 41 anos de sacerdócio. Ele tem mais de 80 livros publicados, mais de 115 álbuns gravados, 1.600 composições musicais e múltiplas críticas oriundas dos mais diversos catolicismos.

São críticas por parte da Teologia da Libertação, de Leonardo Boff; da Renovação Carismática Católica, do Padre Jonas Abib; de associações católicas tradicionalistas e de católicos tradicionais muito mais avessos a divulgações pessoais que o padre cantor.

Quando Padre Zezinho fala de ecumenismo, os críticos dizem que ele é “ecumaníaco”.

Quando prega a restauração da Igreja, os críticos dizem que ele não tem “unção”.

Quando canta mensagens catequéticas, os críticos dizem que suas músicas são meramente intimistas.

Quando canta mensagens sócio-políticas, os críticos dizem que as composições dele são modernistas.

Afinal, o que faz parte da fé de Padre Zezinho?

Ele contou para mim na manhã seguinte ao show “Faz parte da Minha Fé”, realizado no último sábado, 26 de maio, em São Luís. A conversa, feita para um programa de rádio, durou 19 minutos, tempo suficiente para algumas críticas, muitas provocações e um intervalo especial para atualizar o desejo do padre por católicos mais assíduos aos documentos da Igreja.

Sem edições! É só fazer o download e ouvir.

Padre Zezinho: um cantor crítico ou um crítico cantor? Um padre.

Palavras dele sobre o Papa Bento XVI

“Ele tem convicções, mas é uma pessoa extremamente gentil, bem educada e responsável no que fala. [A visão de um Papa durão e insensível] fica por conta de quem foi aos jornalistas e mentiu”.

Palavras dele sobre Teologia da Libertação

“Eu sou cristão, não quero ser marxista! Não preciso do marxismo para fazer análise da realidade. Eu quero a análise cristã, católica. E, portanto, a minha teologia da libertação não pode ser comunista, nem marxista. Eu dialogo com eles, mas dialogar não é concordar.”

Palavras dele sobre Renovação Carismática Católica

“Eu acho que fui batizado no Espírito. E muitas vezes pelo martírio, pela perseguição. Contudo, não acho que sou melhor que ninguém”.

“Sou da Reparação Carismática, do Padre Dehon”.

Palavras dele sobre Ecumenismo

“Se eu tiver que pôr em primeiro, segundo, terceiro, quarto, quinto lugar… Claro que eu vou pôr a minha Igreja Católica em primeiro. Se não acreditasse nisso teria que deixar de ser católico. Mas, ao pôr os outros em segundo, terceiro e quarto, eu não estou negando que Deus está com eles. Do meu ponto de vista, de católico, tem muito mais conteúdo na minha Igreja do que em outra. Mas daí a dizer que a outra não tem conteúdo nenhum é mentira”.

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Padre Zezinho

Há 35 anos ele iniciou a carreira artística. Seguem três momentos finais do show “Faz parte da minha fé”.

Autógrafos. Ele é muito paciente e compôs uma música para o embrião humano, vou tentar gravá-la e coloco no blog em outra oportunidade.

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“A ação do Espírito de Cristo fora da Igreja não é a mesma que dentro da Igreja e nos sacramentos. Lá Ele atua por poder, aqui por presença, em pessoa”.Frei Raniero Cantalamessa, pregador oficial da Casa Pontifícia (pregador do Papa).

Tudo sobre a Festa de Pentecostes: ACI Digital, Canção Nova, Comunidade Católica Shalom, Dons Carismáticos, Obispado San Bernardo.

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Bem mais da metade dos leitores do portalVeritatis Splendor querem a excomunhão dos Bispos adeptos da Teologia da Libertação. Até o horário no qual votei, 20h28, do total de 372 votos, 278 (74,73%) responderam “sim” à enquete: A Santa Sé deve excomungar da Igreja os Bispos adeptos à Teologia da Libertação?

O portal é referência na internet brasileira para os católicos que buscam repostas a acusações dos anti-católicos.

Vale conferir a seção Espaço do Leitor. Nela há uma resposta pertinente àqueles que integram o movimento anti-católico favorável à retirada das imagens sacras de repartições públicas.

Na foto: Dom Tomás Balduíno e Dom Pedro Casaldáliga.
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Post Scriptum: Retornei ao site e não encontrei mais a enquete. Contudo, para ver o número de votos e os comentários à enquete, basta ir ao www.enquetes.com.br

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Apesar dos apocalípticos, o terceiro segredo de Fátima foi publicado integralmente, já afirmava o Papa Bento XVI quando ainda era Cardeal.

A publicação do segredo, de acordo com Ratzinger, “foi um tempo de luz, não apenas porque possibilitou que a mensagem pudesse ser conhecida por todos, mas também porque ela revelava a verdade prejudicada por interpretações apocalípticas e outras especulações, preocupando os fiéis em vez de motivá-los a rezar e fazer penitência”.

São palavras que estão na apresentação do livro de 140 páginas do Secretário de Estado do Vaticano, o Cardeal Tarcísio Bertone: “A Última Vidente de Fátima: Meus encontros com Irmã Lúcia” (“The Last Fatima Visionary: My Meetings With Sister Lucia”).

O livro mostra que a Irmã Lúcia, falecida em 2005, confirmou a interpretação do Vaticano a respeito do “bispo vestido de branco”. Tratava-se mesmo do Papa João Paulo II.

O segredo falava sobre o atentado ao Papa. Não é por outro motivo que João Paulo II, após sobreviver aos tiros, atribuiu a Nossa Senhora de Fátima a preservação da vida dele.

Em outras palavras: ele já sabia do conteúdo do “segredo de Fátima”. Outros Papas também, já que desde 1957 a mensagem, escrita pela prórpia Irmã Lúcia, era de conhecimento do Vaticano.

Para o autor do livro, o Cardeal Tarcísio Bertone, “profecias não são orientadas por determinismo, fatalismos”. Para Bertone, as profecias demonstram que “a conversão, a penitência e a oração podem mudar o curso da história”.

João Paulo II e Irmã Lúcia tiveram diversas oportunidades para se manifestarem contrários à interpretação de Roma sobre o último segredo, caso essa interpretação fosse parcial. Quem acredita que há mais coisas para serem reveladas chama a vidente e o Papa de mentirosos.

Com informações do Catholic News Service.

Aqui: texto oficial do Vaticano sobre os três segredos de Fátima e a carta da Irmã Lúcia – em português, obviamente.

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Educação

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O Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial diz que Nova York e São Paulo são cidades bem parecidas. A primeira administra o maior sistema escolar dos Estados Unidos e a segunda opera o maior sistema escolar do Brasil.

Além disso as escolas de Nova York e São Paulo são similares em vários aspectos: deficiência acadêmica, acúmulo de estudantes acima da idade, analfabetismo funcional, faltas, distúrbios nas escolas, evasão e baixos índices de conclusão do curso.

Há diferenças: enquanto as escolas de São Paulo podem ensinar em um só idioma, o português, Nova York precisa mobilizar recursos financeiros e humanos para ensinar inglês em 12 línguas (entre elas espanhol, chinês, russo, coreano, urdu, bengali e árabe) a alunos recém-chegados que só falam sua língua nativa.

Em artigo, Norman Gall, diretor do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial, cita seis inovações que melhoraram o ensino público de Nova York:

1) Mais autoridade para os diretores – e mais prestação de contas.

2) Aumentar a supervisão na sala de aula e fornecer professores altamente capacitados.

3) Reforma baseada em exames e avaliação.

4) Controle de violência e desordem na escola.

5) Envolvimento dos pais.

6) Envolvimento do setor privado na educação pública.

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